Após vencer uma perseguição política histórica e derrotar o fascismo, Lula volta à Presidência da República nesse domingo 1º de Janeiro

 

O retorno de Lula ao protagonismo da política brasileira, no entanto, foi adiado por quatro anos. Nas eleições de 2018, Lula liderava as intenções de voto, mas foi impedido de disputar o pleito com base na lei da Ficha Limpa, após ser vítima de uma das maiores perseguições políticas da história do país, sendo condenado sem provas por corrupção e lavagem de dinheiro e preso por 580 dias. O lawfare que tirou Lula da disputa permitiu que o fascismo assumisse o poder no Brasil, com a eleição de Jair Bolsonaro (PL).

 Neste domingo, a partir das 15 horas, Lula concretiza sua ressurreição épica na política do Brasil, quando será recepcionado pelo presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD) e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP). Em seguida, Lula e Alckmin serão encaminhados até o plenário da Câmara dos Deputados, onde ocorrerá a cerimônia formal de posse presidencial, que dura cerca de uma hora. Lula deve realizar dois pronunciamentos. O primeiro, no Congresso Nacional, pouco tempo após as 15h; e o segundo, no parlatório do Palácio do Planalto, às 16h45. Os discursos deverão ter duração de cerca de 15 a 20 minutos cada, onde Luiz Inácio Lula da Silva falará sobre os desafios à frente do governo, além de pregar a união e a pacificação do país. A partir daí, se inicia um novo ciclo no Brasil, voltado pela esperança, pelo cuidado com os mais pobres e pela valorização da democracia. 

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