5 de agosto de 2017

SALVAÇÃO DO TEMER É A AUTOBIOGRAFIA DA ASSEMBLÉIA DE BANDIDOS

"Temer, um dos mais ilegítimos e apodrecidos governantes em todo o mundo, paradoxalmente detém o poder de entregar às metrópoles imperiais a mais atraente e suculenta agenda da geopolítica mundial contemporânea: as riquezas nacionais, a renda pública, a soberania política e econômica, as terras, a cadeia de gás e petróleo, a Amazônia, a legislação ambiental, o Aqüífero Guarani, a soberania nuclear, a capacidade de lançamento de satélite, os direitos trabalhistas, a previdência e tantos outros valores da nona maior economia do planeta", diz o colunista Jeferson Miola.

4 de agosto de 2017

As imagens da propina de Aécio, líder do golpe

A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer; foram três pagamentos de R$ 500 mil para Aécio, entregues pelo ex-diretor da JBS Ricardo Saud ao primo de Aécio, Frederico Pacheco; Aécio, na prática, hoje governa o Brasil, pois indicou quatro ministros e o presidente da Petrobras, Pedro Parente; foi também ele quem orientou um aliado, o deputado Paulo Abi-Ackel a produzir o parecer que salvou Temer; novo pedido de prisão de Aécio, feito pelo procurador geral Rodrigo Janot, deve ser julgado em breve, pela 1ª Turma do STF; as imagens são chocantes.
Essa matéria  é do site 247

CHEFE DO EXÉRCITO VAI ÀS REDES E CRÍTICA CAOS FISCAL DE TEMER E MEIRELLES

Marcelo Camargo/Agência Brasil
O general Eduardo Villas Boas, comandante do Exército, usou seu perfil no Twitter para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo; a instituição está enfrentando um grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras; contingenciamento de recursos é resultado do caos econômico de Henrique Meirelles e Michel Temer: enquanto Meirelles produziu um rombo anual de R$ 160 bilhões e estourou a meta, Temer gastou R$ 13,4 bilhões só pra se salvar; com isso, governo agora é obrigado a cortar em serviços básicos, como a defesa do País.
247

3 de agosto de 2017

Dilma caiu porque não comprou os picaretas que se venderam a Temer



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Em 17 de abril do ano passado, quando Eduardo Cunha, hoje condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, aceitou o pedido de impeachment sem crime de responsabilidade contra a presidente legítima Dilma Rousseff, o escritor português Miguel Sousa Tavares definiu a sessão como "a assembleia de bandidos presidida por um bandido"; neste 2 de agosto, o golpe dos corruptos cumpriu mais uma etapa, na sessão que arquivou a acusação contra Michel Temer por corrupção passiva; o custo da operação foi de R$ 17 bilhões e envolveu a compra de deputados no próprio plenário; hoje, 473 dias depois de um golpe que transformou o Brasil na maior república bananeira de todos os tempos, o País se condena a ser governado pelo crime.

Maia chora depois de dizer que poderia ter derrubado Temer


REUTERS/Ueslei Marcelino: <p>Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante cerimônia em Brasília 07/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino</p>

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um dos artífices da vitória de Michel Temer na casa, chorou diante de seus colegas de bancada ao fazer um balanço dos últimos meses, quando vislumbrou a possibilidade de se tornar o mandatário da República, mas escolheu recuar; aos aliados, confessou ter se sentido pressionado, mas disse não se arrepender de nada; deixou claro que, se quisesse, poderia ter derrubado o peemedebista; não o fez, afirmou, por ter “caráter”.

2 de agosto de 2017

A charge do dia

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Câmara decide se salva a pele de Temer, rejeitado pelo povo

i Marcelino/Reuters
 
 


Pesquisa Ibope/Avaaz aponta que 81% da população são favoráveis à abertura de processo contra o peemedebista. E outros 79% consideram que o deputado que votar pela rejeição da denúncia é cúmplice de Temer. Às vésperas das eleições de 2018, ninguém quer aparecer como cúmplice de um governo impopular.

A oposição promete não facilitar a vida do governo e já adiantou que não pretende garantir quórum logo de manhã. A estratégia é aguardar para somente dar quórum depois que a base aliada já houver colocado número suficiente de deputados no plenário para permitir a votação.

Além de deputados do PCdoB, PT, Psol, Rede, PDT, PSB e PTdoB, membros do PSDB e do PSD – partidos que integram a base do governo – também podem aderir à estratégia.

“Precisamos mostrar quem são os cúmplices do Temer. O governo tem pressa, então quem tem pressa, que garanta o quórum. Precisamos votar quando a sociedade estiver acompanhando, tem que ter transparência, a digital dos deputados. Se essa votação não acontecer amanhã, isso não é problema para nós. Vamos acompanhar até amanhã de tarde para decidir em que momento entramos para dar quorum para fazer a votação acontecer”, afirmou a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Votação

A sessão será aberta com o registro da presença de pelo menos 52 deputados. Mas a votação só poderá ser iniciada quando pelo menos 342 parlamentares registrarem presença em plenário.

O governo disse ter os votos para barrar a denúncia, mas enfrenta dificuldades em garantir o quórum necessário para abrir a votação. Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o governo está confiante que haverá quórum, mas admite que há dúvidas se haverá em plenário o quórum mínimo de 342 deputados no momento da votação nominal devido à atuação da oposição.

“Acreditamos que deverá haver no painel 342 presentes. Isso nós acreditamos. A dúvida que existe é se teremos na hora da votação os 342 votos. Isso depende muito da oposição. Se a oposição obstruir, não vai acontecer”, disse Padilha.

Seguindo o calendário estabelecido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), contrário ao prosseguimento da denúncia, foi lido em plenário.

Os parlamentares da oposição pediram que Maia mude o rito da sessão, garantindo que mais deputados tenham direito a falar durante o tempo de discussão. Os deputados também defendem que o primeiro relator do processo, deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), também deve ler seu parecer, que é favorável ao prosseguimento da denúncia, além dos líderes partidários. O relatório de Zveiter foi rejeitado após manobras do governo, que trocou integrantes da comissão por deputados pró-Temer.

Pelas regras, terão direito a falar durante 25 minutos o relator do parecer vencedor na CCJ, Paulo Abi-Ackel (PSDB -MG), e o advogado de defesa de Temer. E por cinco minutos cada, poderão falar dois parlamentares favoráveis e dois contra o parecer.

De acordo com o rito oficial, depois da apresentação do relator, da defesa e de pelo menos quatro oradores, há possibilidade de apresentação de um requerimento de encerramento da discussão. Para votar tal requerimento, é necessária a presença de pelo menos 257 deputados no plenário.

Temer é o primeiro presidente em exercício do cargo a ser acusado de crime comum. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Temer ao Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva com base na delação e gravações dos donos do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS. O empresário Joesley Batista gravou uma conversa com Temer, em março, no Palácio do Jaburu.

Resultado

A votação deverá demonstrar o enfraquecimento do governo junto a sua base aliada. Durante todo o recesso, o governo tentou garantir os votos dos indecisos. Chegou a chamar o senador Aécio Neves (MG) para um jantar na busca de uma solução para os rebeldes do PSDB que defendem o desembarque da legenda.

A probabilidade do governo garantir os votos para barrar a denúncia é grande. No entanto, isso não representará uma vitória do governo, que está desgastado. Na agenda das reformas, a base aliada emplacou o seu projeto de Brasil, fazendo prevalecer os interesses do mercado.

Essa mesma base também acredita que deve salvar a pele de Temer. O problema está em ter que explicar tal conduta aos eleitores em 2018, que já se aproxima. Resta saber quantos deputados serão indiferentes ao rechaço do povo ao governo Temer, o que vai revelar o tamanho do distanciamento do Congresso com os anseios dos brasileiros.

“Os eleitores já se decidiram: votar a favor de Temer agora é suicídio político”, disse Diego Casaes, coordenador de campanhas da Avaaz, que encomendou a pesquisa Ibope sobre a votação desta quarta. “Uma pesquisa feita pelo Ibope sob encomenda da Avaaz nesta semana revelou que 81% dos eleitores querem que seus deputados descubram a verdade sobre Temer e protejam o Brasil dessa corrupção que está drenando os cofres públicos. Se eles nos ignorarem, serão rejeitados nas próximas eleições. Os brasileiros vão se lembrar disso em 2018”, completou.

Além disso, a manutenção de Temer no poder é a curto prazo, já que Janot já avisou que outras denúncias devem ser apresentadas até o fim do seu mandato, que termina em setembro.




Do Portal Vermelho, Dayane Santos com informações de agências

1 de agosto de 2017

342 votos: Eis a questão

Se não houver 342 deputados, para o início da sessão de amanhã (02) de agosto! Fora Temer!

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Atos Fora Temer vão acontecer no País nessa quarta

 

31 de julho de 2017

Lula visitará Currais Novos e Mossoró neste mês de agosto

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A senadora Fátima Bezerra recebeu a confirmação hoje de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará o Rio Grande do Norte nos próximos dias 27 e 28 durante a caravana que percorrerá por 21 dias municípios do Nordeste. O ex-presidente passará às 16h do dia 27, em Currais Novos (27), e às 16h do dia 28, em Mossoró (28).
A comitiva terá início dia 16 de agosto pela Bahia.

BOLSA FAMÍLIA : 525 MIL ESTÃO NA FILA


O fracasso da política econômica e o desemprego recorde provocados por Michel Temer levaram ais de 143 mil famílias retornaram ao Bolsa Família neste ano; a fila de espera também cresceu; ela chegou a estar zerada nos meses de janeiro e fevereiro, mas aumentou gradualmente e atingiu 525 mil famílias; Mesmo com a procura elevada, a quantidade de benefícios do bolsa caiu; em julho, 12,7 milhões de famílias foram atendidas. No fim de 2016, esse número era de 13,57 milhões.  Informações do 247.

PADILHA DESPREZA TUCANOS E DIZ QUE DÁ PARA GOVERNAR SEM O PSDB

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil e um dos homens de confiança de Michel Temer, afirmou que é "perfeitamente possível" governar sem os tucanos na base aliada; em entrevista nesta segunda, Padilha mandou ainda um recado aos deputados de partidos aliados que são a favor da denúncia contra Michel Temer e possuem indicados em cargos da administração federal: "Quem não quer ser aliado vota contra. Aí, o governo, ao exonerar (esses indicados), não faz mais do que corresponder a esse desejo de não pertencer à administração"

30 de julho de 2017

Cada deputado que votar a favor de Temer vai receber 6 milhões

“O governo estima que os projetos indicados por esses parlamentares ainda têm R$ 1,9 bilhão a receber até o fim do ano — média de quase R$ 6 milhões para cada um.” (Grifo nosso).
“A ideia é pagar parte agora para reduzir a resistência dos deputados na votação. As liberações devem ser feitas nas próximas três semanas.”
Como se vê, é uma trapaça própria de mafiosos, onde primeiro “se paga uma parte e, depois do crime realizado, paga-se a seguinte. Até quando o povo vai suportar esse desgoverno e seus escândalos?
A notícia vazou na Folha de São Paulo - falandoverdades

Governo Temer cancela 180 mil beneficiários do INSS

Como se não bastasse retirar os direitos dos trabalhadores, sucatear o serviço público e a educação e tantos outros retrocessos, o governo golpista de Michel Temer cortou o auxílio-doença de 180 mil beneficiários do INSS. Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) nesta sexta-feira (28).


Lula Marques/Agência PT
 
 

Com a medida, o governo do usurpador pretende economizar R$ 2,6 bilhões por ano com o corte. Foram cancelados 90% de auxílio dos 200 mil brasileiros que passaram pela perícia esse ano. Mais uma vez, o alvo para as economias do governo federal é o povo brasileiro.

Ao que tudo indica os cortes ainda não acabaram, já que o governo pretende reduzir pela metade os pagamentos. Segundo o MDS, foram pagos em julho R$ 1,3 milhão em benefícios e o governo pretende rever essa meta para R$ 530 mil.

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