24 de junho de 2017

Humor negro

viagem-mico de Temer que só rendeu vexames ao Brasil

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 A jornalista Thaisa Galvão comentou em sua página que A viagem do presidente Michel Temer a Rússia e Noruega foi um desastre.
Temer foi literalmente ignorado, falou besteira – ecoado pelo ministro Sarney Filho – levou carão e voltou pra casa de mãos abanando e com a conta no vermelho.
Hoje o jornal O Globo publica reportagem intitulada “Todas as gafes do presidente”.

23 de junho de 2017

E agora? Perícia da PF conclui que não houve edição em áudio de Temer com Joesley

A perícia foi finalizada nesta sexta-feira 23 pelo INC (Instituto Nacional de Criminalística); os peritos identificaram mais de 180 interrupções "naturais" no áudio da conversa entre Michel Temer e o empresário Joesley Batista nos porões do Palácio do Jaburu; a análise indica ainda que o equipamento utilizado pelo dono da JBS possui um dispositivo que pausa automaticamente a gravação em momentos de silêncio e a retoma quando identifica som; defesa de Temer questionava a legitimidade das gravações, que foram apresentadas como provas por Joesley em seu acordo de delação premiada; o advogado de Temer, Antônio Claudio Mariz de Oliveira, admitiu nesta quinta que se a perícia da PF não mostrasse nada, seria preocupante; "Se a perícia não mostrar nada, fica difícil", afirmou.

O Cafezinho: Lula: já provei minha inocência

 
Na Rede Brasil Atual Confira a íntegra da entrevista de Lula à Rádio Brasil Atual No programa ‘Hora do Rango’, ex-presidente falou sobre política, música e futebol por Redação RBA publicado 22/06/2017 15h24, última modificação 22/06/2017 15h32 São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira (22) da Hora do Rango, na Rádio Brasil Atual. Comandado por Oswaldo Luiz Colibri Vitta, o programa trouxe Lula falando não apenas de política, mas também abordando temas relacionados a futebol, música e cultura em geral. Na entrevista, o ex-presidente indicou algumas músicas como o Rap da Felicidade, de Cidinho.

22 de junho de 2017

PGR pode sacramentar o fim do golpe que quebrou e desmoralizou o Brasil.


Fachin libera inquérito e Janot tem cinco dias para denunciar Temer

Carimbado como corrupto pela Polícia Federal e apontado como chefe da "maior e mais perigosa" organização criminosa do País pelo empresário Joesley Batista, Michel Temer deverá ser denunciado dentro de cinco dias úteis pelo procurador-geral Rodrigo Janot; isso porque o ministro Edson Fachin, confirmado nesta quinta-feira como relator das delações da JBS, liberou para o Ministério Público o inquérito sobre o caso, abrindo o prazo para a apresentação da denúncia; Temer deverá ser denunciado por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução judicial; desde o estouro do caso JBS, sua aprovação, que já era baixa foi a quase zero – hoje, ele é aprovado por apenas 2% dos brasileiros; denúncia da PGR pode sacramentar o fim do golpe que quebrou e desmoralizou o Brasil.

Temer é desprezado até na terra do bacalhau

 
 Depois de uma passagem constrangedora na Rússia, o ilegítimo Michel Temer experimenta um repeteco também na Noruega. Ao desembarcar em Oslo, capital da Noruega, para encontros com autoridades e investidores locais, só encontrou na base aérea o chefe interino do Cerimonial do governo local, Sigwald Haugr. Além dele, estavam o comandante base aérea, assim como o embaixador do Brasil em Oslo, George Prata, e a embaixadora norueguesa em Brasília Aud Wiig.

Temer pode estar cometendo outro crime

"Essa guerra que Temer está movendo contra a JBS, uma das maiores exportadoras e empregadoras brasileiras, em meio a uma grave crise econômica, além de ser um tiro no pé pode ser facilmente enquadrada no artigo 344 do Decreto Lei 2848 de 7/12/1940 referente a coação de testemunha ou parte e que é punida com pena de prisão", diz o colunista Alex Solnik; ele lembra que Temer encomendou uma CPI da JBS, soltou todos os fiscais e cobradores pra cima das empresas, entrou com processo contra Joesley por calúnia e injúria e agora a Advocacia Geral da União, comandada por Graçe Mendonça, quer que o TCU declare indisponíveis os bens que a JBS tenta vender para sair do buraco; "Temer sabe que, enquanto Joesley não parar de falar seu governo estará em perigo, por isso seu foco número 1 é quebrar a JBS o quanto antes.

21 de junho de 2017

"Não basta parecer honesto. É preciso ser honesto!"

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Os membros destacados da República de Corruptos que se instalou no país a partir do impeachment de Dilma, sob o comando de Temer, certamente desconheciam o que disse, 700 anos antes do Cristo, o grande filósofo grego Sócrates: "Não basta parecer honesto. É preciso ser honesto!"

Amigos, amigos, bandidos à parte

O que é estranho na relação Temer-Joesley?

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O presidente e o dono do grupo JBS sempre foram amigos.
Sempre trataram de doações.
Temer era tão amigo que viajou de graça no avião de Joesley.
Temer foi ao casamento de Joesley com a jornalista Ticiana Villas Boas, ex-apresentadora da Band.
Tudo coisa de amigo.
Mas agora Temer chama Joesley de bandido e Joesley tenta provar que Temer é corrupto.
Coisas que antes eles já sabiam.
Ou pelo menos, já pensavam.

Comenta Thaisa Galvão .

20 de junho de 2017

Funaro diz que Temer o mandou pagar propina a Moreira e Geddel

Em depoimento à Polícia Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro afirmou que recebeu orientação de Michel Temer para arrecadar propina em operações no FI-FGTS; Funaro disse que pagou uma "comissão" ao ministro Moreira Franco, um dos principais aliados de Temer; doleiro revelou também que pagou, em espécie, R$ 20 milhões para o ex-ministro Geddel Vieira Lima, em "comissões" por liberações de crédito a empresas do grupo J&F; Geddel era então vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa Econômica e o grupo J&F, segundo Funaro, "tinha interesse em obter linhas de créditos junto a esta instituição"; 

Inquérito da PF contra Michel Temer terá provas além dos áudios


Informação é da agência Reuters, que noticia ainda que a Polícia Federal pretende concluir até sábado o inquérito sobre Michel Temer e o ex-assessor especial dele e ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures; relatório terá como base coleta de provas que vão além dos áudios das conversas gravadas pelo empresário Joesley Batista; intenção dos investigadores é se valer de provas periciais e testemunhais para confirmar as suspeitas de que o presidente cometeu os crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa; avaliação é que usar exclusivamente as gravações para respaldar as acusações pode ser um risco, uma vez que há duras queixas dos advogados de defesa sobre a validade delas.  247

STF decidirá hoje o pedido de prisão de Aécio

Neves está afastado do mandato desde 18 de maio e deixou a presidência do PSDB / 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Hoje  (20) será um dia decisivo para o senador afastado Aécio Neves (PSDB). A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisará duas ações relativas ao parlamentar.
A primeira, é o pedido de prisão de Aécio feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Os ministros deverão analisar o caso com base no artigo da Constituição que diz que os parlamentares “não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável”.
O outro é o pedido para que Aécio Neves possa retomar suas atividades parlamentares. Ele está afastado do mandato desde o último dia 18 de maio.
A Executiva Nacional do PSDB se reúne na quarta-feira (21) para definir a data da convenção do partido, que vai escolher o novo presidente da legenda. A convenção foi antecipada justamente por causa da situação de Aécio Neves.

19 de junho de 2017

PROFESSORES DE SÃO MIGUEL AINDA LUTAM PELO REAJUSTE DO PISO

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Em São Miguel, os professores lutam pelo reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério. Os trabalhadores, capitaneados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Miguel (SINDSERVS) tem feito pressão, mas o prefeito José Gaudêncio Torquato tem se mostrado pouco aberto ao diálogo e demonstra muita dificuldade em atender aos interesses e direitos dos trabalhadores.
O SINDISERVS acionou o Ministério Público sobre o atraso, mas o MP disse que não tem competência para tratar sobre questões ligadas ao piso salarial docente. O SINDISERVS está impetrando mandado de segurança na Justiça.
O presidente do sindicato, Carlos Sérgio, revela que além das ações judiciais, a entidade vai realizar diversos atos para pressionar o prefeito, como paradas e até mesmo greve.

Informações da FETAM/RN

A Carta do procurador Eugênio Aragão a Deltan Dallagnol

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 "Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,

Primeiramente digo “ex”, porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro. Sim, aposentado, considero-me “ex-membro” e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional. Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR.
Mas, vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional “Lava Jato”. Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima. Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por “Operação Lava Jato”, uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro? É o que se diz num sítio eletrônico de venda de conferencistas. Se não for verdade, é bom processar os responsáveis pelo anúncio, porque a notícia, se não beira a calúnia é, no mínimo, difamatória. Como funcionário público que você é, reputação é um ativo imprescindível, sobretudo para quem fica jogando lama “circunstancializada” nos outros, pois, em suas acusações, quase sempre as circunstâncias parecem mais fortes que os fatos. E, aqui, as circunstâncias, o conjunto da obra, não lhe é nada favorável.
Sempre achei isso muito curioso. Muitos membros do Ministério Público não se medem com o mesmo rigor com que medem os outros. Quando fui corregedor-geral só havia absolvições no Conselho Superior. Nunca punições. E os conselheiros ou as conselheiras mais lenientes com os colegas eram implacáveis com os estranhos à corporação, daquele tipo que acha que parecer favorável ao paciente em habeas corpus não é de bom tom para um procurador. Ferrabrás para fora e generosos para dentro.
Você também se mostra assim. Além de comprar imóvel do programa “Minha Casa Minha Vida” para especular, agora vende seu conhecimento de insider para um público de voyeurs moralistas da desgraça alheia. É claro que seu sucesso no show business se dá porque é membro do Ministério Público, promovendo sua atuação como se mercadoria fosse. Um detalhe parece que lhe passou talvez desapercebido: como funcionário público, lhe é vedada atividade de comércio, a prática de atos de mercancia de forma regular para auferir lucro. A venda de palestras é atividade típica de comerciante. Você poderia até, para lhe facilitar a tributação, abrir uma M.E., não fosse a proibição categórica.
E onde estão os órgãos disciplinares? Não venha com esse papo de que está criando um fundo privado para custear a atividade pública de repressão à corrupção. Li a respeito dessa versão a si atribuída na coluna do Nassif. A desculpa parece tão abstrusa quanto àquela do Clinton, de que fumou maconha mas não tragou. Desde quando a um funcionário é lícita a atividade lucrativa para custear a administração? Coisa de doido! É típica de quem não separa o público do privado. Um agente patrimonialista par excellence, foi nisso que você se converteu. E o mais cômico é que você é o acusador-mor daqueles a quem atribui a apropriação privada da coisa pública. No caso deles, é corrupção; no seu, é virtude. É difícil entender essa equação.
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Todo cuidado com os moralistas é pouco. Em geral são aqueles que adoram falar do rabo alheio, mas não enxergam o próprio. Para Lula, não interessa que nunca foi dono do triplex que você qualifica como peita. Mas a propaganda, em seu nome, de que se vende regularmente, como procurador responsável pela “Lava Jato”, por trinta a quarenta mil reais por palestra, foi feita de forma desautorizada e o din-din que por ventura rolou foi para as boas causas. Aham!
Que batom na cueca, Deltan! Talvez você crie um pouco de vergonha na cara e se dê por impedido nessa operação arrasa a jato. Afinal, por muito menos uma jurada (“Schöffin”) foi recentemente excluída de um julgamento de um crime praticado pelo búlgaro Swetoslaw S. em Frankfurt, porque opinara negativamente sobre crimes de imigrantes no seu perfil de Facebook. Imagine se a tal jurada vendesse palestras para falar disso! O céu viria abaixo!
Mas é assim que as coisas se dão em democracias civilizadas. Aqui, em Pindorama, um procuradorzinho de piso não vê nada de mais em tuitar, feicebucar, palestrar e dar entrevistas sobre suas opiniões nos casos sob sua atribuição. E ainda ganha dinheiro com isso, dizendo que é para reforçar o orçamento de seu órgão. Que a mercadoria vendida, na verdade, é a reputação daqueles que gozam da garantia de presunção de inocência é irrelevante, não é? Afinal, já estão condenados por força de PowerPoint transitado em julgado. Durma-se com um barulho desses!Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,
Primeiramente digo “ex”, porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro. Sim, aposentado, considero-me “ex-membro” e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional. Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR.
Mas, vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional “Lava Jato”. Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima. Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por “Operação Lava Jato”, uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro? É o que se diz num sítio eletrônico de venda de conferencistas. Se não for verdade, é bom processar os responsáveis pelo anúncio, porque a notícia, se não beira a calúnia é, no mínimo, difamatória. Como funcionário público que você é, reputação é um ativo imprescindível, sobretudo para quem fica jogando lama “circunstancializada” nos outros, pois, em suas acusações, quase sempre as circunstâncias parecem mais fortes que os fatos. E, aqui, as circunstâncias, o conjunto da obra, não lhe é nada favorável.
Sempre achei isso muito curioso. Muitos membros do Ministério Público não se medem com o mesmo rigor com que medem os outros. Quando fui corregedor-geral só havia absolvições no Conselho Superior. Nunca punições. E os conselheiros ou as conselheiras mais lenientes com os colegas eram implacáveis com os estranhos à corporação, daquele tipo que acha que parecer favorável ao paciente em habeas corpus não é de bom tom para um procurador. Ferrabrás para fora e generosos para dentro.
Você também se mostra assim. Além de comprar imóvel do programa “Minha Casa Minha Vida” para especular, agora vende seu conhecimento de insider para um público de voyeurs moralistas da desgraça alheia. É claro que seu sucesso no show business se dá porque é membro do Ministério Público, promovendo sua atuação como se mercadoria fosse. Um detalhe parece que lhe passou talvez desapercebido: como funcionário público, lhe é vedada atividade de comércio, a prática de atos de mercancia de forma regular para auferir lucro. A venda de palestras é atividade típica de comerciante. Você poderia até, para lhe facilitar a tributação, abrir uma M.E., não fosse a proibição categórica.
E onde estão os órgãos disciplinares? Não venha com esse papo de que está criando um fundo privado para custear a atividade pública de repressão à corrupção. Li a respeito dessa versão a si atribuída na coluna do Nassif. A desculpa parece tão abstrusa quanto àquela do Clinton, de que fumou maconha mas não tragou. Desde quando a um funcionário é lícita a atividade lucrativa para custear a administração? Coisa de doido! É típica de quem não separa o público do privado. Um agente patrimonialista par excellence, foi nisso que você se converteu. E o mais cômico é que você é o acusador-mor daqueles a quem atribui a apropriação privada da coisa pública. No caso deles, é corrupção; no seu, é virtude. É difícil entender essa equação.
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Todo cuidado com os moralistas é pouco. Em geral são aqueles que adoram falar do rabo alheio, mas não enxergam o próprio. Para Lula, não interessa que nunca foi dono do triplex que você qualifica como peita. Mas a propaganda, em seu nome, de que se vende regularmente, como procurador responsável pela “Lava Jato”, por trinta a quarenta mil reais por palestra, foi feita de forma desautorizada e o din-din que por ventura rolou foi para as boas causas. Aham!
Que batom na cueca, Deltan! Talvez você crie um pouco de vergonha na cara e se dê por impedido nessa operação arrasa a jato. Afinal, por muito menos uma jurada (“Schöffin”) foi recentemente excluída de um julgamento de um crime praticado pelo búlgaro Swetoslaw S. em Frankfurt, porque opinara negativamente sobre crimes de imigrantes no seu perfil de Facebook. Imagine se a tal jurada vendesse palestras para falar disso! O céu viria abaixo!
Mas é assim que as coisas se dão em democracias civilizadas. Aqui, em Pindorama, um procuradorzinho de piso não vê nada de mais em tuitar, feicebucar, palestrar e dar entrevistas sobre suas opiniões nos casos sob sua atribuição. E ainda ganha dinheiro com isso, dizendo que é para reforçar o orçamento de seu órgão. Que a mercadoria vendida, na verdade, é a reputação daqueles que gozam da garantia de presunção de inocência é irrelevante, não é? Afinal, já estão condenados por força de PowerPoint transitado em julgado. Durma-se com um barulho desses!

Nem o diabo tá aguentando o Temer!




247: Base aliada de Temer quer pedir impeachment de Janot


Rosinei Coutinho/SCO/STF

Aliados de Michel Temer já se articulam para contra-atacar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na semana em que ele deve apresentar denúncia contra o peemedebista; a estratégia é usar não políticos para pedir o impeachment de Janot; a base do pedido de impedimento do chefe do Ministério Público seria uma conversa, revelada pela IstoÉ, em que procuradores acusam Janot de perseguir opositores.

Hoje já podemos comparar

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Quando Dilma tentou nomear Lula para Ministro:
*Globo: 26hs de cobertura jornalística sobre o assunto;
*Gilmar Mendes:* Expediu decisão liminar negando a nomeação;
*STF:* Alguns Ministros deram entrevistas repudiando;
*Juiz Sérgio Moro:* Divulgou áudio da conversa entre Dilma e Lula e de sua família em pleno Jornal Nacional para acirrar os ânimos.
*PGR Rodrigo Janot:* recomendou anular nomeação de Lula
Manifestantes:* Assistiram o jornalismo da Globo e bateram panelas;



Quando o Temer nomeou Moreira Franco para Ministro, mesmo citado 32 vezes e respondendo processo no STF*Globo:* 3min sobre o assunto no JN;
*Gilmar Mendes:* Em silêncio;
*STF:* Ministros em silêncio;
*Juiz Sérgio Moro:* Em silêncio;
*PGR Rodrigo Janot:* Em silêncio;
*Manifestantes:* Assistiram o jornalismo da Globo e estão em silêncio;

18 de junho de 2017

Em entrevista à Época Joesley Batista afirma que o presidente Michel Temer comanda organização criminosa na Câmara



Joesley Batista: “Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”


Em entrevista exclusiva a ÉPOCA, o empresário diz que o presidente não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer.

thaisagalvao

Quando a Globo irá pedir desculpas a Dilma?


A entrevista bombástica de empresário Joesley Batista à revista Época, do grupo Globo, fez o Brasil inteiro saber que o golpe parlamentar de 2016 instalou no poder o "chefe da maior e mais perigosa organização criminosa do País"; ou seja: o Brasil trocou uma presidente honesta, sobre quem não paira uma única acusação de corrupção, pelo governo mais corrupto e mais vergonhoso da história do País; desnecessário dizer como o papel da Globo, que convocou protestos e panelaços, além de ter mobilizado todos os seus colunistas, foi decisivo nesse processo; com o Brasil arruinado econômica e moralmente, a Globo tem, agora, a oportunidade de se redimir pelos seus erros e pedir desculpas a Dilma.

247

Memória: 90 anos de Ariano Suassuna


Ariano Suassuna, durante evento pró-equidade de gênero e diversidade, em Brasília, 2007 / Valter Campanato/Agência Brasil

Em 16 de junho de 1927, nasce em João Pessoa – Paraíba, Ariano Vilar Suassuna –  o pai do “Movimento Armorial”.
O filho de Rita de Cássia Vilar Suassuna e de João Suassuna nasceu no Palácio da Redenção, porque o pai, na época, era presidente da Paraíba – um cargo que foi extinto na Constituição de 1937 e que atualmente é ocupado pelo governador do estado.
Um ano depois do nascimento de Ariano Suassuna, o pai deixou o governo e se mudou com a família para o Sertão. E foi na fazenda Acauã que o amor pela cultura nordestina começou a tomar forma e esculpir na alma de Ariano o que viria a ser a pedra fundamental para o “Movimento Armorial”– uma atividade cultural que desabrochou, em 1970, em Recife, com a missão de desenvolver formas e expressões populares tradicionais nordestinas.
Ariano foi muitas coisas. Dramaturgo, poeta, romancista. Formado em Direito, foi também professor. Foi ainda secretário de Cultura de Pernambuco, membro da Academia Paraibana de Letras e membro da Academia Pernambucana de Letras.
Ariano Suassuna também se dedicou a prosa de ficção. Foi ensaísta e autor de obras importantes que deram força e forma ao Movimento Armorial e inspiraram outras formas de expressão e arte como: o Auto da Compadecida, O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta.
Engraçado, simpático e irreverente transformou a “improvisação” em sua marca registrada na produção teatral. Na construção também se meteu. Em São José do Belmonte, onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, construiu um santuário ao ar livre, com 16 esculturas de pedra, cada uma com três metro e meio de altura,  dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. 
Ariano Suassuna fez de tudo um pouco e tudo que fez, fez muito bem-feito. Mas o que Ariano mais fez foi defender a cultura do nordeste brasileiro.
Ele morreu em Recife – Pernambuco, em 23 de julho de 2014.

radioagencianacional

Comunicamos que estamos em manutenção

  Estamos melhorando a roupagem do Blog !  Em breve estaremos de volta . Agradecemos   compreensão !