25 de maio de 2019

SINTE Regional Pau dos Ferros elege sua nova Diretoria



Durante todo o dia de ontem (24), os profissionais da educação filiados ao SINTE votaram e elegeram a nova Diretoria da Regional Pau dos Ferros. Dos 322 filiados aptos a votarem, 308 votaram na chapa " Fortalecendo a Luta",11 votaram em branco e 3 votos nulos.

Morre a atriz Lady Francisco

Com demissões de abril, RN já perdeu quase 6 mil vagas de emprego em 2019

A informação está em relatório divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), por meio do Ministério da Economia. Os números de abril representam uma redução de 1.532 demissões se comparado ao mês passado, quando o Caged registrou 2.033 desligamentos no Estado.
A maioria das demissões ocorreu no setor dos Serviços. Foram 5.394 postos fechados. O Comércio está em segundo lugar com 3.048 demissões. Logo em seguida vêm a Construção Civil (-1.322); Indústria da Transformação (-1.258); Agropecuária (-601) e Extrativa Mineral (-130).
O número total é de 11.829 demissões, contrabalanceado por 11.328 contratações, sendo 5.586 apenas no setor de Serviço, 2.694 no Comércio, 1.502 na Construção Civil e 1.154 na Indústria da Transformação. O resultado é o saldo de -501 postos de trabalho.
Agora RN

Com a palavra a deputada Natália do PT do Rio Grande do Norte

24 de maio de 2019

QUEIROZ PAGOU R$ 133,5 MIL EM DINHEIRO VIVO POR TRATAMENTO NO EINSTEIN



Apontado como arrecadador da "rachadinha" nos salários dos funcionário do clã Bolsonaro, Fabrício Queiroz já pagou R$ 133,58 mil em espécie pelo tratamento que fez no hospital israelita Albert Einstein contra um câncer; foram R$ 64,58 mil pela cirurgia, outros R$ 60 mil para a equipe médica e R$ 9 mil ao oncologista, tudo em dinheiro vivo; na mira do Ministério Público, Fabrício Queiroz teve os sigilos fiscal e bancário quebrados pela Justiça, junto com o senador Flávio Bolsonaro e mais 87 pessoas.

Resistência até na ÁGUA

Bolsonaro publica decreto em defesa da tequila mexicana

BOLSONARO QUER ACABAR COM MINHA CASA E CRIAR MEU ALUGUEL, MINHA VIDA

IRRESPONSÁVEL, BOLSONARO ESTIMULA MAIS MORTES NAS ESTRADAS

23 de maio de 2019

LULA CONSTRÓI FRENTE AMPLA COM PDT E PSB

Eduardo Matysiak/Ricardo Stuckert



Ex-presidente Lula recebeu nesta quinta-feira 23 em Curitiba o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho, do PSB; "Não é possível que essa libertação dele não se dê logo. Já passou do limite", declarou Lupi, que contou ter encontrado um homem "bem, lúcido e preocupado com o Brasil"; Coutinho fez uma defesa enfática da soberania do Brasil e lembrou dos governos em que Lula "orgulhou o Brasil lá fora e levantou a auto-estima do povo brasileiro"; 
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MEC abre consulta para vagas no Sisu nesta quinta-feira






A partir desta quinta-feira, 23, os estudantes já poderão consultar as vagas disponíveis nas instituições e cursos oferecidos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre, na pagina do Sisu na internet.
Podem participar do Sisu, os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.
As inscrições do Sisu poderão ser feitas de 4 a 7 de junho. Durante esse período, uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados.
O resultado será divulgado no dia 10 de junho. Os participantes poderão ainda integrar a lista de espera entre 11 e 17 de junho.
Para evitar sobrecarga do sistema, segundo o Ministério da Educação, o simulador do Sisu, que mostra informações dos últimos processos seletivos, vai ficar temporariamente fora do ar a partir desta quinta-feira.
A previsão é que volte ao ar no dia 10 de junho. “A medida, preventiva, foi necessária para evitar que o sistema fique sobrecarregado”, disse a pasta.
O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior a estudantes que fizeram o Enem.

20 de maio de 2019

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do RN abre concurso público

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Norte (CRMV-RN) abriu nesta segunda-feira, 20, concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio. As oportunidades são para Agente Administrativo e Agente Fiscal e o salário inicial é de R$ 1.996,00.
O edital publicado pelo Instituto Quadrix prevê preenchimento de uma vaga efetiva e 29 de cadastro de reserva para Agente Administrativo, além de uma vaga efetiva e 29 de cadastro de reserva para Agente Fiscal, já considerados os quantitativos de vagas reservadas aos candidatos negros e candidatos com deficiência. O documento pode ser consultado no site do instituto: www.quadrix.org.br.
As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, através do site da organizadora, a partir desta segunda-feira, 20, até o dia 8 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 48,00 (quarenta e oito reais). Previstas para o dia 28 de julho, no turno vespertino, as provas objetivas, serão de caráter eliminatório e classificatório e contarão com 40 questões de Conhecimentos Básicos, 20 de Conhecimentos Complementares e 60 de Conhecimentos Específicos.
De acordo com o edital, todas as fazes do concurso serão realizadas em Natal e os aprovados serão submetidos ao regime de trabalho da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, fazendo jus aos direitos, às vantagens e às obrigações previstas em lei, reguladas em acordo coletivo de trabalho e em normas administrativas internas do CRMV-RN.
Para concorrer às vagas, os candidatos precisam ter pelo menos 18 anos na data da contratação, Ensino Médio completo e Carteira Nacional de Habilitação de, no mínimo, categoria “B”, além de estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, no caso do candidato do sexo masculino. 

O presidente do CRMV-RN, dr. Wirton Peixoto Costa, reforçou a importância do concurso para a autarquia. “Nós estamos expandido muito a nossa atuação e isso implica na necessidade de aumentar a equipe”, afirmou.

agorarn

BOLSONARO TENTA AUTOGOLPE COM CERCO AO CONGRESSO E JUDICIÁRIO

19 de maio de 2019

Gustavo Bebianno revela bastidores de sua relação com o presidente e diz que o filho Carlos era identificado pelo pai como “um pitbull para se deixar quieto”



Na revista Veja que está nas bancas, o ex-ministro Bebianno, demitido após queda de braço com o filho do presidente, revela bastidores de sua relação com o presidente, hoje rompida.
E afirma que Bolsonaro se desequilibra quando tem que tratar sobre a interferência do filho Carlos, a quem ele identificou como “um pitbull para deixar quieto”.
Confira a entrevista do ex-ministro e ex-amigo do presidente, publicada nas páginas amarelas da Veja desta semana.
O EX-MINISTRO da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno esteve no centro da primeira grande crise do governo de Jair Bolsonaro. Bebianno era o presidente do PSL durante a campanha eleitoral de 2018. Em fevereiro passado uma reportagem da Folha de S.Paulo acusou a sigla de acumular dinheiro para o fundo partidario por intermédio de “laranjas”. Bebianno negou, mas não convenceu Bolsonaro. No ápice da convulsão, disse ter falado ao telefone com o presidente, internado no Hospital Albert Einstein, e que todo o mal-entendido havia sido resolvido. O filho Carlos tuitou: “Mentira”.
Uma extensa conversa por meio de mensagens de audio no WhatsApp revelada por VEJA comprovou que Bebianno dissera, sim, a verdade.
Demitido, o ex-fiel escudeiro assiste à distância as novas investidas de Carlos contra novos alvos (o vice Hamilton Mourão e o ministro Santos Cruz).
Dos Estados Unidos, onde passa férias, ele faz o alerta: “Carlos sabe como manipular o presidente”.
O general Santos Cruz, que tem sido violentamente atacado nas redes sociais bolsonaristas, é o novo Gustavo Bebianno?
Espero que não, mas tudo indica que pode ser. O modus operand é o mesmo, desqualificar o ministro com ataques levianos. A questão que fica é: por que esse governo age e reage dessa forma tão peculiar, atacando aliados?
Exoneração de cargos em governo deve ser assunto de Estado, decisão exclusiva do presidente, a ser comunicada ao seu ministro. Nesse governo, no entanto, a exoneração é sempre precedida de um irresponsável e desnecessário processo de difamação. Por que tentar manipular a opinião pública? Para que o presidente e seus filhos pareçam mártires, enquanto todos os demais, traidores, comunistas ou infiltrados? Queimar injustamente os ministros de Estado escolhidos pelo próprio presidente não me parece o método mais inteligente e ético. Isso terá consequências.
Por que Bolsonaro se deixa influenciar por seu filho Carlos?
Essa é uma pergunta que deveria ser dirigida ao presidente. Pela minha ótica, ele tem conhecimento dos problemas do filho, mas não sabe como resolver a questão. A minha impressão é que há muita chantagem emocional envolvida e assuntos íntimos de família que não me dizem respeito. A minha única observação é no sentido de que o presidente está tendo uma grande dificuldade para impor limites, e isso atrapalha o governo.
Quem o demitiu, afinal? Jair ou Carlos?
O presidente estava em um momento de fragilidade emocional e física, pois tinha acabado de passar por mais uma cirurgia, além de todo o período de internação hospitalar. Carlos se aproveitou daquela situação para fazer a cabeça do pai e jogá-lo contra mim. Ele sabe como manipular o pai, usando teorias de conspiração sem fundamento algum. O presidente está perdendo quase todos os seus verdadeiros aliados por conta disso. E os que ainda estão ao seu lado não põem mais a mão no fogo. Essa posição de isolamento e bem frágil, pois o líder máximo da nação precisa contar com o respeito e a confiança de sua equipe.
Como o senhor analisa o embate entre os generais e Olavo de Carvalho?
Bem, em primeiro lugar, quero destacar a minha reverência e respeito pelas Forças Armadas e pelos generais e demais oficiais que hoje ocupam funções no governo. Na verdade, o meu respeito pelo presidente teve como pressuposto original o fato de ele ser um militar. Por isso, sempre fiz questão de tratá-lo de capitão. Posso garantir que os militares são leais, patriotas, honestos e, acima de tudo, guardiães da Constituição. São o que de melhor há neste governo.
Em relação ao Olavo, é um teórico, que em nada tem contribuído para melhorar o Brasil. Critica tudo e todos, mas jamais se dispôs a vir ajudar. A gota d’agua, para mim, foram os ataques baixos, rudes e mentirosos, contra o general Santos Cruz, que e um homem honrado.
De onde vem essa autoridade moral do Olavo de Carvalho sobre o presidente?
Você acha mesmo que o presidente lê ou assiste a Olavo de Carvalho? Essa influência se dá por meio dos filhos, especialmente Carlos e Eduardo, que são inexperientes. Mas, seja de forma direta ou indireta, acho ruim.
Os militares não conseguem alertar o presidente sobre os problemas que Olavo cria?
Eles tentam, mas nem sempre é fácil, principalmente quando Carlos está por perto. Infelizmente, minha avaliação estava errada. O presidente só ouve o filho, a seita cresce e, hoje, o governo está nessa situação complicada.
Quando sua relação com Carlos começou a se deteriorar?
Na verdade, esse processo se iniciou antes mesmo da posse, quando Carlos Bolsonaro já exigia do pai meu afastamento do grupo. O filho do presidente ameaçava ir embora caso se confirmasse minha nomeação como ministro. É incrível, mas esse tipo de ameaça realmente desequilibra o Jair. Foi uma fase muito desgastante. Por mais de uma vez, tive o impulso de ir embora, mas algumas pessoas importantes no processo me convenceram a permanecer. Por outro lado, o presidente tinha plena consciência do meu papel, sabia da minha lealdade e capacidade, e que não seria correto atender ao capricho do filho. Mas a perseguição continuou e o resultado foi o meu afastamento.
Pela maneira como o senhor foi tratado, ainda sente mágoa de Jair Bolsonaro?
Sou um ser humano e não sofro de amnésia. Noventa dias já se passaram, esfriei a cabeça, recapitulei o que aconteceu algumas vezes. O problema não foi ter saído do governo, pois isso faz parte do jogo e das circunstâncias. Esperava ao menos uma conversa, até mesmo para dizer, francamente, que não suportava mais as pressões e que preferia ceder à vontade do filho. O que me deixou perplexo, no entanto, foi a forma desleal com que fui tratado. Foi um linchamento público desmedido, sob falsas acusações. Inventaram vários pretextos para justificar a decisão e criaram uma crise sem motivo algum. Tentaram sujar o meu nome e denegrir a minha imagem e honra, e isso considero inaceitável. Hoje, fazem o mesmo com o general Santos Cruz, que é um homem correto e verdadeiro amigo do presidente, como também fui. Sei o que fiz para que o presidente fosse eleito. Ele também sabe. Até onde sei. ele também não sofre de amnésia. Um de seus problemas é se permitir permanecer cercado por um grupo de pessoas que nada fazem de efetivo a favor dele ou do país.
O senhor não havia percebido a influência que os filhos exerciam sobre Bolsonaro na campanha?
Eu sabia que existia, sim, um nível de influência, principalmente do Carlos, mas ela não chegou de fato a atrapalhar muito durante a pré-campanha e a campanha. Uma vez, no avião, perguntei ao presidente o motivo de o Carlos não parcipar de nada, de nunca estar presente, de se manter sempre alheio e à distância, e ele me respondeu que o Zero Dois era um pitbull para deixar quieto.
Qual foi o papel de Carlos Bolsonaro na eleição do presidente?
Na minha avaliação, nenhum!
Nenhum?
Ficar sentado no sofá de casa, ofendendo os outros e falando bobagens pela internet, é bem fácil. Carlos nunca fez uma viagem sequer conosco pelo Brasil afora. A única viagem em que esteve presente foi a de Juiz de Fora, a do atentado, pois era um trajeto curto, de carro, cuja volta estava programada para o mesmo dia. A verdade é que Carlos nunca se sacrificou pela campanha do pai, nunca dormiu no chão ou em aeroporto, nunca cuidou da segurança, sempre esteve distante.
O senhor tem medo de alguma vingança?
Vingança, por que vingança? Não fiz nada de errado. Pelo contrário!
Como disse, trabalhei dois anos para eleger o presidente e resolvi todo tipo de problema pelo caminho. Atuei como advogado, assessor de imprensa, segurança, líder partidário, coordenador de campanha, mas, acima de tudo, fui seu amigo. Estou reconstruindo a minha vida e espero não ser vítima de mais covardia.
O senhor é o organizador do laranjal do PSL?
Isso só pode ser piada! Essa acusação é leviana, e, até onde sei, não existe laranjal no PSL. É mais fácil isso ter acontecido em outros partidos.
O MDB, por exemplo, recebeu quase 250 milhões de reais de fundo eleitoral, e o PT, 220 milhões. O então pobre PSL recebeu 5% desse valor, que foi distribuído de forma parcimoniosa por todo o Brasil.
O ministro Sérgio Moro vem sofrendo algumas derrotas. O senhor acha que o presidente está rifando o ex-juiz?
Repare o que motiva sua pergunta: a dúvida se o presidente está sendo firme e leal com sua tropa, ou se a está “rifando” e abandonando pelo caminho, assim como fez comigo. Independentemente da resposta, que honestamente não sei qual é, o fato é que a liderança do presidente está abalada e vem sendo questionada desde meu episódio, hoje agravado pelo mesmo comportamento em relação aos militares. O presidente terá de superar essa desconfiança para que seja capaz de governar.
Até onde o senhor pode observar, como é a relação entre Paulo Guedes e Bolsonaro?
O ministro Paulo Guedes é muito inteligente, um dos profissionais mais preparados que já conheci. Ele sustenta suas ideias com esmero e quer o melhor para o país. E sabe que o presidente ainda precisa assimilar muitos princípios básicos que norteiam uma economia verdadeiramente liberal. Por isso, poderá ficar sozinho em algumas batalhas.
Qual o maior erro do governo Bolsonaro?
Falta de diálogo e coordenação.
Qual o maior acerto?
São muitos. Desde o início, ter trazido os militares para o governo e ter apostado no ministro Paulo Guedes. O ministro Sérgio Moro também foi um grande acerto.
Aliás, não entendo por que falar em vaga no STF agora, já que a missão do Moro está só no começo na Justiça.
No seu curto tempo de Palácio, qual lição aprendeu?
Aprendi no governo que o poder seduz e altera o comportamento das pessoas. Torna-as arrogantes e também compromete a memória. Na política, nossa maior virtude deve ser manter os pés no chão e os verdadeiros aliados por perto.
Desde o episódio de sua demissão, o senhor voltou a falar com Bolsonaro?
Trocamos WhatsApp de voz logo após o vazamento do áudio do Onyx Lorenzoni. A mensagem que ficou foi de pesar pelo ocorrido. Desejo sorte ao presidente. Espero que ele valorize seus aliados e ministros, contribua para o diálogo e faça um excelente governo para todos nós.

thaisagalvao

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