13 de outubro de 2017

PAU QUE BATEU EM DELCÍDIO NÃO BATEU EM AÉCIO, APONTAM JURISTAS SOBRE DECISÃO DO STF


LULA MARQUES
Presidente do STF - Carmem Lúcia



"Questiono a falta de coerência do Tribunal, que para alguns decide de um jeito e para outros de outro. Fora que havia uma pressão política ontem e o STF cedeu a isso, como mostra claramente o voto da Presidente da Corte. O Tribunal não pode decidir porque está sob pressão, seja de outro poder, da mídia ou da opinião pública. O único compromisso dele é e deve ser com a Constituição", afirmou o afirmou o professor Direito Constitucional da Universidade Federal de Ouro Preto, Alexandre Melo Franco Bahia; o professor da Uerj Afrânio Silva Jardim classificou o casuísmo como "lamentável". No entanto, para ele, "o delicado momento atual exige um postura 'legalista'"

12 de outubro de 2017

SILVIO COSTA: SE MAIA FIZER UM GESTO AOS DEPUTADOS, TEMER CAI

Marcelo Camargo/Agência Brasil | Beto Barata/PR
Na opinião de deputado de Pernambuco, "Rodrigo Maia está sendo muito correto com Temer"; "Se Maia mexer com as pedras, o Temer cai. Temer tem que ficar agradecido a ele, porque se Rodrigo fizer algum movimento, ele cai. Não tenho dúvida disso", afirmou; rusgas entre o presidente da Câmara e Michel Temer ganharam novo capítulo na última terça-feira, quando Maia se irritou com a atitude dos líderes do governo, que retiraram seus deputados de plenário e não deram quórum para a votação da medida provisória 784; na ocasião, Maia avisou: "Não vamos votar nenhuma medida provisória até regulamentar"

11 de outubro de 2017

BOMBA 2º CONDENAÇÃO !!!! - LULA PEGOU UM ÓTIMO ATALHO PARA SE LIVRAR DE SUA SEGUNDA CONDENAÇÃO.


Através da análise das inúmeras provas documentais divulgadas pela imprensa, pelos depoimentos aterradores dos delatores de Lula , empresários camaradas e perícias, posso  dizer que: -

  • – através da minha experiência profissional – afirmar que o acusado Lula  escolheu a melhor estratégia para se defender das acusações robustas apresentadas na denúncia do Ministério Público.
Lula é acusado de ter recebido consideráveis propinas da empreiteira Odebrecht para a compra de um terreno onde futuramente seria edificado a sede do Instituto Lula e ainda a aquisição o acusam de uma operação fraudulenta de um apartamento em São Bernardo do Campo.

Visivelmente astuto , o famoso depoente fez novamente do banco dos réus seu palanque eleitoral. Lá entoou a mesma cantilena que é repassada por sua entusiasmada militância: 
  • a do homem honesto e sistematicamente perseguido pela justiça, inimigos políticos e imprensa.
Mais uma vez Lula tentou ilidir a demanda criminal “no seu grito de guerra“ . Foi temperado, estrategista, calculista e demonstrou não temer a justiça brasileira.

Foi impertinente, atrevido com o juiz Sérgio Moro – 
  • chegando a indagar sobre sua imparcialidade no julgamento de seus processos. Lula mostrou-se estrategista com a procuradora federal do caso, a quem chamava reiteradamente de “querida”. 

Demonstrou um comportamento estável, que ora parecia estar discursando em sua bela caravana ao nordeste preparando terreno para campanha a presidente, ora confraternizava em um churrasco movido a bravatas e goles etílicos e ora estava sentado em seu trono e esbravejava rodeado de súditos e militantes.

Lula nunca se esqueceu que ali não era candidato a nada, mas sim um réu qualquer. Lula  se preocupou apenas em desmontar as provas existentes, exibindo cabalmente que não recebeu propinas da empreiteira e não escamoteou a compra de imóveis para burlar a lei e a justiça.

Seu advogado adotou uma postura conveniente e perseverante; atravessava com inserções cabidas em quase todas as perguntas dirigidas a seu cliente, citava convenções e arranjos 
  • – como se a justiça ali estivesse a praticar uma arbitrariedade ou um ilícito, quando na verdade não  era uma mera formalidade legal: o depoimento de um acusado.
Confrontado sobre as provas constantes dos autos, Lula mais uma vez foi hábil e confundiu os papéis a encenar. Acusou a Polícia Federal de ter forjado as provas documentais que foram apreendidas em seu apartamento; 
  • acusou seus delatores e ex-amigos chamando-lhes de “mentirosos e fantasiosos”; negou todo o depoimento de seu ex-companheiro petista, Antônio Palocci, a quem atribuiu “frieza e desfaçatez“;
  • ridicularizou o precioso depoimento de Carlos Bumlai, bem como disse não ter conhecimento das tramoias articuladas por seus supostos prepostos na empreitada criminosa.
Instado a indicar provas documentais demonstrando que o apartamento adquirido por um conhecido 
  • – que segundo a denúncia seria um laranja seu – limitou-se, foi calculista, a dizer que não iria fazê-lo, pois “não tinha nada a ver com isso e que se o Ministério Público quisesse deveria providenciar tais provas”.
Enfim, um depoimento gigantesco que poderá livra-lo de  sua segunda condenação criminal – as provas hábeis a revelar sua inocência já foram providenciadas  rapidamente nos autos. Lula e sua grande  defesa adotaram a cabida tática em que o ataque é a melhor defesa. 
  • Por isso, atacam o juízo, a Polícia Federal e os ex-companheiros ( hoje delatores)que delatam e se esquecem das PROVAS, esta sim, a única que poderia ser capaz de condena-lo.
Lula ainda conseguiu entender que a justiça criminal  é um palco de teatro arrendado para apresentação política e de público cativo um verdadeiro marketing orquestrado pela justiça. Lula percebeu que diante de provas documentais, periciais e depoimentos, os discursos políticos são meramente oportunos.

Lula nunca perdeu o seu orgulho de ter feito muito pelos mais pobres  e aparenta viver nesta realidade dos fatos. Ele ainda tem o povo , quem tem o povo é mais o poderoso na politica. 
Ele  enxerga muito bem , que não passa de um réu e um réu  que está em sérios apuros por causa das convicções de um juiz partidário!

RESUMO:

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus advogados deixaram a capital paranaense com a certeza da vitória – se não jurídica, ao menos política; 
  • "Ele saiu com a sensação de que fez o que tinha se proposto a fazer. Pela alegria que senti, estava satisfeito com o que tinha conseguido", 
Disse à agência Reuters pessoa próxima ao ex-presidente; 
  • outro dirigente petista que conversou com os advogados depois da audiência conta que o clima era de euforia; 
"A avaliação deles é de que não poderia ter sido melhor", contou; 
  • depois de cinco horas em que respondeu todas as questões, Lula ainda fez alegações finais que entram para a história do País
Se voc

10 de outubro de 2017

Lula desafiou mais uma vez seus acusadores

Em um ato em defesa das universidades públicas, Lula subiu o tom contra a Lava Jato e desafiou seus acusadores a ver o que acontecerá no País se o impedirem de ser candidato ao Palácio do Planalto em 2018.“Eu sei que eu estou lascado. Todo dia tem um processo. Não quero nem que o Moro me absolva, só quero que peça desculpas”, declarou o ex-presidente. Muito aplaudido pela plateia, que o chamava de “guerreiro do povo brasileiro”, Lula prosseguiu em sua ofensiva. “Eles agem todo santo dia para me tirar da disputa. Obviamente que eles podem. Juntam meia dúzia de juiz e votam. Não me deixam ser candidato e pronto. Se eles acham que, me tirando da disputa, está resolvido o problema deles, façam e vamos ver o que acontece no País. Se acham que não vou ter força para ser cabo eleitoral, testem.”

blog do magno

Patrícia Lélis: “Lula, me perdoa por ter ido às ruas e ter sido a favor de um golpe”

 Reprodução: <p>Patrícia Lélis</p>
"Eu olhei nos seus olhos e te pedi desculpas. Porém sinto a necessidade de mais uma vez dizer: Me perdoa. Me perdoa por ter ido às ruas e ter sido a favor de um golpe. Me perdoe por compactuar com um governo que todos os dias retira os poucos direitos que resta do trabalhadores. Me perdoa por fazer o Brasil voltar para o mapa da fome. Me perdoe por colocar a nossa floresta Amazônica em jogo. Me perdoa por ter sido tola", escreve a jornalista Patrícia Lélis, ex-militante do PSC.
247

9 de outubro de 2017

Nova investigação contra Temer

Protagonista da mais recente investigação aberta contra Michel Temer, o grupo Rodrimar  ocupa uma área no porto de Santos "sem respaldo" de contrato com o poder público, segundo o governo federal, e tem autorização apenas de liminares para atuar em outros dois terminais; o grupo  teve sua concessão prorrogada por 35 anos, em maio, graças a uma canetada presidencial; o Ministério Público Federal suspeita que dois dirigentes da companhia tenham operado propina para Temer;  o ex-assessor de Temer e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi gravado em interceptações telefônicas defendendo a ampliação de alcance do decreto presidencial que beneficiaria empresas portuárias com contratos antigos, firmados até o início dos anos 1990.
brasil 247

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