19 de novembro de 2016

19 de Novembro - Dia da bandeira do Brasil


Que nossa bandeira volte a ser o símbolo de um País Justo e igualitário para todos e todas.

Parentes de presos reclamam de 'regalias' concedidas a Garotinho



Parentes de presos reclamam de 'regalias' concedidas a Garotinho
Foto: Renato Araújo / Agência Brasil
Familiares de presos que aguardavam a visitação se queixaram do que disseram ser "regalias" da ex-governadora Rosinha Garotinho, que conseguiu visitar o marido. Lucineia Santos, de 56 anos, disse que há seis meses espera a carteirinha da Secretaria de Administração Penitenciária para visitar o filho adotivo. "É uma diferença enorme entre a gente e a mulher do Garotinho, que chegou e entrou. Meu filho, que também está doente, cheio de ferida no corpo, não consigo visitar. Hoje, talvez consiga por que contratei um advogado, mesmo não tendo dinheiro, que está tentando resolver as coisas para mim lá dentro", afirmou a técnica de enfermagem. A mãe de um detento, que não quis se identificar, disse que a espera para entrar no presídio leva quase que um dia inteiro. "A gente chega aqui às 5h30, que é a hora que eles começam a distribuir a senha. Às 7h30, botam a gente no local de espera. Só conseguimos entrar lá para o meio dia", afirmou. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que, como para qualquer outro interno do sistema penitenciário, é possível que seja autorizada uma visita extraordinária. Esse pedido deve ser feito pela família do preso à direção da Seap. No caso de Garotinho, foi autorizada a visita de Rosinha, para a entrega de medicamentos, e a de um médico particular. Garotinho está internado no Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho Vieira de Castro e está sendo acompanhado por cardiologista da própria Seap.

18 de novembro de 2016

Ex-presidente Lula pede prisão do juiz Sérgio Moro


A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ingressou com uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República contra o juiz federal Sérgio Moro, da operação Lava Jato. Advogados do petista pedem que magistrado seja condenado pela prática de abuso de autoridade.
Entre as punições previstas para este tipo de delito, estão a detenção de dez dias a seis meses, suspensão do cargo e a demissão, de acordo com nota assinada pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira. 
 “Após expor todos os fatos que configuram abuso de autoridade, a petição pede que o agente público Sergio Fernando Moro seja condenado nas penas previstas no artigo 6º. da Lei 4.898/65, que pune o abuso de autoridade com detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão”, diz o texto.
No texto, os advogados afirmam que o artigo da Lei 16 da 4.898/65 autoriza a vítima de abuso de autoridade a propor uma ação penal contra um juiz. O pedido foi protocolado na última quarta-feira (16). A defesa alega que Moro cometeu os abusos por ter autorizado a condução coercitiva do ex-presidente, “privando-o de seu direito de liberdade por aproximadamente 6 horas”; pelos mandados de busca e apreensão expedidos contra ele; e pela interceptação de ligações telefônicas.


nominuto.com

Tromba Music apresenta: Chega!


Tromba music apresenta: Detonautas Roque Clube - Quem é você?


Tromba musica apresenta: Povo Novo


Após mirar em Dilma e acertar Temer, delator agora nega propina em 2014


O ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, prestou um novo depoimento ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (17) e mudou a versão dada anteriormente: agora ele afirma que não houve propina para a campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014; em seu primeiro depoimento, Marques de Azevedo havia dito que entregou propina de R$ 1 milhão para a campanha petista; defesa de Dilma, porém, mostrou provas de que o suposto "cheque da propina" na verdade havia sido entregue a Michel Temer.

brasil247

17 de novembro de 2016

GRITANDO O NOME DE SÉRGIO MORO, BANDO DE ZUMBIS FASCISTAS INVADE O CONGRESSO -

 
O curioso é que horas antes dessa invasão, o procurador chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, fez um post histérico no Twitter que começava assim "URGENTE, COMPARTILHE: notícias dão conta de que estão acontecendo manobras de líderes partidários na Câmara para mudar os Deputados da Comissão que votariam a favor das 10 Medidas contra a Corrupção". Deltan Dallagnol deveria ser responsabilizado pela invasão. O episódio serviu para mostrar que a Lava Jato criou uma milícia à seu serviço, que obedece a comandos precisos. Uma “tropa de choque” que, em sua maioria, exibe atitudes fascistas e violentas, e foi capaz de atacar a soberania do Legislativo e violar a Constituição do país. COMPARTILHE porque só a informação derrotará o golpe..
 
 

Dilma desmente Globonews: Cabral apoiou Aécio



Em nota à imprensa, a ex-presidente Dilma Rousseff desmentiu a informação vinculada no canal GloboNews de que o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 17, teria apoiado sua campanha a reeleição em 2014; "Sérgio Cabral Filho jamais foi aliado da ex-presidenta da República. Tanto é verdade que, nas eleições presidenciais, ele fez campanha para o principal adversário de Dilma nas eleições de 2014: o senador Aecio Neves (PSDB-MG)", disse Dilma; "Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, Sérgio Cabral orientou seus liderados no PMDB a votarem favoravelmente ao afastamento dela da Presidência da República".

247

Esse são os cardeais que acusam Papa Francisco de cometer heresia

reprodução
Uma rebelião anunciada. Um grupo de cardeais manifestou publicamente preocupação com os ensinamentos do papa Francisco, acusando o pontífice de causar confusão em relação a assuntos-chave para a doutrina católica.
para ver a materia completa click: http://cartamaior.com.br/

PF prende Cabral por propina de 5%

Agentes da Polícia Federal e da  força-tarefa do Ministério Público Federal do Rio realizaram uma operação na manhã desta quinta-feira (17) para prender o ex-governador do Rio Sergio Cabral (PMDB), acusado de liderar um grupo que desviou cerca de R$ 224 milhões em contratos com diversas empreiteiras; ex-executivos da Andrade Gutierrez afirmaram, em delação premiada, que Cabral cobrou pagamento de 5% do valor total do contrato para permitir que a construtora se associasse à Odebrecht e à Delta, no consórcio que disputaria a reforma do Maracanã, em 2009; a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo também é um dos alvos da operação, mas ela será levada para depor na sede da PF local em condução coercitiva.

247

Anvisa irá discutir uso de derivado de maconha em medicamentos


Anvisa irá discutir uso de derivado de maconha em medicamentos
Foto: Reprodução / Revista Crescer
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) irá discutir o uso do Canabidiol, uma das substâncias químicas que são encontradas na maconha, na próxima terça-feira (22) na Reunião Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa. O órgão decidirá se irá começar a elaborar uma norma sobre o uso da substância, através da iniciativa regulatória, que é o primeiro passo para uma proposta de regulamentação dentro da Agência.

16 de novembro de 2016

Trump, Temer e o parto de uma nova esperança

Tomaz Silva
 O anúncio de um fim de ciclo histórico nem sempre assume a forma de um alvorecer virtuoso.
 
É mais comum o oposto.
 
Até que uma nova ordem se imponha, a desordem é senhora.





A passagem da era colonial para a primeira crise capitalista do início do século XX  foi marcada pela carnificina da Guerra de 1914-1918, cujo término completa 96 anos neste mês de novembro.
 
Dez milhões de pessoas morreram; 20 milhões ficaram feridas.
 
Assim se desenhou o mundo das novas potências.
 
Ao acerto de contas colonial sobreveio um ciclo de brutal rivalidade capitalista.
 
A paz nascida dessa transição tumultuada  impôs à Alemanha custos e reparações a tal ponto extorsivos que permitiram aos partidários de Adolf Hitler fazer campanha eleitoral apenas lendo o Tratado de Versalhes no rádio.
 
A instabilidade foi suficiente para alçar Hitler ao posto de chanceler em 1933, mesmo com frágil maioria parlamentar.
 
O resto é sabido.
 
A Segunda Guerra mundial matou 50 milhões de pessoas.
 
Desse cemitério brotaria a ordem negociada em Bretton Woods.
 
O chamado período de ouro do capitalismo, feito de crescimento e ampliação de direitos, estendeu-se até meados dos anos 70, quando a revanche neoliberal começou a tomar de volta tudo o que havia alicerçado o edifício da democracia social.
 
A eleição de Trump, oito anos após o colapso sistêmico de 2008, demarca um novo recorte sísmico (Leia o Especial de Carta Maior neste domingo com a seleção das melhores análises sobre o terremoto norte-americano)
 
O acerto de contas com a desordem neoliberal irrompe de dentro de suas próprias fileiras, a partir de uma visão fascista da sociedade e do desenvolvimento.
 
Como foi a dos nacional-socialistas nos anos 30.
 
A diferença no Brasil é que o terremoto então abriu espaço à ascensão de Vargas e à consolidação do Estado nacional brasileiro.
 
Hoje, em meio a uma crise sistêmica como a de 1929, o golpe se empenha na tentativa anacrônica de engatar o país à ordem econômica que se despede.
 
A desmentida ilusão de que, derrubando Dilma, as 'expectativas revigoradas dos livres mercados' fariam o resto, mostra a inconsistência dessa escolha.
 
‘Fosse assim, a virada já teria ocorrido’, admitiu em entrevista lúgubre ao Estadão, o ex-presidente do Banco central de FHC, Armínio Fraga.
 
Sem o endosso da realidade, o que era difícil ficou definitivamente para trás após a eleição de Trump.
 
Por variadas razões.
 
O republicano pretende, por exemplo,  gastar US$ 1 trilhão em infraestrutura esfarelando duplamente o chão do golpe.
 
O gasto pressionará a taxa de juro nos EUA dificultando o corte da Selic aqui, um requisito à retomada do investimento e à redução do aperto fiscal.
 
O que sobra?
 
O país gasta hoje cerca de 8% do PIB com juros da dívida pública.
 
Um despautério imexível pela coalizão golpista, que evidencia assim seu deslocamento num mundo em que cerca de US$ 13 trilhões estão ancorados em títulos a juros negativos...
 
Segundo o economista Amir Khair, da FGV, o serviço dessa dívida indexada às maiores taxas de juros do planeta consome em 45 dias toda a tributação adicional (R$50,9 bilhões) obtida com a repatriação do dinheiro mantido no exterior.
 
É um garrote maiúsculo, mas o golpe e seus jornalistas privilegiam o peso do salário mínimo no rombo da previdência, que tem na aposentadoria integral dos militares 50% de sua raiz.
 
Não para aí.
 
Dos anos 30 aos anos 50, Getúlio fez do Brasil um canteiro de obras e de instituições de desenvolvimento.
 
Hoje o golpe se abala no desmonte das ferramentas de preservação do investimento público e privado.
 
O que sobra?
 
Com a fartura de recursos e obras no governo Trump, quem vai se interessar por concessões num Brasil institucionalmente instável, sem financiamento público, com mercado interno minguante e juros siderais?
 
Pior que isso.
 
A participação privada na infraestrutura brasileira já capturou o filé mignon em quase todos os setores.
 
Isso a torna muito mais seletiva e arredia a partir de agora.
 
Sem a participação ativa do Estado, nada se fará.
 
Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) mostra que no setor de transportes, por exemplo, 50% de todo o investimento registrado entre 2003 e 2015, foi feito pelo capital privado –o mesmo que a mídia dizia arredio pela desconfiança nas regras dos governos petistas.
 
Nos EUA esse fatia não chega a 9%; nos BRICS  (exceto África) a média é de 3%.
 
Nos EUA, apenas 0,3% dos 6,5 milhões de kms de rodovias do país estão sob controle privado.
 
No Brasil são 15,5% de uma malha total de 64 mil kms...
 
O caso dos aeroportos é ainda mais expressivo.
 
Com as quatro unidades a serem concedidas em 2017, quase 70% do fluxo de passageiros do país estará sob gestão privada.
 
Restará apenas o aeroporto de Curitiba com escala atraente ao interesse privado, avisa o estudo do Ipea.
 
A revoada de investidores prevista pelo golpismo, num cálculo muito mais ideológico  do que realista, não ocorrerá.
 
Desse descompasso entre a propaganda da mídia e a realidade dos tempos emerge a radiografia de uma assustadora bancarrota.
 
As novas referências geopolíticas trazidas pelo vento protecionista dos EUA só farão agravar a agonia da agenda golpista.
 
A ilusória intenção de engatar o destino do país a tratados de livre comércio, por exemplo.
 
Dotados de tribunais de exceção com soberania jurídica e legislativa para punir Estados e governos em defesa das corporações, eles compunham o corolário ideológico do neoliberalismo tardio brasileiro.
 
Com Trump trancando a maçaneta do maior mercado mundial, essa porta se fechou.
 
Sobra a dura realidade de indicadores descendo a ladeira sem freio.
 
As projeções apontam um tombo do PIB  entre 3,6% a 4% este ano.
 
Para 2017 previa-se  uma expansão medíocre de  1% e mesmo ela, feita pré-eleição americana, tornou-se irreal.
 
O desemprego continuará  a crescer para atingir 13% da PEA, com fechamento médio de 100 mil vagas mensais.
 
O poder de compra das famílias brasileiras, depois de crescer continuamente de 2003 a 2014 , acumulará um mergulho de 10% no biênio 2015/2016.
 
Com a massa de famílias assalariadas sem renda e sem crédito o horizonte aqui também é estreito.
 
A boutade golpista –‘sem consumo, é hora de crescer pelo investimento’—   soa como aquele estágio no deserto em que o comprometimento biológico desencadeia alucinações.
 
Com juros de 14,25%, sem investimento público, sem crédito do BNDES e com elevada capacidade ociosa no setor produtivo, quem vai investir no Brasil?
 
Um olhar mais detido enxergará obstáculos de complexidade adicional.
 
O colapso econômico brasileiro encerra desafios históricos inéditos.
 
O principal deles remete à perda de dinamismo industrial na estrutura de crescimento do país.
 
Não é uma questão técnica.
 
O esgarçamento das cadeias industriais corrói o núcleo duro de produtividade em uma sociedade.
 
Reduz seu ‘budget’ para investir em obras, direitos e cidadania.
 
O setor capaz de bombear saltos de eficiência e de receita --e de ampliar a oferta  de empregos de qualidade, por conta de seu poder irradiador--- é o manufatureiro.
 
Segundo o IBGE , a fatia da industrial no valor adicionado ao PIB brasileiro era de 17,4% em 2005.
 
Recuou para 10,9% este ano.
 
Fruto em grande medida da sistemática valorização do Real desde os anos 90 –e consequente vazamento de demanda interna para importações chinesas.
 
A reversão desse processo em nosso tempo tornou-se bem mais complexa do que imagina o próprio Trump.
 
Como já disse a professora Maria da Conceição à Carta Maior, o que os chineses tonaram não tem volta.
 
O que está em disputa agora é a 4ª revolução industrial.
 
Ela inclui a digitalização dos processos, a robotização de linhas, a precisão e a integração de etapas, cadeias e áreas de conhecimento aplicados à manufatura.
 
O Brasil tem dois trunfos com escala e densidade suficientes para ocupar um espaço nesse ciclo: a ecoagricultura e o impulso industrializante contido na cadeia do pre-sal.
 
O requisito capaz de interligar esse potencial a um novo ciclo de desenvolvimento é a soberania na sua condução.
 
Sem ela, o leme cai nas mãos das grandes corporações
 
Como está caindo, graças ao projeto de  liberação de terras aos estrangeiros e do desmonte do modelo soberano de partilha do pre-sal.
 
Retomar os espaços de soberania e planejamento democrático constitui, assim, o requisito de vida ou morte para o futuro da industrialização e do país no século XXI.
 
Subestimar a envergadura das respostas c0bradas pelo esgotamento neoliberal não é, infelizmente, um apanágio golpista.
 
Isso explica também os erros e omissões cometidos por governos petistas, que apostaram em uma regeneração das condições de mercado anteriores à crise de 2008, como se vivêssemos um evento transitório, e não um colapso terminal.
 
O erro de cálculo histórico levou a dois outros, interligados.
 
Insistir apenas na prorrogação de estímulos ao consumo, quando medidas estruturais de autoproteção do desenvolvimento –controle da conta de capitais, por exemplo, indispensável à redução dos juros, sem fuga de dólares-- deveriam ter sido tomadas, é um deles.
 
O outro, render-se ao ‘consenso do ajuste ortodoxo’ no momento em que os desequilíbrios explodiam e uma repactuação política do desenvolvimento figurava como a única alternativa real ao descontrole.
 
Na verdade, ainda figura. Esse é o ponto.
 
Há quem considere ilusório o resgate dessa bandeira nas mãos de uma frente ampla
 
Mais ilusório é supor que a roda da democracia social poderá girar de novo no país sem esse repto.
 
É certo que o corredor histórico se estreitou.
 
Alargá-lo, porém, não é uma questão de fé.
 
Quem pode desobstruí-lo  é a  aglutinação pactuada dos inúmeros interesses, setores sociais e produtivos atingidos pelo arrocho neoliberal.
 
Na história das lutas sociais o indispensável só é impossível até ganhar nervos e musculatura das forças que dependem dele para respirar e progredir.
 
O golpe destruiu tudo ao mesmo tempo: as bases da economia, as da política e as do diálogo democrático.
 
Dissolveu o chão firme da nação e não dispõe de liderança, nem de projeto, tampouco de legitimidade para reconstruí-lo.
 
Num tempo que estrebucha e ameaça levar de roldão as nações há duas alternativas.
 
Tirar a economia do altar sagrado da ortodoxia e expô-la a uma repactuação democrática do desenvolvimento – a opção de uma frente ampla progressista.
 
Ou aguardar a chegada de um correlato fascistóide à moda ‘Trump’
 
O jogo é pesado.
 
A roleta gira nervosamente.
 
Entre a escuridão e o parto de uma nova esperança define-se o destino do Brasil.

Gilmar Mendes e Lewandowski promovem baixaria no STF


Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes protagonizaram uma discussão no plenário do Supremo tribunal Federal nesta tarde. Durante o bate-boca, Gilmar Mendes fez refrência à condução do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que perdeu o mandato em julgamento no Senado, conduzido por Lewandowski, em agosto deste ano. Foi a sessão com ânimos mais exaltados desde que a ministra Cármen Lúcia assumiu a presidência da Corte, em setembro.
 
 
 
 
 
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Confira as atrações da 5ª Feira Literária de Água Nova/RN

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Fim do foro privilegiado será discutido hoje no Senado

Ex governador do Rio Garotinho é preso pela Federal

 
Policiais federais da Delegacia de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, prenderam hoje (16) o ex-governador fluminense Anthony Garotinho. Segundo a Polícia Federal, a prisão faz parte de investigações relativas ao uso do programa Cheque Cidadão, do município de Campos, para compra de votos.
Segundo informações da Delegacia Federal de Campos, Garotinho foi preso em sua casa, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente, Garotinho é secretário de Governo do município de Campos (RJ), onde a mulher dele, Rosinha Garotinho, é prefeita.
Além de ex-governador, Garotinho também foi deputado federal e prefeito de Campos.

15 de novembro de 2016

A imagem da Noite: A super Lua vista em Natal -RN




A foto foi publicada do Facebook  Cleidson Gomes

Brasil e Peru jogam logo mais as 0h15 no Peru

 Brasil e Peru se enfrentam nesta terça
O jogo #Brasil x Peru acontece na madrugada de terça-feira para quarta-feira, do dia 15 para 16 de novembro. O horário de início da partida é às 0h15, de acordo com o horário de Brasília. O jogo vai acontecer no Estádio Nacional de Lima, no Peru. O clássico contra a Argentina havia acontecido em solo brasileiro, no Mineirão, palco em que também aconteceu o vexame do 7 a 1 contra a Alemanha durante a Copa do Mundo de 2014.

Novo exame de sangue detecta o câncer 10 anos antes dos primeiros sintomas

celula cancer
A medicina avança cada vez mais para alcançar a cura do câncer. Uma ótima notícia acaba de chegar diretamente da Universidade de Swansea, no Reino Unido. Os pesquisadores da instituição criaram um teste com alto índice de acerto que pode indicar a presença de mutações responsáveis pelo desenvolvimento do câncer.
Com esse novo exame é possível prever a doença até 10 anos antes do surgimento dos primeiros sintomas. Ou seja, o monitoramento precoce aumentaria a eficiência no combate a possíveis tumores. Como se sabe, a prevenção é a grande arma contra o câncer. Quanto mais cedo a doença é descoberta, maiores são as chances de cura ou controle com qualidade de vida para o paciente.
Mas esse exame revolucionário, que poderá salvar milhões de vidas, só estará disponível em 5 anos. Os protocolos médicos exigem que outros testes sejam realizados para atestar a eficácia do procedimento.

blogdoprofessormarciomelo

Temer diz que a prisão de Lula traria insegurança para o Brasil devido a reação dos movimentos sociais


Beto Barata
Em entrevista ao Roda Viva, diante de uma bancada amigável de jornalistas, Michel Temer afirmou que uma eventual prisão do ex-presidente Lula traria "instabilidade" ao Brasil devido à ação de movimentos sociais; no programa, Temer disse considerar normal ter pedido R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht em pleno Palácio do Jaburu; ele também disse não estar preocupado com o cheque de R$ 1 milhão da Andrade Gutierrez para sua campanha que, segundo o delator Otávio Azevedo, foi fruto de propina; na entrevista ele voltou a provocar os estudantes, ao dizer que os protestos contra a PEC 55, que congela gastos por 20 anos, seriam simplesmente "físicos" e sem conteúdo argumentativo 

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14 de novembro de 2016

Começa a cair a ficha: o golpe quebrou o Brasil

:
Vendido ao público como a condição necessária para a volta da confiança, o golpe parlamentar de 2016, que começou a ser construído um dia depois da vitória da presidente Dilma Rousseff em 2014, colocou o Brasil num lamaçal político e econômico para o qual ainda não se encontrou uma saída; com Michel Temer e Henrique Meirelles, o rombo fiscal explodiu, a arrecadação desabou e as vendas do comércio e da indústria foram ao fundo do poço; autodestruição brasileira já ganha até a manchete do Valor Econômico, da Globo, que foi peça central do golpe.

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Os bilionários querem "reformar" o ensino

Na primeira audiência pública feita no Congresso para debater a reforma do ensino médio, na terça-feira, dia 1º, as ocupações foram um dos temas abordados. Contudo, as falas de alguns parlamentares são o desenho perfeito da falta de compreensão das demandas feitas pelos estudantes.
 
“Eu não consigo entender as motivações contra a reforma do ensino médio", disse o deputado Thiago Peixoto (PSD-GO). Talvez, se eles tivessem mais voz nesse debate, não fosse tão difícil compreendê-los.

Em oposição à total surdez para com os estudantes, os parlamentares são todos ouvidos para outro grupo: os representantes de bilionários presidentes de fundações educacionais. Para as audiências públicas que estão por vir foram convidados sete representantes de fundações e institutos empresariais.

Mas, qual o problema em se ter bilionários na mesa de debate? A princípio, nenhum. Na prática, além do fato de que não existe almoço grátis, é necessário observar o tipo de educação que esses grupos vislumbram como o “padrão de qualidade” – lembrando que a própria existência de um “padrão de qualidade”, quando se fala sobre educação, já é algo bastante questionável.

Fundações costumam se colocar como apartidárias, porém, ao participarem ativamente da criação e execução de políticas públicas - como está sendo o caso no debate sobre a reforma do ensino médio - comportam-se, elas mesmas, como partidos.

É no mínimo curioso que as propostas de reforma do ensino médio tenham ganhado força logo quando a tutela do MEC passa para as mãos de jovens empreendedores e ex-Lemann fellows (o apelido dado aqueles que receberam bolsa da Fundação Lemann). O Diário Oficial da União do dia 2 de setembroavisou sobre a nomeação de Teresa Pontual, ex-bolsista da fundação, para a Diretoria de Currículos e Educação Integral do MEC. Menos de um mês depois, a MP foi assinada.

Outro exemplo é o caso de Maria Helena Guimarães de Castro, uma das sócias-fundadoras do Todos Pela Educação e membro da comissão técnica do movimento, hoje secretária-executiva do MEC à frente da reforma.

Os interesses que ficam por trás destes “partidos” nem sempre são facilmente notáveis. A filantropia pode ser usada para vários fins: o honesto desejo por um mundo melhor, a “lavagem de consciência”, o tráfico de influência, e até a lavagem de dinheiro. Além das óbvias isenções fiscais e imunidades tributáriasconcedidas às fundações por todas as suas benesses, há um ponto a mais quando se fala da ligação entre fundações educacionais e grandes empresas: a formação dos funcionários.

A média brasileira de gastos com treinamentos é de R$ 518 por funcionário. Seria ótimo se os donos de grandes empresas pudessem economizar esse dinheiro, que significa aproximadamente R$ 1,38 milhão anuais por empresa escoando das companhias com mais de 500 funcionários. Já para a Ambev, de Jorge Paulo Lemann — que também está à frente da Fundação Lemann — significaria uma economia de aproximadamente R$ 20 milhões ao ano, afinal são mais de 40 mil empregados. Se, ao menos, no ensino técnico ou médio já fossem ministrados alguns dos treinamentos necessários aos futuros empregados, empresários como Lemann não precisariam gastar tanto com RH.

Depois de estudantes e professores se manifestarem pedindo um lugar à mesa de debate, o espaço para profissionais de educação foi ampliado. Continuam sendo apenas 2 representantes dos alunos, mas subiu de 3 para 9 o total de professores entre os 57 convidados para audiências públicas na comissão especial. Os lugares de honra, no entanto, permanecem reservados às fundações e institutos empresariais.

A próxima audiência pública, por exemplo, está marcada para a próxima terça, 8 de novembro, e contará com representantes do Instituto Inspirare, Fundação Lemann e Instituto Unibanco. Muitos dos representantes destes organismos receberam até mais de um convite, todos feitos pelos 24 parlamentares integrantes da comissão, para ir ao púlpito. Serão necessárias outras audiências, no entanto. Afinal, são muitos os representantes de fundações e institutos empresariais.

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Almino Afonso: Mulher surta e toca fogo no carro do companheiro

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Uma mulher de 31 anos que se encontra apresentando problemas depressivos, após uma discussão banal com o seu companheiro de 35 anos e totalmente descontrolada passou atirar pedras no veículo tipo corsa, de cor azul, pertencente ao seu companheiro e em seguida ateou fogo, deixando o veículo totalmente destruído pelas chamas. O fato ocorreu na manhã de sábado(12) em Almino Afonso/RN.

O dono do carro disse que sua amásia toma remédios controlados e que estava sem tomar os referidos remédios há alguns dias e nos últimos  vem sentindo crises fortes de depressão e agindo em determinadas bastante agressiva e sem paciência com nada e com ninguém.

Os filhos foram retirados do local e depois entregues ao conselho tutelar do município, para que fossem devidamente assistidos. 

A PM compareceu ao local e conduziu a mulher ao hospital da cidade para que fosse medicada. 

O companheiro não representou criminalmente contra a sua amásia.

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EUA têm 5ª noite consecutiva de protestos contra Trump

© Kamil Krzaczynski / Reuters
Pela quinta noite consecutiva, manifestantes voltaram a marchar nesse domingo (13) pelas ruas das principais cidades norte-americanas em protesto contra as políticas de Donald Trump, o empresário que ganhou as eleições para a presidência dos Estados Unidos na última terça-feira (8); a vitória de Trump ocorreu depois de uma campanha eleitoral em que ele prometeu expulsar imigrantes sem documentos e construir um muro na fronteira com o México.


brasil247.com

13 de novembro de 2016

O presidente eleito dos EUA Trump promete deportação imediata de até 3 milhões de imigrantes

 Resultado de imagem para Trump promete deportação imediata de até 3 milhões de imigrantes
Donald Trump cumprirá com sua promessa de deportar milhões de imigrantes sem documentos dos Estados Unidos, afirmou o presidente eleito em uma entrevista que será transmitida neste domingo (13) no programa “60 Minutes” da rede “CBS”.
Segundo Trump, até 3 milhões de pessoas serão deportadas depois que ele assumir o cargo.

Olha só quem fala...


MPF/RN processa Galeno Torquato e outros sete envolvidos em desvio de recursos

MPF/RN processa deputado estadual e outros sete envolvidos em desvio de recursoso Ministério Público Federal (MPF) em Pau dos Ferros ingressou com uma ação por improbidade contra o ex-prefeito de São Miguel e atual deputado estadual José Galeno Diógenes Torquato, outras sete pessoas e três empresas envolvidas no desvio dos recursos destinados à construção de uma unidade de saúde na zona urbana de São Miguel, em 2010, quando o parlamentar administrava o Município. A licitação foi forjada e houve ainda superfaturamento de R$ 34 mil, cujo prejuízo foi coberto com recursos públicos, sem que a empresa sofresse qualquer sanção.

Os demais acusados são os empresários José Audísio de Morais, Alberico Medeiros Martins e Francisco Barbosa Lima e suas respectivas empresas: Construser – Construção e Serviços de Terraplenagem Ltda – ME; Constep Construções e Serviços de Terraplenagem Ltda – ME e Construtora Aurorense Ltda – ME. Além do engenheiro civil Antônio de Lisboa Sobrinho, do ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL), Walkei Paulo Pessoa Freitas, e de dois ex-membros da CPL, Clauberto Pinheiro Barbosa e Ricardo Rego de Carvalho.

O procurador da República Marcos de Jesus é o autor da ação na qual o MPF aponta que Galeno Torquato e os demais envolvidos utilizaram documentos forjados para dar “ares de legalidade” à contratação que resultou no desvio de recursos em prol da Construser e de seu administrador, José Audísio. O dinheiro desviado é fruto de um convênio firmado, em dezembro de 2007, entre o Município e o Ministério da Saúde.

*O processo tramitará na Justiça Federal sob o número 0800396-14.2016.4.05.8404.
 
informações: Blog Nosso Paraná

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