10 de novembro de 2022

Bolsonaristas ficam revoltados porque relatório apresentado pelo Ministério da Defesa não apontou fraude nas urnas como eles esperavam

 



Aguardando o nome FRAUDE em letras garrafais no relatório do Ministério da Defesa, os bolsonaristas radicais que estão nas ruas reagiram nas redes sociais.

E jogaram toda revolta com a notícia sobre lisura nas urnas, nas redes sociais do Exército e do Ministério da Defesa.

No Twitter, uns cobravam que estão tomando chuva nas ruas, por nada. Outros pedem para deixarem de seguir os dois perfis. Houve quem destacasse o relatório como 'covarde'.

FONTE: thaisagalvao.com.br/ Lee Dantas

9 de novembro de 2022

Ministra do STF bloqueia recursos retirados da Cultura


 Segundo comenta a  a Jornalista Thaisa Galvão , em sua página  do Blog, para prefeitos que ainda tinham esperança de receber, ainda no governo Bolsonaro, o resto do que foi prometido do orçamento secreto, 'bye bye tia Chica', como dizia minha avó.

A ministra do STF Cármen Lúcia suspendeu a Medida Provisória do presidente Bolsonaro que adiava os repasses das
leis culturais 'Paulo Gustavo' e 'Aldir Blanc 2', obrigando o governo a recolocar os valores na previsão de gastos deste ano.

O corte na cultura permitiria que o governo repassasse, como emendas de relator - o orçamento secreto - um total de R$ 7,8 bilhões a serem repassados a prefeitos agora no final de novembro.

A decisão da ministra é uma rasteira no presidente da Câmara Arthur Lira, que contava com a liberação dos bilhões para garantir sua reeleição à presidência da Câmara, pagando a fatura com deputados ativos e ainda agradaria alguns novos, já que os valores, que eram secretos, terão que ser incluídos na transparência da previsão de gastos.

A medida provisória foi editada por Bolsonaro perto do primeiro turno das eleições permitindo a liberação de R$3,5
bilhões em emendas.
Não foi à toa que o governo cortou os recursos da cultura.

FONTE: thaisagalvao.com.br

8 de novembro de 2022

Ex-aliado diz que Bolsonaro bate em Michelle

 

Ex-aliado de Jair Bolsonaro, o deputado Julian Lemos acusou Jair Bolsonaro de bater na primeira-dama Michelle Bolsonaro no palácio.

Julian Lemos disse que o casamento de Jair Bolsonaro com Michelle é de fachada e que "ela não aguenta nem ver ele". 

Lemos conta que nas primeiras férias de Jair Bolsonaro ele foi para uma ilha, ela foi colocar um silicone e ele deu uns tapas nela. O deputado não apresentou provas nem detalhou como ficou sabendo das supostas agressões. Além disso, o deputado contou que Michelle não esteve presente no discurso de Bolsonaro, em que o ele falou pela primeira vez da derrota para Lula, porque “estava toda marcada” por causa de uma suposta nova agressão.“Ela não estava porque estava toda marcada. Manda ela aparecer aí”, disse o deputado.Julian Lemos foi coordenador da campanha de Bolsonaro no Nordeste nas eleições de 2018,e não conseguiu se reeleger neste ano.

Lemos ainda provoca, dizendo que guarda no celular pesadas revelações contra Bolsonaro. 

As informações foram publicadas no Radar da Veja e no UOL

6 de novembro de 2022

Governo Lula prepara ‘revogaço’ em normas sobre meio ambiente, armamento e sigilos



 O governo do presidente eleito Lula (PT) planeja para as primeiras semanas de 2023, quando assume, um “revogaço” de portarias e decretos do governo Jair Bolsonaro, segundo reportagem do jornal O Globo, focando na questão do armamento e nas questões ambientais, além das medidas de sigilos a informações.

A lista de normas que serão derrubadas ou modificadas está sendo elaborada pela equipe de transição coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

“O compromisso expresso na campanha foi revogar decretos que facilitam o acesso a armas e munições”. aponta o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que integrou o grupo responsável por discutir propostas para a segurança pública.

Durante o governo, Bolsonaro abriu caminho aos CACs (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), aumentando a quantidade a que a categoria podia ter acesso de 16 armas, 40 mil projéteis e quatro quilos de pólvora para 60 armas, 180 mil cartuchos e 20 quilos de pólvora. O número de CACs cresceu de 117 mil em 2018 para mais de 673 mil até junho de 2022, enquanto as armas registradas pelo grupo saltaram de 350 mil para mais de 1 milhão no período.

Na questão ambiental,o deputado federal Nilto Tatto (PT), um dos coordenadores do setor na campanha de Lula, apontou como prioridade a revogação de dois atos do governo Bolsonaro; um que reduziu o espaço da sociedade civil no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama); e outro que prevê a anulação de multas ambientais avaliadas em mais de R$ 16 bilhões.

“Temos que trabalhar nisso agora no início do governo, pois esses atos emperram as outras pautas”, afirmou. Ele irá junto com Lula à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), no Egito.

Durante a pandemia da Covid-19, o governo Bolsonaro, através do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, “passou a boiada” nos atos que flexibilizavam normas ambientais.

Como afirmou durante a campanha eleitoral, Lula pretende revogar decretos que impuseram sigilos de cem anos a assuntos envolvendo o governo federal, como a carteira de vacinação do presidente, o processo interno do Exército sobre a participação do então general Eduardo Pazuello em manifestação ao lado de Bolsonaro no Rio em maio de 2021, os crachás de acesso dos filhos de Bolsonaro ao Palácio do Planalto e a investigação da Receita Federal contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre outros temas.

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