14 de outubro de 2022

O que esperar do segundo turno nos estados: veja o que dizem as pesquisas

 

Brasileiros de doze estados irão às urnas, no dia 30 de outubro, decidir as eleições para governador. As pesquisas mostram que na Bahia, no Rio Grande do Sul e em Rondônia, o cenário é imprevisível, com os candidatos rigorosamente empatados.

Em Pernambuco, o segundo turno disputado por duas candidatas, Raquel Lyra (PSDB) e Marília Arraes (Solidariedade), pode culminar na eleição da única candidatura tucana aos governos estaduais.

Ainda no Nordeste, os sergipanos assistem uma inóspita aliança entre um ex-candidato bolsonarista e o petista Rogério Carvalho (PT), favorito para vencer o segundo turno. Em Alagoas, dois grupos políticos disputam o poder e o senador Renan Calheiros (MDB-AL) acusa o presidente da Câmara dos Deputados , Arthur Lira (PP-AL), de tentar interferir na eleição no estado.

Em São Paulo, Fernando Haddad (PT) movimenta as pesquisas e dá sinais de reação, contra o bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos), que decidiu não ir mais aos debates, após bom desempenho petista na TV Bandeirantes.

Confira a conjuntura e as pesquisas para cada estado:

Alagoas

A eleição em Alagoas caminha incerta no segundo turno. Nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou Paulo Dantas (MDB) do cargo de governador do estado, por um suposto envolvimento em um esquema de desvio de R$ 54 milhões dos cofres públicos. Candidato à reeleição, o emedebista pode continuar concorrendo no pleito, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Dantas aparece em primeiro na pesquisa divulgada pela Real Time BigData na última quarta-feira (12), com 59% dos votos válidos, contra 31% de Rodrigo Cunha (UB), aliado de Jair Bolsonaro e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Após a operação da Polícia Federal que culminou no afastamento de Dantas, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) foi às redes sociais e acusou Lira de envolvimento com o episódio, para desestabilizar a candidatura do atual governador.

“Alertei o TSE e MP: Alagoas é vítima do uso político da PF e do abuso de autoridades. Pedi a troca do superintendente, cabo eleitoral de Arthur Lira que sonha com a Gestapo. Lira levou uma surra. Vencemos em 83 cidades, elegemos o senador e temos 60% dos votos no 2º turno”, explicou Calheiros.

Por trás da contenda, está uma briga pelo poder no estado, protagonizada por dois grupos políticos antagônicos. Dantas e Calheiros são aliados. Na outra ponta, Lira, Bolsonaro e Collor.

Dantas era vice-governador de Alagoas, assumiu o cargo principal após a renúncia de Renan Filho (MDB), filho de Renan Calheiros, que concorreu e venceu a eleição para o Senado.

No primeiro turno, Dantas quase venceu a eleição, chegando à frente com 46,64% dos votos. Em segundo, Cunha teve 26,79%.

Amazonas

O atual governador amazonense, Wilson Lima (UB), caminha para se reeleger. De acordo com a pesquisa Real Time BigData, divulgada na última segunda-feira (10), ele lidera a corrida no segundo turno, com 48% das intenções de voto. Em seguida, está o senador Eduardo Braga (MDB), que soma 40%.

No primeiro turno, Lima conseguiu 42% dos votos e venceu o pleito com tranquilidade, 20 pontos percentuais à frente de Braga, que somou 20%. O atual governador e Bolsonaro já firmaram um acordo mútuo de apoio para o segundo turno.

Braga, que tem Anne Moura, secretária de Mulheres do PT no Amazonas, como vice em sua chapa, e que já foi ministro de Minas e Energia, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), é apoiado por Lula e abrirá seu palanque ao petista, até dia 30 de outubro, quando ocorre a votação.

Bahia

Os baianos protagonizam e assistem uma reviravolta impressionante na corrida eleitoral no estado. Desde o começo do ano, ACM Neto (UB) aparecia à frente nas pesquisas para governador da Bahia, com percentuais que lhe garantiriam vitória em primeiro turno.

Mas desde setembro, Jerônimo Rodrigues (PT) passou a crescer nas pesquisas e em 2 de outubro confirmou a ascensão, vencendo o primeiro turno, com 49,5%, flertando com a vitória direta, sem necessidade do segundo turno.

ACM Neto, que fez 40,80% no primeiro turno, teve uma boa notícia nesta semana. Na última quarta-feira (12), a pesquisa da Real Time BigData o colocou rigorosamente empatado com Rodrigues em 50% dos votos válidos.

Mesmo enfrentando um candidato petista, ACM Neto preferiu manter a neutralidade no segundo turno, sem declarar voto em Lula ou Bolsonaro.

Espírito Santo

A Real Time BigData divulgou a primeira pesquisa para segundo turno no estado, que mostra o governador Renato Casagrande (PSB) à frente, com 53% dos votos válidos, seguido por Carlos Manato (PL), que soma 47%.

A vitória de Casagrande no primeiro turno era apontada pelos institutos de pesquisa com margem confortável. Com ampla aliança no estado, que envolvia PT, PDT, MDB e Podemos, o atual governador rompeu uma tradição capixaba de eleições decididas em primeiro turno.

No Espírito Santo, Bolsonaro venceu com 52% dos votos, o que tem afastado a candidatura de Casagrande de Lula, para evitar perda de eleitores. O petista ainda não foi ao estado, no segundo turno.

Mato Grosso do Sul

Antes do debate da TV Globo, que reuniu os candidatos à presidência da República, no dia 30 de setembro, o bolsonarista Capitão Contar (PL) aparecia em quarto lugar, na disputa ao governo do Mato Grosso do Sul, com apenas 12% das intenções de voto.

No estado, Jair Bolsonaro (PL) estava em dúvida sobre apoiar seu correligionário ou o ex-governador do estado, André Pucinelli (MDB). O presidenciável decidiu, então, anunciar o voto em Contar, durante o debate.

Após o fechamento das urnas, Contar apareceu em primeiro, com 26,71% dos votos, deixando Pucinelli de fora do segundo turno. Seu adversário será Eduardo Riedel (PSDB), que somou 25,16% dos votos.

No segundo turno, Pucinelli, preterido por Bolsonaro e atacado por bolsonaristas durante todo o primeiro turno, decidiu apoiar Contar. Giselle Marques, candidata petista que terminou em quarto lugar na disputa para o governo local, ainda não declarou publicamente quem apoia na eleição sul-mato-grossense.

Nenhuma pesquisa para o governo do Mato Grosso do Sul foi divulgado até o momento.

Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB), perdido entre a disputa interna do partido para a definição do candidato à presidência e a indecisão sobre a reeleição, demorou a entrar na corrida eleitoral pelo governo do Rio Grande do Sul.

De favorito à reeleição, Leite terminou o primeiro turno em segundo lugar, com 26,81% dos votos, apenas 2.500 votos à frente de Edegar Pretto (PT), que terminou em terceiro, com 26,77%.

Ex-ministro de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (PL) garantiu a vitória em primeiro turno, com 37,50% dos votos, deixando para trás o outro representante do bolsonarismo no estado, o deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP), que teve apenas 4,28% dos votos.

Se Lorenzoni não esconde seu padrinho político, Jair Bolsonaro, Leite segue, assim como fez no primeiro turno, sem declarar apoio e voto no segundo turno da disputa presidencial.

De acordo com a pesquisa Real Time BigData, divulgada na última quinta-feira (13), os dois estão rigorosamente empatados, com 44%. Onyx, no entanto, aparece à frente nos votos válidos, com 51% das intenções de votos, contra 49% de Leite, no segundo turno.

Rondônia

O cenário rondoniense é similar ao gaúcho, onde dois bolsonaristas disputam o apoio do presidente da República e a cadeira do governo local. O senador Marcos Rogério (PL) e o atual governador Coronel Marcos Rocha (UB) estão empatados tecnicamente, na margem de erro, e aparecem com 44% e 43% das intenções de voto, respectivamente, na pesquisa da Real Time BigData divulgada na última segunda-feira (10).

No entanto, o senador está à frente, com 51% das intenções de voto, contra 49% do atual governador. Rocha venceu o primeiro turno, com 38,88% dos votos, contra 37,05% de Rogério.

Marcos Rogério foi alçado à fama durante a CPI da Pandemia, quando emprestou seu mandato para que servisse de linha auxiliar de Jair Bolsonaro, defendendo teses sem respaldo científico e sendo acusado de fake news.

O coronel Marcos Rocha foi eleito na esteira do bolsonarismo, em 2018, e foi companheiro de farda de Jair Bolsonaro. Os dois serviram juntos no Exército no Rio de Janeiro.

Santa Catarina

Na última quinta-feira (13), o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) barrou a divulgação da primeira pesquisa sobre a disputa do segundo turno ao governo catarinense. A decisão atendeu um pedido da campanha do senador Jorginho Mello (PL), que acusava o instituto de não apresentar os locais em que o levantamento foi realizado.

Em Santa Catarina ocorrerá o único duelo do segundo turno entre candidatos aos governos estaduais do PT e PL, partidos de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, candidatos à presidência da República.

Mello venceu o primeiro turno com 38,60% dos votos. Seguido por Décio Lima (PT), que somou 17,42%. O senador nunca ocupou cargos majoritários e foi eleito senador em 2018. O petista foi prefeito de Blumenau durante oito anos. Desde 2007, é deputado federal.

Paraíba

João Azevêdo (PSB) pode confirmar seu favoritismo para o governo paraibano nas urnas, de acordo com a pesquisa divulgada pela Real Time BigData na última terça-feira (11), que o coloca à frente, com 48% das intenções de votos. Seu adversário, Pedro Cunha Lima (PSDB), aparece com 39%.

Se excluídos brancos, nulos e indecisos, Azevêdo segue líder com 55% dos votos válidos, contra 45% de Lima.

Ex-secretário de Ricardo Coutinho (PT), que venceu a eleição para o Senado na Paraíba, Azevêdo foi eleito governador paraibano em 2018 e mantém sua administração próxima ao PT. Seu partido, o PSB, faz parte da aliança nacional articulada em torno da candidatura de Lula à presidência da República.

Já Pedro Cunha Lima seguiu a tendência adotada por outros candidatos tucanos no segundo turno, a neutralidade.

São Paulo

A 16 dias das eleições, a corrida eleitoral para definir o próximo residente do Palácio do Planalto está aberta. Na pesquisa divulgada pelo Datafolha, no dia 7 de outubro, o fluminense Tarcísio Freitas (Republicanos), ex-ministro de Jair Bolsonaro, aparecia confortável à frente, com 50% das intenções de voto. Em seguida, Fernando Haddad (PT), ex-ministro de Lula, somava 40%, .

Mas cinco dias depois, em 12 de outubro, o Ipec virou um balde de água fria na cabeça dos bolsonaristas e mostrou os dois candidatos próximos. Tarcísio, pontuando 46% e Haddad, somando 41%.

A tendência de queda do bolsonarista preocupou sua campanha que decidiu cancelar sua participação nos debates previstos para ocorrerem no segundo turno. O encontro da TV Globo ainda está aberto, sem a anuência de Freitas.

A oscilação ocorreu após o primeiro debate entre Haddad e Freitas, no último domingo (9). O petista foi favorecido pelo formato proposto pela TV Bandeirantes e teve sua participação celebrada pelos petistas. O desempenho de Freitas preocupou sua campanha.

Pernambuco

Raquel Lyra chega com força ao segundo turno, em Pernambuco, e pode ser a única vitória do PSDB, entre os 11 candidatos aos governos estaduais lançados pelo partido nas eleições de 2022.

De acordo com a pesquisa da Real Time BigData, divulgada na última quarta-feira (12), a tucana aparece à frente de Marília Arraes (Solidariedade), com 19 pontos de diferença, 54% e 35% das intenções de voto, respectivamente.

No dia da votação do primeiro turno, 2 de outubro, Lyra perdeu o marido, Fernando Lucena, de 44 anos, vítima de um mal súbito quando estava em casa. Somente no dia 12 de outubro, a tucana retomou a campanha de rua.

A campanha de Lyra tentou um acordo no TRE com a Marília Arraes, para que a corrida eleitoral no estado tivesse uma pausa, em respeito ao luto por Lucena. Mas candidata do Solidariedade não concordou com o hiato.

Sergipe

Neste momento, o senador Rogério Carvalho (PT) representa a principal oportunidade do PT vencer um dos estados em disputa no segundo turno. Os petistas já elegeram Elmano Freitas (CE), Fátima Bezerra (RN) e Rafael Fonteles (PI) no primeiro turno.

Carvalho aparece à frente na pesquisa Real Time BigData, divulgada na última quarta-feira (12), com 55% dos votos válidos, contra 45% de Fábio Mitidieri (PSD).

Em Sergipe, uma conjuntura política inóspita fez com que Valmir de Francisquinho (PL), bolsonarista que disputava a eleição para o governo sergipano,tivesse sua candidatura cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder econômico nas eleições de 2018, e fosse parar no palanque de Carvalho.

O bolsonarista declarou apoio ao petista, fato inédito no país. Isso acontece porque Francisquinho é adversário político do atual governador Belivaldo Chagas (PSD), que quer emplacar Mitidieri como seu sucessor.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

13 de outubro de 2022

Afastamento de governador de Alagoas causa mal estar no STJ



A operação da Polícia Federal realizada em Alagoas contra o governador do estado, Paulo Dantas (MDB), causou mal estar entre os ministros do Superior Tribunal de Justiça. O tribunal se reúne na tarde desta quinta-feira (13) em sessão extraordinária para deliberar sobre seu afastamento do cargo por 180 dias.Quatro ministros da corte ouvidos reservadamente manifestaram receio com a repercussão do caso para a imagem do tribunal em plena campanha eleitoral, informa a jornalista Malu Gaspar no Globo.

Dois deles chegaram a manifestar "perplexidade" e "estranheza" com o momento escolhido pela colega, Laurita Vaz, para determinar a operação.O julgamento opõe não apenas os arquirrivais Calheiros e Lira, ou o governo de Alagoas e a Polícia Federal estadual, mas também poderá produzir reflexos sobre a disputa pela presidência da República, já que Dantas apoia Lula.Em suas redes sociais, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que a operação contra o aliado “cheira a manipulação política”, num Estado em que a superintendência da PF é “controlada pelo presidente bolsonarista da Câmara dos Deputados”.

12 de outubro de 2022

Ex Presidente Lula hoje no Morro do Alemão : "Antes de vir a polícia, tem que vir a educação, a saúde e a cultura'"

  

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder nas pesquisas de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial, disse nesta quarta-feira durante encontro com representantes de favelas do Rio de Janeiro que a polícia deve ser apenas um componente da política pública para essas comunidades e deve vir depois de saúde, educação e cultura.

O petista disse ainda que, se eleito, criará comitês nacionais para discutir políticas nacionais para as favelas.

"Nós queremos que a polícia seja um componente de política pública do Estado. Antes de vir a polícia, tem que vir a educação, tem que vir a saúde, tem que vir a cultura, tem que vir a melhoria da vida das pessoas", disse Lula em discurso durante o encontro realizado no Complexo do Alemão, onde fará uma caminhada ainda nesta quarta-feira, antes de viajar para Salvador para uma nova caminhada de campanha.


11 de outubro de 2022

Ipec: Lula tem 55% dos votos válidos e Bolsonaro, 45%

 

O ex-presidente Lula (PT) tem 51% das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, informa pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira, 10. Jair Bolsonaro (PL) tem 42%. Brancos e nulos somam 5% e 2% não sabe.

Nos votos totais, Lula manteve o mesmo resultado, enquanto Bolsonaro caiu um ponto.

Considerando os votos válidos, isto é, sem contar brancos e nulos e indecisos, como contabiliza o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula vence a eleição com 55% contra 45% do seu adversário.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas, entre sábado (8) e segunda-feira (10), em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02853/2022.

10 de outubro de 2022

Vem aí a Nona Feira Literária do Projeto " O Contagio pela leitura"

 

 Confira as atrações!



Lula arrasta multidão em BH e diz que "responsabilidade fiscal é questão de caráter"

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste domingo (09/10), durante entrevista coletiva em Belo Horizonte (MG), que sempre teve responsabilidade fiscal em seus governos, com cumprimento de superávit primário todos os anos e crescimento econômico médio anual de 4,5%. Segundo Lula, responsabilidade fiscal é uma questão de caráter. “A gente só pode gastar aquilo que ganha”, afirmou.

Lula afirmou que o Brasil voltará a ter uma economia pujante. “Esse país precisa voltar a ter relações com o mundo exterior. O Brasil, durante todo o período do meu mandato, foi protagonista internacional. Eu fui o único presidente da República na história do Brasil que participou de todas as reuniões do G8. Eu fui um dos presidentes que ajudou a criar o G20”, disse ele, em resposta aos jornalistas.

Questionado sobre a condução na economia, o ex-presidente ressaltou o legado econômico e a responsabilidade fiscal que foram a marca de suas gestões. “Fui o único presidente da República que cumpriu o superávit primário durante todo meu mandato, dando a demonstração de que responsabilidade não é questão de lei, é de caráter, por isso eu sou contra o teto de gastos”, disse. “Um presidente da República que teve o mandato mais bem sucedido na economia”, destacou.

Superávit primeiro é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo. Já o teto de gastos, instituído pela Emenda Constitucional 95, limita a capacidade de investimento do Estado, impedindo a ampliação de políticas públicas que beneficiem a população.

“Eu não preciso de uma lei para ser responsável. Eu aprendi na minha formação política que a gente só pode gastar aquilo que a gente ganha, que produz, e se a gente tiver que fazer dívida tem que ser aquela que nós podemos pagar, uma dívida para construir um ativo que possa dar retorno financeiro para quem fez o investimento”, completou Lula.

Segundo Lula, ao assumir a Presidência, em 2003, economistas diziam que o Brasil estava quebrado, sem conserto, com inflação a 12%, desemprego a 12%, dívida interna pública de 60,5% do PIB e devedor do FMI.

“Quando entrei no governo, a primeira coisa que a gente fez foi reduzir a dívida pública de 60,5% do PIB para 37% do PIB. Segundo, a gente trouxe a inflação de 12% para 4,5% que era o centro da meta, dois a mais e dois a menos durante todo o nosso mandato. Terceiro, nós geramos, em 13 anos, 22 milhões de empregos formais. Quarto, nós pagamos a dívida com o FMI e emprestamos 15 bilhões pro FMI. Éramos devedores e viramos credores do FMI”, listou o ex-presidente.

9 de outubro de 2022

Mentiras explodiram na intener. Influenciador diz que bolsonaristas foram para o tudo ou nada, e "ninguém vai conseguir parar isso, ao que tudo indica"

 

O influenciador digital Felipe Neto alerta para a guerra em curso pelo gabinete do ódio (que seria comandado por Carlos Bolsonaro, o Carluxo, filho do ocupante do Planalto).

“Estou aqui pra apontar: o gabinete do ódio de Bolsonaro está operando a maior articulação de fakenews da história”, afirma.

"E ninguém vai conseguir parar isso, ao que tudo indica”, acrescenta.Bom, vou dar minha percepção sobre o uso de fakenews por parte da extrema direita nesse segundo turno.

Estou verdadeiramente preocupado com o q vai acontecer em função disso. A coisa é mto mais séria do q a gente vê em Twitter e Facebook.

Está claro q a máquina de fakenews bolsonarista tentou ficar mais quieta no 1o. turno, provavelmente com medo do Alexandre de Moraes.

Isso mudou RADICALMENTE agora. E a coisa está como eu nunca vi antes, nem sequer em 2018.

Eles perderam o medo, pq agora é tudo ou nada.

A criação de vídeos fakes está a todo vapor, de maneira criminosa e nojenta. E eles não deixarão rastros sobre isso.

Existe uma verdadeira "deepweb bolsonarista das fakenews" funcionando por Telegram, Whatsapp e emails.

O que vemos em Twitter, Face e Youtube é NADA.

Acabei de receber por email um professor desesperado perguntando se o vídeo do "Lula bêbado confessando tudo" era real.

O vídeo é uma sequência de cortes de falas do Lula numa entrevista, montando os cortes de forma criminosa. Parece q ele confessa crimes e xinga a Dilma.

As fakenews q a família Bolsonaro e seus apoiadores estão postando nas suas redes sociais são apenas cortina de fumaça pro PT perder tempo.

A criação de vídeos fakes está a todo vapor, de maneira criminosa e nojenta. E eles não deixarão rastros sobre isso.

Existe uma verdadeira "deepweb bolsonarista das fakenews" funcionando por Telegram, Whatsapp e emails.

O que vemos em Twitter, Face e Youtube é NADA.

Acabei de receber por email um professor desesperado perguntando se o vídeo do "Lula bêbado confessando tudo" era real.

O vídeo é uma sequência de cortes de falas do Lula numa entrevista, montando os cortes de forma criminosa. Parece q ele confessa crimes e xinga a Dilma.

As fakenews q a família Bolsonaro e seus apoiadores estão postando nas suas redes sociais são apenas cortina de fumaça pro PT perder tempo.

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