14 de julho de 2017

Bomba: Cunha conta quem recebeu para votar pelo golpe


Trecho da delação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que revela os deputados federais que receberam dinheiro para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff já teria sido aceita pelo Ministério Público Federal; segundo o jornalista Ricardo Noblat, do Globo, Cunha, que está preso desde outubro do ano passado, "não se limitou a dar os nomes – a maioria deles do PMDB. Citou as fontes pagadoras e implicou o presidente Michel Temer. Reconheceu que ele mesmo em alguns casos atuou para que os pagamentos fossem feitos"

ENGANAM-SE OS QUE VIBRAM COM A CONDENAÇÃO DE LULA

O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro criticou aqueles que comemoraram a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro; Tarso destacou as ilegalidades no processo e a inexistência de provas contra Lula; "Não tinha provas para condenar, nem testemunhais nem documentais. Basta ler a sentença, para ver que ela é uma superposição de conjeturas, não uma peça jurídica"
"A sentença do juiz federal Sérgio Moro condenando o ex-presidente Lula não surpreendeu nenhum brasileiro. Mesmo sem a existência de provas, a certeza em relação ao posicionamento do magistrado era fruto de sua atuação no cenário político. Além disso, as ilegalidades no processo evidenciavam que a convicção já estava firmada", escreveu Tarso.

13 de julho de 2017

Condenaram o povo, aprisionaram a esperança

Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
O Brasil está triste. Condenaram Lula, encarceram o povo, aprisionaram a esperança.
Não se condenou apenas um homem. Não se condenou mais um político. Essa condenação arbitrária, injusta e ilegal de Lula, o melhor presidente da história do Brasil, significa o aprisionamento das perspectivas de igualdade social e de oportunidades para todos. Junto com Lula, estão condenando os sonhos e as esperanças do povo brasileiro. Junto com Lula, estão aprisionadas a justiça e a democracia.
O povo do Brasil, sempre excluído e manietado por aqueles que hoje condenam seu maior e melhor líder, sabe bem que a prisão de Lula é um golpe contra seus anseios e interesses.
Contra suas liberdades democráticas, ameaçadas por um Estado de exceção que hoje tenta criminalizar movimentos sociais, sindicatos e todas as forças que lutam contra o golpe dos que sempre mandaram no país com autoritarismo e ditaduras. Estado de exceção que reprime violentamente manifestações populares. Que assassina indígenas e trabalhadores rurais.
Contra seu direito à justiça, ignorado por um sistema judicial que sempre agiu de forma seletiva, protegendo as oligarquias e perseguindo os excluídos e aqueles que os defendem. Um sistema que só prende ricos quando tais prisões são úteis à perseguição a lideranças populares.
Contra seu direito a uma vida digna, ameaçado pelos retrocessos na legislação trabalhista e previdenciária e pela agenda ultraneoliberal promovida pelo golpe contra o Brasil e seu povo.
O golpe que promove desigualdade e desemprego, que destrói o Estado de Bem-Estar, que vende o patrimônio público a preços aviltados, que erode a soberania do Brasil e que envergonha o país perante o mundo ao tê-lo transformado numa republiqueta de bananas. O golpe contra o meio ambiente e os direitos dos povos indígenas, ameaçados pelo desmatamento e a flexibilização da proteção às reservas e às áreas de conservação ambiental.
O golpe contra os 54,5 milhões de votos que elegeram a presidenta honesta em eleições livres e limpas. O golpe contra os 42 milhões de brasileiros que ascenderam à classe média, nos governos do PT. Contra as políticas sociais que praticamente eliminaram a miséria no Brasil. Contra um processo de desenvolvimento que conseguiu retirar o Brasil do Mapa da Fome. Fome secular, vergonhosa, que as oligarquias brasileiras nunca se preocuparam em saciar. E que agora volta abraçada com aqueles que perseguem Lula.
O Brasil está indignado. Condenam Lula, condenam a justiça e a democracia.
No momento em que, no Brasil, políticos conservadores são inocentados e preservados e que bandidos são soltos para gastarem seus milhões no exterior, mesmo com abundantes provas concretas, condenar Lula, o maior líder popular da nossa história, sem um resquício de evidências, significa desferir golpe mortal contra a justiça e a democracia do Brasil.
Todos no Brasil sabem que a perseguição judicial a Lula, uma verdadeira lawfare, fazia parte da agenda política do golpe de Estado brasileiro muito antes do início de qualquer ação jurídica.
Na realidade, o golpe de Estado, perpetrado pela a que foi definida como a "quadrilha mais perigosa do Brasil" contra uma presidenta sabidamente honesta, sempre teve como objetivo maior destruir as conquistas sociais e econômicas do povo brasileiro e impor, de forma arbitrária e ilegítima, uma agenda de retrocessos sociais e de destruição de direitos que jamais seria aprovada em eleições livres e democráticas.
Por isso, a condenação de Lula é essencial. Ela é necessária para que golpe e sua agenda se consolidem. Lula, que lidera com folga em todas as pesquisas para ganhar as próximas eleições presidenciais, precisa ser afastado para que a agenda reacionária das oligarquias não possa ser revertida. Lula é a grande liderança popular a ser exterminada para que o golpe continuado possa sobreviver.
E não importa de que forma.
Assim como a presidenta Dilma Rousseff foi afastada com a invenção de um "crime" previamente inexistente, a "pedalada fiscal", o ex-presidente Lula é agora condenado com inexistência de provas. Com efeito, a própria peça acusatória dos procuradores reconhece que não há provas materiais contra o ex-presidente, além do depoimento de um réu que sabia que poderia ser libertado caso acusasse Lula, como é de praxe nos processos promovidos por juízes e procuradores que atuam, em regra, de forma claramente seletiva e partidarizada e com base apenas em power points, ilações e hipóteses probabilísticas construídas arbitrariamente.
Mas, na lógica paradoxal que prevalece nesses processos kafkianos contra lideranças populares, a ausência de provas se converte em prova cabal. Nesses processos, prevalece também o atropelamento dos direitos e garantias individuais, o abuso das prisões temporárias como instrumento de tortura psicológica para forçar delações, conduções coercitivas à margem da lei, vazamentos ilegais e seletivos de informações sigilosas e toda sorte de agressões à constituição brasileira e aos tratados internacionais relativos aos direitos humanos. Com a desculpa de que ninguém pode estar acima da lei, colocam-se cidadãos, inclusive Lula e seus familiares, abaixo da proteção da lei e à margem do devido processo legal e do amplo direito à defesa.
Lula representa tudo o que a oligarquia reacionária e antidemocrática odeia mais. Lula é aquela pobre criança do sertão nordestino que deveria ter morrido antes dos 5 anos, mas sobreviveu. Lula é aquele candidato popular que não devia ter chegado ao poder, mas chegou. Lula é aquele presidente que devia ter fracassado, mas teve êxito extraordinário governando para todos.
Lula é o pobre que devia ter ficado em seu lugar, nas senzalas da exclusão, mas não ficou. A luta pessoal de Lula se confunde com a luta coletiva do povo brasileiro. Por isso, o ódio a Lula cultivado e estimulado pelas oligarquias brasileiras e seu braço midiático. Para eles, Lula não deveria sequer existir.
Mas existe. Existe e não será jamais amordaçado e acorrentado. Ao contrário dos golpistas, que se nutrem do ódio, Lula se nutre da esperança de dias melhores em um Brasil para todos. Inclusive para a minoria que foi artificialmente adestrada a odiá-lo.
Lula é uma criação genuína do povo do Brasil. É a sua cara, o seu coração. Lula está no filho do pedreiro que virou doutor. Na mãe que hoje consegue alimentar os seus filhos. Nas águas que hoje regam o sertão nordestino. Na luz para os que viviam nas trevas.
Lula é o sonho da vida digna. Lula é a esperança da conciliação do Brasil. Somente eleições diretas com a participação de Lula poderão superar a gravíssima crise política, econômica e institucional do país. Encarcerar Lula significa manter o Brasil numa crise insolúvel. É agravar o quadro de conflito que aprisiona o país.
Não se pode aprisionar o sonho, não se deve encarcerar a esperança. Não se acorrenta o coração de todo um povo.
Haverá reação. Nacional e internacional. Em todas as instâncias, em todos os foros, no Brasil e no mundo, essa escandalosa injustiça será denunciada. Esse novo golpe contra a democracia brasileira será condenado, pois sem Lula, a única liderança capaz de se opor à agenda destrutiva do golpe continuado, as próximas eleições brasileiras serão uma gigantesca fraude.
Sem Lula, não haverá democracia. Haverá fome.
Por isso, a condenação de Lula é essencial. Ela é necessária para que golpe e sua agenda se consolidem. Lula, que lidera com folga em todas as pesquisas para ganhar as próximas eleições presidenciais, precisa ser afastado para que a agenda reacionária das oligarquias não possa ser revertida. Lula é a grande liderança popular a ser exterminada para que o golpe continuado possa sobreviver.
E não importa de que forma.
Assim como a presidenta Dilma Rousseff foi afastada com a invenção de um "crime" previamente inexistente, a "pedalada fiscal", o ex-presidente Lula é agora condenado com inexistência de provas. Com efeito, a própria peça acusatória dos procuradores reconhece que não há provas materiais contra o ex-presidente, além do depoimento de um réu que sabia que poderia ser libertado caso acusasse Lula, como é de praxe nos processos promovidos por juízes e procuradores que atuam, em regra, de forma claramente seletiva e partidarizada e com base apenas em power points, ilações e hipóteses probabilísticas construídas arbitrariamente.
Mas, na lógica paradoxal que prevalece nesses processos kafkianos contra lideranças populares, a ausência de provas se converte em prova cabal. Nesses processos, prevalece também o atropelamento dos direitos e garantias individuais, o abuso das prisões temporárias como instrumento de tortura psicológica para forçar delações, conduções coercitivas à margem da lei, vazamentos ilegais e seletivos de informações sigilosas e toda sorte de agressões à constituição brasileira e aos tratados internacionais relativos aos direitos humanos. Com a desculpa de que ninguém pode estar acima da lei, colocam-se cidadãos, inclusive Lula e seus familiares, abaixo da proteção da lei e à margem do devido processo legal e do amplo direito à defesa.
Lula representa tudo o que a oligarquia reacionária e antidemocrática odeia mais. Lula é aquela pobre criança do sertão nordestino que deveria ter morrido antes dos 5 anos, mas sobreviveu. Lula é aquele candidato popular que não devia ter chegado ao poder, mas chegou. Lula é aquele presidente que devia ter fracassado, mas teve êxito extraordinário governando para todos.
Lula é o pobre que devia ter ficado em seu lugar, nas senzalas da exclusão, mas não ficou. A luta pessoal de Lula se confunde com a luta coletiva do povo brasileiro. Por isso, o ódio a Lula cultivado e estimulado pelas oligarquias brasileiras e seu braço midiático. Para eles, Lula não deveria sequer existir.
Mas existe. Existe e não será jamais amordaçado e acorrentado. Ao contrário dos golpistas, que se nutrem do ódio, Lula se nutre da esperança de dias melhores em um Brasil para todos. Inclusive para a minoria que foi artificialmente adestrada a odiá-lo.
Lula é uma criação genuína do povo do Brasil. É a sua cara, o seu coração. Lula está no filho do pedreiro que virou doutor. Na mãe que hoje consegue alimentar os seus filhos. Nas águas que hoje regam o sertão nordestino. Na luz para os que viviam nas trevas.
Lula é o sonho da vida digna. Lula é a esperança da conciliação do Brasil. Somente eleições diretas com a participação de Lula poderão superar a gravíssima crise política, econômica e institucional do país. Encarcerar Lula significa manter o Brasil numa crise insolúvel. É agravar o quadro de conflito que aprisiona o país.
Não se pode aprisionar o sonho, não se deve encarcerar a esperança. Não se acorrenta o coração de todo um povo.
Haverá reação. Nacional e internacional. Em todas as instâncias, em todos os foros, no Brasil e no mundo, essa escandalosa injustiça será denunciada. Esse novo golpe contra a democracia brasileira será condenado, pois sem Lula, a única liderança capaz de se opor à agenda destrutiva do golpe continuado, as próximas eleições brasileiras serão uma gigantesca fraude.
Sem Lula, não haverá democracia. Haverá fome.

12 de julho de 2017

Nota oficial: Condenação de Lula representa ataque à democracia

A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva representa um ataque à democracia e à Constituição Federal. Embora seja uma decisão de primeira instância, trata-se de medida equivocada, arbitrária e absolutamente ilegal, conduzida por um juiz parcial, que presta contas aos meios de comunicação e àqueles que não aceitam a trajetória de sucesso de Lula na presidência. Leias em:A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva representa um ataque à democracia e à Constituição Federal. Embora seja uma decisão de primeira instância, trata-se de medida equivocada, arbitrária e absolutamente ilegal, conduzida por um juiz parcial, que presta contas aos meios de comunicação e àqueles que não aceitam a trajetória de sucesso de Lula na presidência.

Depois de aprovar reforma, Temer e Maia dão golpe contra o Senado

Em menos de 24 horas após a aprovação da reforma trabalhista, o suposto acordo firmando para aprovar o texto confirma-se como mais um golpe do governo Temer, só que desta vez além de rasgar os direitos dos trabalhadores, o governo traiu os senadores. Isso porque para aprovar a reforma trabalhista sem emendas, e assim evitar que o projeto voltasse à Câmara, Temer se comprometeu a vetar ou tratar em medidas provisórias, os pontos que fossem rejeitados pelos parlamentares.


Marcelo Camargo / Agência Brasil
 
 

O tal acordo foi anunciado pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB- CE), após um encontro de Temer com a bancada do PMDB na Casa, em maio. Durante toda a tramitação do projeto, esse argumento foi usado pela base do governo, principalmente pelo líder Romero Jucá (PMDB-RR), para justificar o voto contra os trabalhadores e aprovar a reforma.

Agora, com o texto aprovada pelo Senado nesta terça-feira (11) e pronto para sanção, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - que não se pronunciou sobre o assunto durante todo esse período -, disse nesta quarta-feira (12) que a Casa não vai aceitar mudanças na reforma trabalhista

“A Câmara não aceitará nenhuma mudança na lei. Qualquer MP não será reconhecida pela Casa”, escreveu Maia em sua página no Twitter, assim que o Senado aprovou a reforma.

"Não participamos de nenhum acordo. Queremos reformar o Brasil. Chega de mentiras", afirmou Maia, em entrevista à Folha de S. Paulo, afirmando ainda que o Congresso deve "liderar a agenda" de reformas para o país e aceitar cada vez menos influência do Palácio do Planalto sobre as discussões no Legislativo.

Enquanto Maia diz que não vai cumprir o acordo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse não ter "compromisso" com o que foi firmado pelo Planalto. "Como não tratei de MP e nenhum compromisso sobre mudanças, estou fora disso", afirmou.

Repercurssão

A declaração de Maia virou o principal tema antes da sabatina da subprocuradora-geral da República Raquel Dodge, que ocorre nesta quarta na Comissão de Constituição e Justiça. Antes de Dodge ser chamada à mesa, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) leu um trecho da carta apresentada pelo governo Temer, com os pontos que ele se comprometeu a alterar, entre eles o trabalho da gestante, jornada 36x26, trabalho intermitente, o autônomo e outros mais.

A senadora lembrou que tal acordo propagado pela base aliada do governo foi apresentado com a assinatura de diversos presidentes de comissões, inclusive da CCJ, o senador Edison Lobão (PMDB-MA). Ele pediu que o Senado envie o acordo firmado entre o presidente da República e a base aliada, conforme apregoavam, já que Maia disse que não existia acordo.

“Havia um acordo entre os senadores, a base e o presidente. Hoje, o presidente da Câmara deu entrevistas dizendo que não vai cumprir isso e afirmou que não participou de nenhum acordo. Não podemos aceitar isso. Então, o que quero solicitar desta Comissão que remeta imediatamente um expediente formal, da Comissão de Constituição e Justiça, dizendo ao Deputado Rodrigo Maia que os senhores fizeram o acordo, que o acordo está em vigor e que precisamos corrigir uma série de problemas na matéria votada ontem", cobrou a senadora.

O questionamento de Vanessa estimulou o comentário de vários senadores. A senadora Simone Tebet, que durante a sessão em plenário que aprovou a reforma defendeu esse acordo, endossou o discurso de Vanessa. 

"Apenas para corroborar as palavras da senadora Vanessa Grazziotin e lamentar o pronunciamento, seja por rede social, seja por entrevista, do presidente da Câmara dos Deputados", disse.

Lobão também demonstrou irritação com a postura de Maia: “Participei, pessoalmente, deste acordo. Assinei o documento junto com o relator e líder do governo, Romero Jucá, e não aceito que não se cumpra aquilo que foi acordado aqui”, garantiu. 

“Me parece uma manifestação de quem já se vê na cadeira de presidente da República. O que revela a imaturidade do presidente da Câmara”, completou Armando Monteiro (PTB-PE).

"O entendimento foi feito publicamente. O líder do governo leu o acordo aqui na comissão. A matéria foi publicada. Todos nós assinamos as modificações que seriam para admitir que a não inclusão seria, então como tal, acrescida por uma medida provisória. É inaceitável que o presidente da Câmara dos Deputado, conhecedor da realidade política, venha agora , depois da matéria votada, dizer que foi um retrocesso aquilo que foi acordoado", disse Ronaldo Caiado (DEM-GO), partido de Maia.

"O Senado Federal abriu mão de uma prerrogativa que tem de cada revisora para chegar a um acordo, para depois receber uma resposta como essa, no mínimo grosseira, inoportuna, deselegante feita pelo presidente da Câmara", completou Caiado.

Já o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), disse: "Não foi por falta de aviso. Nós, da oposição, dissemos todo o tempo que não devíamos confiar nesse suposto acordo". Segundo ele, os senadores "erraram" ao aprovar a reforma levando em conta o acordo com Temer, que está enfraquecido e isolado. Para ele, Maia mostrou uma postura "extremamente de direita, agressivo com trabalhadores, que deriva de uma pressão do setor empresarial".



Do Portal Vermelho
Por Dayane Sant

SENADORES APROVAM REFORMA TRABALHISTA E MATAM A CLT


Depois de muitas horas de protesto e resistência de senadoras da oposição, que ocuparam a mesa da presidência do Senado para impedir a votação da reforma trabalhista de Michel Temer, os senadores aprovaram o texto-base da proposta, que restringe direitos históricos dos trabalhadores, por 50 votos a 26; entre as medidas de maior destaques estão o acordado entre empregados e empresários sobre o legislado, o que deixa em segundo plano os direitos previstos na legislação; ex-líder do PMDB, agora integrante da oposição, o senador Renan Calheiros discursou: "estamos vivendo o pior momento deste Senado Federal"; direitos dos trabalhadores foram retirados por um governo ilegítimo que deu um golpe

11 de julho de 2017

Oposição vai ao embate contra a reforma trabalhista e obstrui sessão



O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tomou o microfone na senado Fátina e tentou retirar as demais senadoras da mesa, mas sem sucesso. Ele, então suspendeu a sessão e mandou desleigar o som. A transmissão ao vivo também foi suspensa. A temperatura se elevou e alguns parlamentares partiram para a ofensas e o empurra-empurra deu início.

"Está encerrada a sessão e não tem som enquanto não sentarmos nesta Mesa. Esta suspensa a sessão", disse Eunício, que mandou fechar todas as entradas de acesso ao plenário e cercou o lugar de seguranças, proibindo qualquer novo acesso à sala. 

Ele deixou o local por volta de 12h20, rumo ao gabinete da presidência e disse que a sessão estava encerrada e que, inclusive, as luzes foram apagadas e microfones desligados. 
As senadoras da oposição Grazziotin (PcdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) ocuparam a mesa-diretora do Senado em protesto contra a reforma

CLT PODE SER MORTA NESTA TERÇA POR UM GOVERNO ILEGÍTIMO


Único ocupante da presidência na história do Brasil denunciado por corrupção no exercício do cargo, além de ter chegado ao poder por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer pode enterrar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), se o Senado aprovar a reforma trabalhista proposta por seu governo; nesta segunda-feira 10, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgou um documento em que condena a proposta de reforma, destacando que ela fere convenções brasileiras; na véspera da votação, manifestantes foram às ruas na Avenida Paulista em protesto contra a retirada de direitos trabalhistas; confira quais são as principais medidas

10 de julho de 2017

200 DIAS NO 'ESPAÇO': CHINA COMEÇA SIMULAÇÃO DE VIDA NA LUA





O experimento de simulação da vida na Lua começou em um laboratório especial em Pequim. Quatro estudantes voluntários passarão 200 dias completamente isolados do mundo no âmbito dos preparativos da China para a realização de seu programa lunar, informou na segunda-feira (10) o canal CGTN

9 de julho de 2017

Vaza lista com ministério do “golpe no golpe” de Rodrigo Maia


Leia a íntegra da lista vazada com ministério do “golpe no golpe”:
Advocacia-Geral da União
José Eduardo Cardozo (PT-SP)
Banco Central do Brasil
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Casa Civil
Roberto Jefferson (PTB-RJ)
Controladoria-Geral da União
Janaina Paschoal
Gabinete de Segurança Institucional
Aldo Rabelo (PCdoB-SP)
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Baleia Rossi (PMDB-SP)
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Bispo Macedo
Ministério da Cultura
Roberto Freire (reconduzido)
Ministério da Defesa
Duayne Norman (ex-CIA)
Ministério da Educação
Senadores Magno Malta, Hélio José ou o ator Alexandre Frota
Ministério da Fazenda
Ciro Gomes (PDT-CE)
Ministério da Entegração Nacional
José Serra (PSDB-SP)
Ministério da Justiça
Deltan Dallagnol (sem partido)
Ministério da Previdência Social
Rubens Bueno (PPS-PR)
Ministério da Saúde
Carlos Marun (PMDB-MS)
Ministério das Cidades
Ratinho
Ministério das Comunicações
Mirian Leitão
Ministério das Relações Exteriores
Heráclito Fortes (PSB-PI)
Ministério de Minas e Energia
Pedro Parente
Ministério do Desenvolvimento Agrário
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Henrique Meirelles
Ministério do Desenvolvimento, indústria e Comércio Exterior
Henrique Meirelles
Ministério do Desenvolvimento, indústria e Comércio Exterior
Ana Amélia (PP-RS)
Ministério do Esporte
Senador Ataídes Oliveira (PSDB-GO)
Ministério do Meio Ambiente
Romero Jucá (PMDB-RR)
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Moreira Franco (PMDB-RJ)
Ministério do Trabalho e Emprego
Paulinho da Força (SD-SP)
Ministério do Turismo
Hugo Henrique (indicação A.D.)
Ministério da Infraestrutura
Senadora Lúcia Vânia (DEM-GO)
Ministério Extraordinário de Reorganização do Sistema Penitenciário Brasileiro
Eliseu Padilha (PMDB-RS)
Ministério Extraordinário de Provimento de Tornozeleiras Eletrônicas*
Fernando Francischini (SD-PR)
Secretaria da Micro e Pequena Empresa
Blairo Maggi
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Darcísio Perondi (PMDB-RS)

Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República
Zezé Perrella (PDT-MG)
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
William Bonner (Globo)
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Silas Lima Malafaia
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Pastor Everaldo (PSC-RJ)
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Joice Hasselmann
Ministério dos Transportes
Clésio Andrade (PMDB-MG)
Secretaria de Relações Institucionais
Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Secretaria-Geral da Presidência da República
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Líder do governo na Câmara
Sérgio Souza ou João Arruda, ambos do PMDB-PR
Líder do governo no Senado
Cristóvam Buarque (PPS-DF)

*Todos os ministros serão monitorados por tornozeleira eletrônica, o que poderá ao presidente Botafogo realizar conferências ao vivo desde a Penitenciária de Pinhais (PR), Papuda, ou qualquer unidade de detenção com segurança máxima ou não no país.
Blog do Esmael Moraes

JOESLEY: CONTA DE LULA E DILMA NUNCA EXISTIU






A famosa conta suíça com US$ 150 milhões em propinas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente deposta Dilma Rousseff nunca existiu; foi o que ficou claro nos novos depoimentos do empresário Joesley Batista à Polícia Federal; ele afirmou que apenas transferia doações eleitorais para o PT a partir daquela conta, que também foi usada para pagar despesas pessoais dele próprio, Joesley; com a repatriação aprovada após o golpe, os recursos foram legalizados e pertencem ao empresário – não a Lula ou Dilma; ou seja: era apenas a conta usada pela empresa para contabilizar suas doações eleitorais

Comunicamos que estamos em manutenção

  Estamos melhorando a roupagem do Blog !  Em breve estaremos de volta . Agradecemos   compreensão !