16 de setembro de 2017

LULA O homem mais poderoso do País


Ricardo Stuckert: <p>Lula</p>


"O homem mais poderoso do país não é o mais temido. Senão, seria Sérgio Moro. Mas quando a Lava Jato acabar seu poder também findará. Lula é o único brasileiro que pode se eleger, a qualquer momento, o que quiser: vereador, prefeito, deputado, senador, governador, presidente da República. Em qualquer cidade de qualquer estado do país. Ele não depende de nada de fora dele para ter poder. Seu poder é pessoal e intransferível", afirma o colunista do 247, Alex Solnik.

15 de setembro de 2017

NOVA DENÚNCIA É FLECHA GROSSA E STF DEVE AUTORIZAR ENVIO À CÂMARA

Alan Santos/PR

A segunda denúncia de Rodrigo Janot contra Miguel Temer é flecha grossa.  É mais consistente que a primeira, que o acusou de corrupção passiva mas não provou que ele era o destinatário dos R$ 500 mil da mala de Rocha Loures.  É mais forte quando trata da chefia de organização criminosa do que ao falar em obstrução da Justiça.  As avaliações correntes,  de que a maioria de Temer na Câmara garantirá sua rejeição, são precipitadas. A base já não é um colosso unido, como em agosto,  e está ressentida com o “calote” do governo nos compromissos firmados naquela ocasião; leia a análise de Tereza Cruvinel.
247

Sindicalistas recebem relator da reforma trabalhista, dep Rogério Marinho com protesto em Mossoró

A charge da sexta


14 de setembro de 2017

PGR DENUNCIA AGRIPINO, MORALISTA SEM MORAL, POR PROPINAS DE R$ 2 MILHÕES

O senador Agripino Maia (DEM-RN), que vestiu camisa amarela nos protestos contra a corrupção que levaram ao golpe de 2016, foi denunciado ontem pela procuradoria-geral da República por corrupção passiva; o motivo: as propinas de R$ 2 milhões que ele teria recebido das empreiteiras envolvidas na construção da Arena das Dunas, em Natal (RN); Agripino é também acusado de lavagem de dinheiro pela Polícia Federal, mas nega participação no esquema

13 de setembro de 2017

Respostas de Lula ao Juiz Moro

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"Meritíssimo, Vossa Excelência acha que eu, em troca do que fiz para todos os brasileiros, dos mais miseráveis aos mais ricos, sem nenhuma luta de classes, sem nenhuma revolução sangrenta, a ponto de entregar meu governo com aprovação de 80%, e com esse reconhecimento nacional e mundial todo, iria me comprometer recebendo como recompensa um tríplex que mal vale R$ 2 milhões e um sítio de terceira categoria? Se eu quisesse recompensa pelo simples cumprimento de minhas obrigações como presidente da República, e se eu sou o maior corrupto deste país, como a mídia poderosa anda espalhando por aí, eu seria o dono e usufrutuário, com tudo passado em cartório, com tudo faturado e pago, de um conjunto de bens à altura dessa fama toda. Eu seria o dono da cobertura de Sérgio Cabral, na praia do Leblon, do apartamento de Fernando Henrique na Avenue Foch, em Paris, da mansão do dono do Banco Safra, que valem, respectivamente, 20, 20 e 200 vezes o tal tríplex de Guarujá. Em vez do sítio em Atibaia, eu teria a suntuosa fazenda de Fernando Henrique em Minas Gerais, ou um aeroporto privado construído com o dinheiro público, como Aécio Neves. Eu teria ligações com o tráfico de drogas e armas, com o PCC. Eu teria a mansão de 1.100m2 dos donos da Globo em terreno de 29 hectares da Marinha em área de proteção ambiental, com praia privativa, em Paraty. Eu teria ainda haras, helicóptero, jatinho, iate, tudo de alto luxo, uma grande coleção de obras de arte de alta cotação no mercado. Eu seria o dono do maior museu particular de arte sacra do Brasil na cobertura do finado Antônio Carlos Magalhães. Eu teria ainda o império de José Sarney no Maranhão. Eu seria tão rico quanto Jorge Bornhausen, Sílvio Santos, Paulo Maluf. Eu teria uma fazenda com 500.000 cabeças de gado, como o banqueiro Daniel Dantas. Eu teria a casa da Dinda e uma frota de carros os mais luxuosos e sofisticados, como Fernando Collor. Eu teria um bom punhado de ações do Banco Itaú, do Bradesco, do Safra, do Santander e de várias empresas que não pagam impostos e sonegam à Previdência Social. Eu teria muitos milhões de reais aplicados em ouro, renda fixa e depósitos em paraísos fiscais. Eu seria o dono de um império midiático para receber polpudas verbas de propaganda do governo. O que é que eu tenho, Excelência? Onde é que eu moro, Dr. Moro? Será que não posso continuar tomando minha cachacinha, comendo minha mortadela, meu churrasco? Será que não vou poder mais sair pelas ruas e cair nos braços do povo, esse povo que tanto deseja que eu volte ao Planalto? Será que eu vou ser condenado e preso sem prova?" E virando-se para Deltan Dallagnol: "isso é justo, Sr. Procurador?"

Senado aprova Projeto de Lei que regulamenta os Agentes de Saúde

Image result for imagem o Senado Federal, aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 56/2017
o Senado Federal,  aprovou nessa quarta-feira o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 56/2017, que regulamenta a atuação dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. Ficou definida em 40 horas a jornada das duas categorias, dividida em 30 horas semanais para as atividades externas de visita domiciliar e outras ações de campo e mais 10 horas semanais para atividades de planejamento e avaliação das ações. 

COM APOIO POPULAR, LULA TEM NOVO DUELO COM MORO

Foto: Ricardo Stuckert
O ex-presidente Lula e o juiz Sergio Moro se encontrarão novamente nesta quarta-feira (13), às 14h, em Curitiba, em função da ação penal na qual o petista é acusado de receber propina da Odebrecht. Em apoio ao ex-presidente, a Frente Brasil Popular realizará um ato a partir das 15h, na Praça Generoso Marques, no centro da capital paranaense. "Eles só querem inviabilizar a candidatura de Lula pois sabem que, se Lula concorrer, irá se eleger presidente, por vontade do povo. Portanto, eles querem criminalizá-lo em um processo arbitrário e sem provas. Ele tem direito de ser candidato. Eleição sem ele é fraude", afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas.

247

12 de setembro de 2017

QUEM VAI FAZER O POWER-POINT DO TEMER?

Marcelo Camargo/Agência Brasil | Reprodução
"A Polícia Federal está convencida de que o ocupante do Planalto era o líder inconteste do grupo integrado por Eduardo Cunha, Henrique Alves, Moreira Franco, Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima.  Todos os grandes negócios do esquema careciam de sua anuência e de sua palavra final sobre o destino do butim, fossem eles com a JBS, com as  empreiteiras ou outras empresas", diz a colunista Tereza Cruvinel; segundo ela, Temer apodreceu e era ele quem mereceria um power-point como o feito pelo procurador Deltan Dallagnol.
247

11 de setembro de 2017

Tromba-music APRESENTA: BNegão & Os Seletores De Frequência - O Mundo (Panela De Pressão)


NÃO É UM JULGAMENTO. É UMA CRUCIFICAÇÃO

RICARDO STUCKERT
"Quando se tem uma sentença firmada, investigação, julgamento, defesa, acusação, tudo isso é secundário. O importante é produzir espetáculo suficiente para tornar o veredito uma coisa que papagaios repitam e ouvidos predispostos aceitem", diz o professor Regis Moraes, doutor em ciência política pela Unicamp, no quinto artigo da série Em Defesa de Lula; "Faz anos, Lula tem sua vida investigada e repassada. Não acham contas na Suíça, nem fazendas em Minas Gerais ou apartamentos em Paris, não está na lista de Furnas nem constrói aeroportos na fazenda que não tem. Em tempos em que malas se multiplicam mais do que os peixes da Bíblia, nenhuma dessas malas é de Lula", afirma; segundo ele, Lula está sendo crucificado, sem direito a defesa.

Capa do Pasquim de 1982 " O BRASIL FALIU "

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Para se ter uma ideia de que a realidade  da Política brasileira sempre foi falida e  corrupta, basta ver essa edição  do Pasquim de 1982 , retratava o que se revela  nos dias de hoje.

 O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar.
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 "Eu encontrava sempre a turma dos Pasquim no final da tarde no Amarelinho da Cinelândia tomando um chopp gelado e um bom bate-papo,  e de cortesia  ganhava um exemplar que acabara de ser impresso ."
           Lee Dantas

O que fere a dignidade da Nação é ter Temer e Aécio soltos


Ueslei Marcelino/Reuters: <p>Michel Temer Aécio Neves</p>
O jornalista Joaquim de Carvalho, um dos editores do DCM, postou um vídeo em que lembra que, enquanto setores da sociedade comemoram a prisão de Joesley Batista, o que fere a dignidade da Nação é o fato de Michel Temer e Aécio Neves estarem soltos

10 de setembro de 2017

Joesley e Ricardo Saud se entregaram na sede da PF em São Paulo

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, e o lobista Ricardo Saud, cuja prisão foi decretada pelo ministro Edson Fachin por violação do acordo de colaboração premiada, se entregaram na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo; Saud foi o primeiro a chegar; por volta de 14h, Joesley chegou. Ambos chegaram à PF em carros particulares; prisão dos delatores foi ordenada por Fachin a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot; os dois acusaram Michel Temer de receber propinas da JBS. brasil247

Advogado de Joesley é visto em boteco com Rodrigo Janot em Brasília

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Rodrigo Janot e o advogado Pierpaolo Bottini, que defende Joesley Batista, tiveram um encontro fora da agenda num boteco de Brasília, neste sábado.
O Antagonista obteve com exclusividade o registro fotográfico feito por um frequentador do local.
A testemunha diz que ambos conversaram por mais de 20 minutos. Para não chamar atenção, escolheram uma mesa de canto, ao lado de uma pilha de caixas de cerveja. Janot não tirou os óculos escuros:

Ministro pede prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão dos empresários Joesley Batista e Ricardo Saud, delatores da JBS; Fachin negou o pedido de prisão do ex-procurador Marcello Miler; pedidos de prisões foram feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, após divulgação de conversas entre Joesley e Saud que apontam suposta participação do ex-auxiliar de Janot na negociação do acordo de delação premiada do grupo J&F; termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas

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