6 de abril de 2018

Mídia Ninja mostra a TRINCHEIRA DE RESISTÊNCIA Em São Bernardo


Em São Bernardo do Campo, uma uma fortaleza de resistência se ergueu. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC abriga a militância e é trincheira de luta hoje, assim como há 40 anos, durante a ditadura militar.


TERMINA O PRAZO: LULA NÃO SE RENDE, POVO O PROTEGE, E REPRESSÃO PODE COMEÇAR

Condenado sem provas e alvo de um mandado de prisão ilegal, uma vez que assinado antes de esgotados os recursos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se render no prazo determinado por Sergio Moro; cercado e protegido por milhares de pessoas no sindicato dos metalúrgicos de São Paulo, Lula decidiu não se entregar e agora, com ajuda da polícia de Geraldo Alckmin, a PF pode iniciar a repressão ao povo brasileiro; acompanhe ao vivo o ato em frente ao sindicato.

DEFESA DE LULA ENTRA COM NOVO PEDIDO DE HABEAS CORPUS NO STJ

 Rafael Ribeiro
A defesa do ex presidente Lula entrou com novo pedido de habeas corpus no STJ; a alegação é a de que ainda cabem novos embargos e que, portanto, a prisão não poderia ocorrer; o argumento jurídico da defesa também aponta a precipitação do TRF-4 que não esperou a publicação do acórdão do julgamento dos embargos de declaração; em São Bernardo do Campo, Lula está cercado por uma multidão, que não pretende permitir sua prisão sem provas por Sergio Moro.
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5 de abril de 2018

Disse Lula:

Nota oficial: Um dia trágico para a democracia e para o Brasil


Hoje é um dia trágico para a democracia e para o Brasil.
Nossa Constituição foi rasgada por quem deveria defendê-la e a maioria do Supremo Tribunal Federal sancionou mais uma violência contra o maior líder popular do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao negar a Lula um direito que é de todo cidadão, o de defender-se em liberdade até a última instância, a maioria doSTF ajoelhou-se ante a pressão escandalosamente orquestrada pela Rede Globo.
E ao pautar o julgamento do habeas corpus de Lula, antes de apreciar as ações que restabelecem a presunção da inocência como regra geral, a presidenta do STF determinou mais um procedimento de exceção.
Esse direito fundamental, que fatalmente voltará a valer para todos, não valeu hoje para Lula.
Não há justiça nesta decisão. Há uma combinação de interesses políticos e econômicos, contra o país e sua soberania, contra o processo democrático, contra o povo brasileiro.
A Nação e a comunidade internacional sabem que Lula foi condenado sem provas, num processo ilegal em que juízes notoriamente parciais não conseguiram sequer caracterizar a ocorrência de um crime.
Lula é inocente e isso será proclamado num julgamento justo.
O povo brasileiro tem o direito de votar em Lula, o candidato da esperança. O PT defenderá esta candidatura nas ruas e em todas as instâncias, até as últimas consequências.
Quem tem a força do povo, quem tem a verdade ao seu lado, sabe que a Justiça ainda vai prevalecer.


 05/04/2018 01h02


Nota oficial

4 de abril de 2018

Ao vivo na Esplanada em Brasília

GLOBO INCITA NOVO GOLPE MILITAR, DENUNCIA PT


"A Globo quer repetir o que fez em 1964, quando incitou chefes militares contra o governo constitucional de Jango Goulart. E o faz agora para pressionar o Supremo.c", aponta nota assinada pela presidente do partido Gleisi Hoffmann (PT-PR), pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), e pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líderes nas duas casas do parlamento; "A saída para a crise política, econômica e social está na realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças políticas e sem vetos autoritários a Lula".
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3 de abril de 2018

Direto do Facebook: Prefeito é encontrado morto dentro de uma Rádio Comunitária

Humor:A entrevista de Moro

ATO NO RIO CONSOLIDA FRENTE CONTRA O FASCISMO

Abraços significam muito, sobretudo em tempos de avanço do fascismo e da intolerância; Lula e Marcelo Freixo, que nunca haviam subido no mesmo palanque, consolidaram esse sentimento ontem em uma noite no Circo Voador; os dois deram um exemplo ao país e aos segmentos de esquerda como um todo; o abraço de Lula e Freixo é histórico e uma imagem com potencial de mobilizar, a partir do Rio de Janeiro, uma concertação nacional de retorno ao estado democrático de direito.
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2 de abril de 2018

JURISTAS LEVAM 3.262 ASSINATURAS AO STF EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO

STF/Ricardo Stuckert

Enquanto promotores se mobilizam pelas redes sociais e alguns, como Deltan Dallagnol, fazem até greve de fome para que o ex-presidente Lula seja preso sem provas, juristas levam 3.262 assinaturas aos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal nesta tarde para que a presunção de inocência, cláusula pétrea da Constituição brasileira, seja mantida; participam do movimento diversas entidades representativas de advogados, magistrados, defensores públicos, promotores de Justiça, professores e demais operadores do Direito; ao 247, a jurista e professora da UFRJ Carol Proner defende a inclusão do julgamento das ADCs sobre o tema na decisão sobre o mérito do HC de Lula; "Isso está afetando a vida de milhares de pessoas que podem vir a ser consideradas inocentes".

MÍDIA PRESSIONA ROSA WEBER A VOTAR CONTRA LULA

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF (01/03/2016)
O jornal Folha de S. Paulo, que deseja a prisão do ex-prisão Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu colocar a "faca no pescoço" da ministra Rosa Weber, nesta segunda-feira, às vésperas do julgamento do pedido de habeas corpus de Lula, que será julgado na quarta-feira; a Folha lembra que Rosa já negou liberdade a 57 condenados em segunda instância, pontuando que, embora tais decisões firam suas convicções pessoais, ela acompanhou a maioria do tribunal; no entanto, como o STF está disposto a voltar atrás e garantir novamente a presunção de inocência, Lula deve conseguir seu HC.

1 de abril de 2018

Artigo : Jesus não morreu pelos “nossos pecados” e sim por enfrentar o sistema

Cruz (detalhe), Igreja do Espírito Santo e de S. Alessandro Mártir, Arquidiocese de Portoviejo, Equador / Arcabas (Jean-Marie Pirot)
Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados. Essa é a resposta que normalmente se dá para aqueles que perguntam por que o Filho de Deus terminou seus dias na forma mais infame para um judeu, o patíbulo da cruz, a morte dos amaldiçoados por Deus (Gl 3,13).
Jesus morreu pelos nossos pecados. Não só pelos nossos, mas também por aqueles homens e mulheres que viveram antes dele e, portanto, não o conheceram e, enfim, por toda a humanidade vindoura. Sendo assim, é inevitável que olhando para o crucifixo, com aquele corpo que foi torturado, ferido, riscado de correntes e coágulos de sangue expostos, aqueles pregos que perfuram a carne, aqueles espinhos presos na cabeça de Jesus, qualquer um se sinta culpado … o Filho de Deus acabou no patíbulo pelos nossos pecados! Corre-se o risco de sentimentos de culpa infiltrarem-se como um tóxico nas profundezas da psiquê humana, tornando-se irreversíveis, a ponto de condicionar permanentemente a existência do indivíduo, como bem sabem psicólogos e psiquiatras, que não param de atender pessoas religiosas devastadas por medos e distúrbios.
No entanto, basta ler os Evangelhos para ver que as coisas são diferentes. Jesus foi assassinado pelos interesses da casta sacerdotal no poder, aterrorizada pelo medo de perder o domínio sobre o povo e, sobretudo, de ver desaparecer a riqueza acumulada às custas da fé das pessoas.
A morte de Jesus não se deve apenas a um problema teológico, mas econômico. O Cristo não era um perigo para a teologia (no judaísmo havia muitas correntes espirituais que competiam entre si, mas que eram toleradas pelas autoridades), mas para a economia. O crime pelo qual Jesus foi eliminado foi ter apresentado um Deus completamente diferente daquele imposto pelos líderes religiosos, um Pai que nunca pede a seus filhos, mas que sempre dá.
A próspera economia do templo de Jerusalém, que o tornava o banco mais forte em todo o Oriente Médio, era sustentada pelos impostos, ofertas e, acima de tudo, pelos rituais para obter, mediante pagamento, o perdão de Deus. Era todo um comércio de animais, de peles, de ofertas em dinheiro, frutos, grãos, tudo para a “honra de Deus” e os bolsos dos sacerdotes, nunca saturados: “cães vorazes: desconhecem a saciedade; são pastores sem entendimento; todos seguem seu próprio caminho, cada um procura vantagem própria”  (Is 56, 11).
Quando os escribas, a mais alta autoridade teológica no país, considerando o ensinamento infalível da Lei, vêem Jesus perdoar os pecados a um paralítico, imediatamente sentenciam: “Este homem está blasfemando!” (Mt 9,3). E os blasfemos devem ser mortos imediatamente (Lv 24,11-14). A indignação dos escribas pode parecer uma defesa da ortodoxia, mas na verdade, visa salvaguardar a economia. Para receber o perdão dos pecados, de fato, o pecador tinha que ir ao templo e oferecer aquilo que o tarifário das culpas prescrevia, de acordo com a categoria do pecado, listando detalhadamente quantas cabras, galinhas, pombos ou outras coisas se deveria oferecer em reparação pela ofensa ao Senhor. E Jesus, pelo contrário, perdoa gratuitamente, sem convidar o perdoado a subir ao templo para levar a sua oferta.
“Perdoai e sereis perdoados” (Lc 6,37) é, de fato, o chocante anúncio de Jesus: apenas duas palavras que, no entanto, ameaçaram desestabilizar toda a economia de Jerusalém. Para obter o perdão de Deus, não havia mais necessidade de ir ao templo levando ofertas, nem de submeter-se a ritos de purificação, nada disso. Não, bastava perdoar para ser imediatamente perdoado…
O alarme cresceu, os sumos sacerdotes e escribas, os fariseus e saduceus ficaram todos inquietos, sentiram o chão afundar sob seus pés, até que, em uma reunião dramática do Sinédrio, o mais alto órgão jurídico do país, o sumo sacerdote Caifás tomou a decisão. “Jesus deve ser morto”, e não apenas ele, mas também todos os discípulos porque não era perigoso apenas o Nazareno, mas a sua doutrina, e enquanto houvesse apenas um seguidor capaz de propagá-la, as autoridades não dormiriram tranquilas (“Se deixarmos ele continuar, todos acreditarão nele … “, Jo 11,48). Para convencer o Sinédrio da urgência de eliminar Jesus, Caifás não se referiu a temas teológicos, espirituais; não, o sumo sacerdote conhecia bem os seus, então brutalmente pôs em jogo o que mais estava em seu coração, o interesse: “Não compreendeis que é de vosso interesse que um só homem morra pelo povo e não pereça a nação toda?” (Jo 11,50).
Jesus não morreu pelos nossos pecados, e muito menos por ser essa a vontade de Deus, mas pela ganância da instituição religiosa, capaz de eliminar qualquer um que interfira em seus interesses, até mesmo o Filho de Deus: “Este é o herdeiro: vamos! Matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança” (Mt 21,38). O verdadeiro inimigo de Deus não é o pecado, que o Senhor em sua misericórdia sempre consegue apagar, mas o interesse, a conveniência e a cobiça que tornam os homens completamente refratários à ação divina.
* Alberto Maggi, biblista italiano, frade da Ordem dos Servos de Maria, estudou nas Pontíficias Faculdades Teológicas Marianum e Gregoriana de Roma e na Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém. É autor de diversos livros, como A loucura de Deus: o Cristo de João, Nossa Senhora dos heréticos
* Francisco Cornélio, sacerdote e biblista brasileiro, é professor no curso de Teologia da Faculdade Diocesana de Mossoró (RN). Fez seu bacharelado no Ateneo Pontificio Regina Apostolorum, em Roma. Atualmente, está em Roma novamente, para o doutorado no Angelicum (Pontifícia Universidade Santo Tomás de Aquino), onde fez seu mestrado
Edição: Tradução: Francisco Cornélio

APOIADOR DO GOLPE, FHC VÊ RISCO DE MORTE DA DEMOCRACIA NO BRASIL

RENATO ARAUJOA/Br
"A ansiada renovação de conduta deve ter início na campanha e se traduzir num novo governo capaz de fazer o País recuperar a confiança no seu futuro", diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou o golpe de um consórcio de ladrões contra a presidente Dilma Rousseff;  "Caso contrário, temo, podemos enveredar por descaminhos que, cedo ou tarde, nos levem a governos não democráticos, de direita ou de esquerda. A história dos últimos 20 anos mostra que a democracia pode morrer sem que necessariamente haja golpes de Estado e supressão de eleições", afirma, sem se desculpar pelo golpe que já aconteceu.
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