6 de julho de 2019

Ministério da Justiça confirma que Moro vazou informações sobre investigação da PF a Bolsonaro

Sergio Moro vazou informações sobre uma investigação da Polícia Federal, que atinge o PSL, a Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada pelo próprio Ministério da Justiça, segundo aponta reportagem da Folha, deste sábado.  :"O Ministério da Justiça confirmou, em nota enviada à Folha, que Jair Bolsonaro “foi informado sobre o andamento das investigações em curso” sobre as candidaturas laranjas do PSL, sigla à qual o presidente é filiado. A pasta acrescentou que 'as informações repassadas não interferem no trâmite das investigações”.
O inquérito, porém, tramita em segredo na Justiça Eleitoral de Minas Gerais. “O presidente da República foi informado sobre o andamento das investigações em curso [laranjas do PSL]. Também foi informado que existem outras investigações em andamento que tratam de possíveis irregularidades envolvendo questões relativas a agremiações partidárias. Todas as informações repassadas não interferem no trâmite das investigações, que correm com total independência na Polícia Federal”, diz a nota enviada pela equipe de Moro.
A Polícia Federal confirmou na terça que as investigações correm sob segredo de Justiça, mas não abordou a questão do repasse dos dados para Bolsonaro.


5 de julho de 2019

A casa caiu: Lava Jato de Moro detonou Judiciário, mídia e a democracia

Neste 5 de julho de 2019, dia em que desabou a casa mal assombrada da Lava Jato e do Golpe de 2016, construída com esmero pela grande mídia ao longo dos últimos cinco anos, eles resolveram virar democratas desde criancinhas.
Por que não deixaram o povo votar livremente em 2018, para decidir entre Lula e Bolsonaro, quando o ex-presidente tinha o dobro do capitão nas pesquisas de intenções de votos?
Para impedir a volta do PT ao poder, e abrir caminho para o boçalnarismo rude e ignaro, o ex-juiz Sergio Moro, agora ministro, se aliou e assumiu o comando da força-tarefa da Lava Jato, então chefiada pelo procurador Deltan Dallagnol, um tipo que se revelou sabujo e desprezível.
Agora, os dois são esculachados pelos principais jornais do mundo e a imprensa brasileira não tem mais como esconder a grande farsa da Lava Jato, que deixou um rastro de milhões de desempregados e empresas quebradas.
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“Vazamentos revelam um juiz imoral”, resumiu o New York Times, ao dar a notícia que rodou o planeta, e só entrou no portal de O Globo ao meio dia, escondida numa notinha envergonhada.
No mesmo horário, Merval Pereira e Carlos Alberto Sardemberg, dois porta-vozes da Globo, cortavam um dobrado e gaguejavam na CBN, tentando ainda salvar a cara de Moro & Dellagnol, já sem argumentos para explicar o injustificável: crimes em série, um verdadeiro passeio de imoralidades pelo Código de Processo Penal e pelo Código da Magistratura.
Moro não só orientou a investigação do MPF, como pediu inclusão de provas e sugeriu a mudança de datas de operações.
Mais grave: omitiu informações solicitadas pelo ministro do STF Teori Zavascki, morto num acidente aéreo em 2017, para manter um inquérito na 13ª Vara Federal, em Curitiba.
Isso só foi possível com a complacência do Supremo Tribunal Federal e a colaboração da mídia amiga nos vazamentos para condenar o PT.
Para o capitão Bolsonaro, que não tem a menor ideia do cargo que exerce, muito menos dos códigos que regem o trabalho de juízes e promotores, as instituições simplesmente não existem.
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Basta levar Moro para ser aplaudido no Maracanã, erguer a taça, zerar o jogo, passar o pano e seguir cantando alegremente, atropelando as leis no mundo de fantasia em que vivem.
Já não dá para dizer que é tudo coisa de “petralhas comunistas” porque quem fez as revelações mais graves até agora foi a Veja, em parceria com o The Intercept, um site americano.
É a mesma revista Veja que se aliou à Globo este tempo todo para desmontar Lula e o PT, e transformar Moro em “herói nacional” do combate à corrupção.
Na volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar, a maracutaia que há tempos se denunciava agora ficou nua à luz do dia, com seus personagens caricatos fazendo arminha com as mãos e gritando “Mito!”, reclamando agora de “vazamentos criminosos”.
Caíram todas as máscaras. O ilusionista juiz de primeira instância de Curitiba, comprovou-se agora, trapaceou a mídia amiga o tempo todo e desmoralizou o Judiciário.
E o Brasil vai aos poucos caindo na real, ao ver dia a dia o país ser destruído por um bando de mentecaptos, que só não rasgam dinheiro, e sabem muito bem a quem estão servindo.
Vida que segue.
247

Deltan Dallagnol: "Aha, Uhu, o Fachin é nosso"

 
Um dos diálogos mais escandalosos entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol da reportagem publicada pela revista Veja em parceria com o Intercept nesta sexta-feira (5) é uma referência ao ministro Edson Fachin, do Supremo: "Em 13 de julho de 2015, Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: 'Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso'.
A relação da operação Lava Jato com ministros do STF é um dos aspectos mais sensíveis do material do Intercept em parceria com diversos veículos de comunicação. Na divulgação realizada no último dia 12 por Reinaldo Azevedo na Bandnews, foi revelada a frase que passou a perseguir Moro: "In Fux we trust". Outro episódio relacionado ao STF que aparece no material Intercept-Veja é a incrível mentira de Moro ao ministro Teori (leia aqui).
Leia o caso "in Fux we trust":

Reportagem da revista Veja confirma: Moro foi um juiz ladrão

...

A reportagem de capa da revista Veja que começa a circular nesta sexta-feira confirma que o ex-juiz Sergio Moro cometeu crimes na condução da Lava Jato com o objetivo de prender o ex-presidente Lula e, por consequência, fraudar as eleições presidenciais de 2018

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4 de julho de 2019

Lula: quero sair daqui com 100% da minha inocência. Fora disso, esqueçam

Em mais um trecho da entrevista concedida ao site Sul 21, ex-presidente reforça que não pretende sair da prisão se não for declarada a sua inocência no processo; “Não adianta querer tirar o Lula daqui, mandar ele pra casa e colocar uma tornozeleira no bicho. Eu não quero sair daqui por caridade e minha canela não é canela de pombo. Não aceito tornozeleira. Eu quero sair daqui com 100% da minha inocência. Fora disso, esqueçam”
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Empresário comete suicídio em evento com o governador de Sergipe e ministro

O empresário Sadi Paulo Castiel Gitz, proprietário da Cerâmica Sergipe S/A, conhecida por Cerâmica Escurial, cometeu suicídio na manhã desta quinta-feira (4), quando participava de um evento promovido pelo Governo do Estado, no Hotel Radisson, em Aracaju (SE).
De acordo com relatos de testemunhas, no momento em que o governador Belivaldo Chagas (PSD) se preparava para falar, o empresário teria dito que ele é “mentiroso” e em seguida deu um tiro na boca.
As informações dão conta que a empresa do empresário passava por dificuldades e estava em processo de hibernação. Segundo ele, o governo não teria dado incentivo para a empresa sair da crise. A instituição tinha uma dívida com a Sergas, empresa de gás pertencente ao governo.
Em nota, o governo de Sergipe lamentou o ocorrido com o empresário e cancelou o Simpósio de Oportunidades para o novo cenário do gás natural em Sergipe.

Policiais rejeitam proposta de Bolsonaro na reforma da Previdência

Brazil's President-elect Jair Bolsonaro arrives to a meeting in Brasilia, Brazil November 20, 2018. REUTERS/Adriano Machado
Durou poucas horas o acordo articulado pelo presidente Jair Bolsonaro que beneficiaria agentes de segurança na proposta de reforma da Previdência. 
A proposta original, enviada pelo governo em fevereiro, criava uma idade mínima de 55 anos para homens e mulheres policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos. 
O presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Paiva, disse ao jornal Folha de S. Paulo que a proposta feita pelo governo “não resolve o nosso problema”.
“A idade mínima de 55 anos não era nosso principal problema. O governo está tentando vender que apresenta um novo texto melhor para a categoria, mas na verdade não melhorou nada”, disse Paiva.
Na proposta articulada por Bolsonaro, A idade mínima de aposentadoria da categoria ficará em 53 anos (homens) e 52 anos (mulheres). (leia mais no Brasil 247).

3 de julho de 2019

Confira o vídeo: Deputados chamam o Juiz Moro de Ladrão

Bolsonaro vaiado, Moro "juiz ladrão"; o país virou

O Brasil acordou diferente nesta quarta-feira, sob o impacto de outro 2 de julho histórico. Quase 200 anos depois da Independência da Bahia, a terça-feira 2 de julho de 2019 marca a virada, o grito de independência depois do tempo sombrio do ódio e da extrema-direita: Bolsonaro foi alvo de uma estrondosa vaia no Mineirão, foi chamado de "traidor", aos gritos,  por delegados no Congresso Nacional, enquanto Sérgio Moro era chamado de "juiz ladrão" e massacrado na audiência sobre a Vaza Jato na Câmara dos Deputados e na imprensa internacional. 
Veja a impressionante sequência de vídeos desta terça feira logo abaixo, assim como uma imagem representativa de como a imprensa internacional retrata Sérgio Moro:
vaia estrondosa no Mineirão no intervalo do jogo entre Brasil e Argentina:





2 de julho de 2019

Desmatamento na Amazônia dispara e cresce 60% no governo Bolsonaro

 Desmatamento na Amazônia cresce 20% entre agosto de 2018 e abril de 2019
O governo de Jair Bolsonaro, que representa interesses de ruralistas e tem pouco compromisso com o meio ambiente, tem sido responsável por um avanço sem precedentes do desmatamento na Amazônia. É o que aponta reportagem de Johanns Eller, publicada nesta terça-feira no jornal O Globo. 
"O desmatamento na Amazônia aumentou, em junho, quase 60% em relação ao mesmo mês em 2018. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a floresta perdeu, no mês passado, 762,3 km² de mata nativa, o equivalente a duas vezes a área de Belo Horizonte ", aponta o texto. "No mesmo período, em junho de 2018, o desmatamento havia sido de 488,4 km². No acumulado de 2019, o Brasil viu uma redução de aproximadamente 1,5 vez o território da cidade de São Paulo: 2.273,6 km². Este é o pior registro desde 2016. Na comparação mês a mês com relação a 2018, os dados estavam estáveis até abril. De abril a maio, o desmatamento deu um salto, de 247,2 km² a 735,8 km² de floresta destruída."
A reportagem lembra ainda que, na série histórica da plataforma Terra Brasilis, disponibilizada pelo Inpe e iniciada em 2015, os números deste ano até agora só são superados pelos de 2016, que registrou, até junho daquele ano, 3.183 km² de áreas desmatadas, no consolidado do ano. Naquela ocasião, os índices foram os piores desde 2008.

1 de julho de 2019

Governo do RN pretende economizar até R$ 6 milhões com diárias e passagens aéreas

O Governo do Rio Grande do Norte pretende reduzir os gastos com diárias e passagens aéreas em até 50% do valor que foi executado no ano passado, segundo informou a Controladoria Geral do Estado (Control) ao Agora RN. Essa redução, se implementada, pode vir a resultar em uma economia de até R$ 6 milhões aos cofres públicos do Estado.
De acordo com o controlador geral Pedro Lopes, para conseguir aplicar a medida, o Governo vai repensar a política de liberação de diárias de viagens e compra de passagens aéreas para agentes públicos. “O objetivo é manter os gastos com diárias e passagens em até 50% do executado em 2018, buscando uma maior racionalidade no uso destes recursos”, explicou.
Entre as medidas de controle que podem vir a ser adotadas está a reavaliação da legislação de concessão de diárias, regulamentada pelo Decreto nº 25.155 de 2015. Pedro Lopes também informou que será criada uma legislação para controlar todo o processo de compras de passagens aéreas.
“Com o resultado desse trabalho, aprimoraremos nossos sistemas corporativos para controlar eletronicamente as concessões e as compras de passagens, além de impedir novas disponibilizações para o servidor que não prestar contas na forma da legislação”, concluiu.
Segundo dados do Portal da Transparência, no ano passado o Governo gastou R$ 13,6 milhões com diárias de viagens pagas a servidores. Esses valores, no entanto, já caíram 32% nos últimos 10 anos (2009 a 2018). Emc contrapartida, nos anos de 2017 e 2018 houve crescimento nos gastos com diárias.
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Por unanimidade, TRF-1 mantém absolvição de Lula em caso de obstrução de Justiça

 
A 4ª Turma do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) absolveu por unanimidade o ex-presidente Lula e outras cinco pessoas da acusação de suposta obstrução à Justiça no caso Nestor Cerveró.
O tribunal endossou a sentença do juiz de primeira instância que considerou que o 'flagrante' que deu origem à ação foi preparado, ou seja, foi fabricada uma prova inidônea.
 De acordo com a denúncia do MPF (Ministério Público Federal), aceita pela Justiça em julho de 2016, Lula e outros acusados, como Delcídio Amaral, Maurício Bumlai e José Carlos Bumlai teriam obstruído a Justiça na tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
Em primeira instância, o juiz reconheceu que "há deficiência probatória para sustentar qualquer juízo penal reprovável" por parte de Lula, afastando a acusação de que ele teria tentado impedir ou modular a delação premiada de Nestór Cerveró.
A defesa do ex-Presidente Lula sempre demonstrou que a acusação se baseou em versão criada por Delcídio do Amaral para obter benefícios em acordo firmado com o Ministério Público Federal. Durante o processo, Cerveró, assim como as demais testemunhas ouvidas — de acusação e defesa —, jamais confirmaram qualquer participação de Lula em atos objetivando interferir na delação premiada do ex-diretor da petrolífera
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Golpe e Lava Jato quebraram a economia e construtoras encolhem 85% em 3 anos

O golpe contra a presidente Dilma Rousseff e as consequências econômicas da Lava Jato fizeram com que as principais construtoras do país encolhessem drasticamente nos últimos três anos. Entre 2015 e 2018, empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, UTC Engenharia e Constran, viram sua receita líquida despencar 85%, passando de R$ 71 bilhões para R$ 10,6 bilhões, segundo reportagem do Valor Econômico.
As receitas também foram afetadas pela redução dos investimentos em infraestrutura e pela crise econômica, que levou à paralisação de projetos e políticas para o setor.  A crise no setor resultou na demissão de mais de 1 milhão de trabalhadore entre 2014 e 2019, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Construção Pesada e Infraestrutura (Sinicon). Neste período, o país perdeu 2,6 milhões de postos formais de trabalho e o setor respondeu por quase 40% do fechamento de vagas.  
Ainda conforme o Sinicon, o governo federal reduziu os investimentos, que chegaram a mais de R$ 100 bilhões em 2014, para R$ 53,7 bi no ano passado. Com a redução destes investimentos, as empresas ficaram expostas e as primeiras a sentirem o baque foram as que possuíam contratos junto à Petrobrás. "Em 2015, a estatal simplesmente suspendeu o pagamento às construtoras, de obras já então realizadas, diante das revelações da Lava-Jato e da própria crise da petroleira", destaca a reportagem. 
Construtoras como UTC, Galvão Engenharia, OAS, entre outras, tiveram que renegociar dívidas ou ingressar com pedidos de recuperação judicial, antes mesmo de firmaram acordos de leniência devido às investigações da Lava Jato. Especialustas, porém, questionam o modelo dos acordos resultantes da leniência. Em outros países o comando das empresas nesta situação costuma ser trocada rapidamente, enquanto que no Brasil o controle permaneceu praticamente intocado, o que eleva a desconfiança sobre os negócios.
247

Atos pró-Moro têm briga entre bolsonaristas e MBL

Cerca de 20 integrantes do grupo DireitaSP foram até o caminhão do MBL em frente ao MASP para puxar palavras de ordem contra o grupo
Um dos principais organizadores das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff em 2015, o Movimento Brasil Livre (MBL) foi hostilizado por ativistas nesse domingo, 30, por não incluir o apoio ao presidente Jair Bolsonaro entre suas bandeiras.

30 de junho de 2019

Os Voluntários da Leitura realizam o segundo Arraiá do Seu Contágio

O projeto "Voluntários da leitura", realizou na noite de hoje(30) o segundo Arraiá do "seu contagio". A festa foi em frente ao Ponto de leitura do projeto e teve venda de comidas típicas, brincadeiras, concursos de forró e outras atrações, todas em prol do projeto. Parabéns a Todos/as envolvidos  que idealizam e executam ações voltadas para a leitura, o conhecimento e ainda promovem  entretenimento para a população.





Dasdores - voluntária do projeto


olhem quem estava prestigiando a festa! Zion Solano e a mamãe Rosineide Nascimento

Nova bomba do Intercept prova que delação contra Lula foi forjada pela Lava Jato

Léo Pinheiro pede benefício 'em grau máximo' após incriminar Lula
 "O empreiteiro que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso que o levou à prisão foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações", aponta a reportagem deste domingo. "Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista."
A reportagem lembra que Léo Pinheiro só apresentou a versão usada para condenar Lula  em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato. Os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas — e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo." Ou seja: Léo Pinheiro foi levado a incriminar Lula para ter sua delação aceita.
O empreiteiro foi recebido com ceticismo desde o início. “A primeira notícia de versão do LP [Léo Pinheiro] sobre o sítio já é bem contrária ao que apuramos aqui”, disse um dos procuradores, Paulo Roberto Galvão, no início de março. “Estamos abertos a ouvir a proposta da empresa mas não nos comprometemos com nada.”

Comunicamos que estamos em manutenção

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