3 de setembro de 2016

Família Solano dar adeus a sua matriarca Noemia Leopoldina




Mensagem escrita por Lirifran Dantas ( Fanzinha);

O adeus a nossa heroína...
Noemia LEOPOLDINA, Matriarca, mulher sábia de olhar  angelical...voz mansa... mãe.. amiga... ela era assim!!!
Como vai ser difícil acordar e ver que você partiu,
Que já não está mais presente de forma material entre nós,
Teus abraços nos confortavam tanto...
Tuas palavras eram como abrigo, acalento para os nossos corações..
Mas.. o vento insistiu em levar você de nós, nos deixando orfãos...
Foi com você Mãe, que aprendemos o segredo do abraço, do perdao, da felicidade... do amor... da sabedoria...
Foi com você vó Noemia que aprendemos a viver e sentir momentos lindos..que jamais sairam das nossas mentes .
Neste momento de dor, nossos corações agradecem ao Senhor Deus, por te colocar em estado de graça junto ao pai celestial...
Onde você estiver.. sentiras orgulho do grande legado deixado pela “ A família de Chico Solano”, família esta de brio ímpar.
Você foi para todos um exemplo de sapiência advinda dos Céus... fostes na vida terrena amada e abencoada pelos anjos...
hoje temos a certeza o quanto a amávamos.. além do que imaginávamos..
sabemos que um dia iremos nos encontrar...
Tenha a certeza que você foi a melhor mãe, avó, sogra.. amiga para todos nós ..foi assim que aprendemos a te amar verdadeiramente e incondicionalmente.. sabe porque? Porque você foi única para todos nós.
O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade,
Saudade de sua presença ao nosso lado, do teu sorriso lindo, da tua voz meiga e paciente...
Vai com Deus nossa Estrela maior.... o céu te receberá com o manto da paz.
.
Família Solano & Cavalcante


2 de setembro de 2016

Pagamento dos servidores estaduais começa hoje

O Governo do Estado continua o pagamento do funcionalismo nesta sexta-feira (2). A folha de agosto vem sendo paga por faixa salarial sem distinção entre ativos e aposentados. Os servidores da Educação serão os primeiros a receber, já no primeiro dia (2), independente do valor do salário, por possuírem recursos específicos.
No dia 6 terão os vencimentos depositados os servidores que recebem até R$ 2 mil. O calendário prossegue dia 8, após o feriado da Independência, com o pagamento creditado na conta daqueles que recebem entre R$ 2.001,00 até R$ 3 mil.
Os servidores que ganham de R$ 3.001,00 a R$ 4 mil terão os pagamentos efetuados dia 10, quando 84% do funcionalismo já terá recebido os salários. No dia 14 será a vez daqueles que recebem de R$ 4.001,00 até R$ 5 mil. Os servidores que recebem acima de R$ 5 mil receberão os salários dia 17.
PagamentoAgosto 


no minuto.com

Maia desafia STF e nomeia aliado de Cunha na EBC

:
Como presidente da República em exercício, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) demitiu o jornalista Ricardo Melo da presidência da EBC, nomeou para seu lugar Laerte Rimoli, aliado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e extinguiu o conselho curador da empresa; para o senador Lindbergh Farias, Maia agiu como "golpista em exercício"; detalhe: a demissão de Melo havia sido tentada por Temer e foi negada pelo Supremo Tribunal Federal, uma vez que o jornalista tem mandato de quatro anos à frente da EBC; "Vamos ao STF ainda hoje", diz Marco Aurélio Carvalho, advogado de Ricardo Melo; "Essa decisão mostra a forma autoritária como esse governo biônico pretende agir, afrontando inclusive o próprio STF

1 de setembro de 2016

Botijão de Gás passa acustar 90 reais em vários estados do país

 Resultado de imagem para botijão de gás
Começa a valer a partir de amanhã o reajuste médio de 9% no preço do botijão do Gás. . A previsão é de que, até a primeira quinzena de setembro, todas as lojas trabalhem com preços mais altos. Dessa forma, o consumidor poderá encontrar unidades custando até R$ 90.

Charge do dia

Mais de 17 mil ingressos vendidos para Bahia x Vasco


Mais de 17 mil ingressos vendidos para Bahia x Vasco; confira informações

Mesmo sem a manutenção de um preço promocional para os ingressos, a Arena Fonte Nova deve receber um grande público no próximo sábado (3). Na noite desta quinta-feira(1º), o Bahia anunciou que mais de 17 mil ingressos estão vendidos para o jogo contra o Vasco, pela 22ª rodada da série B. Os bilhetes para o jogo estão sendo vendidos desde a última quarta (31).

Como está proibido Fora Temer - então Fica Temer

Golpe joga a nação para o abismo

 Resultado de imagem para Golpe joga a nação para o abismo
Diante de senadores apequenados, a repetir irrelevâncias como subterfúgio, Dilma  escancarou a inexistência de motivos reais para condená-la, exceto o cobiçado assalto ao poder, dos que foram rejeitados pelas urnas.
Longe de ser o fim, a tentativa conservadora de inocular prostração na resistência democrática, marcou  ali  uma etapa dentro de  uma escalada.
Os recados explícitos nas manchetes preparatórias para o ‘desfecho’ frustrado são igualmente ilustrativos dessa progressão.
Faz parte da espiral calcificar um partido de trabalhadores, inviabilizar sua estrutura, reduzir a cinzas as principais lideranças.
A existência altiva de uma organização de trabalhadores constitui um freio inestimável às arremetidas da barbárie em qualquer época, em qualquer sociedade.
Daí o golpe dispensar à destruição do PT – de Dilma e Lula--  uma centralidade equivalente a atribuída à revogação do direitos sociais e trabalhistas exigidos pelo mercado.
O seletivo afinco do juiz Moro em atender à primeira demanda é um requisito para viabilizar a segunda.
 
O estrago já produzido em direitos e  garantias  deve servir à reflexão de dirigentes do PT, mas também aos que desdenharam das consequências que a caçada acarretaria a todo o campo progressista.
 
O julgamento do impeachment, insista-se, é só um ponto da espiral regressiva.
 
O golpe de 1964 levou quase cincos anos para encontrar um chão ‘institucional’ baseado no terror, na tortura e na censura.
 
O ‘1964 parlamentar’ de agora continua distante do seu modus operandi, mesmo depois da votação final neste (31/08), e por uma razão bastante forte.
 
A raiz da disputa não são obviamente as pedaladas. Mas, sim, a delicada reordenação do desenvolvimento brasileiro, em meio ao esgotamento da ordem neoliberal, o que requisita um poder de coordenação econômica, e de planejamento democrático, rechaçado pelos que sempre enxergaram no Estado a extensão de seus interesses privados.
 
O  jogo, portanto, está em aberto, não sendo temerário prever como inevitável o aguçamento das contradições e dos conflitos no período que se abre.
 
Com um agravante.
 
Inabilitadas pela ruptura da legalidade, as instituições mediadoras, a exemplo de uma parte ostensiva do judiciário, estão reduzidas a coadjuvantes do assalto ao poder.
 
A predominar a lógica do golpe, a aliança da mídia com a escória e o dinheiro vai  empurrar a  nação  para uma ‘noite de São Bartolomeu’.
 
O epíteto remete à jornada sangrenta de agosto de 1572, em Paris, quando milhares de protestantes, força política em ascensão, foram trucidados pela nobreza católica incrustrada na hierarquia da Igreja.
 
A matança religiosa escondia a disputa pelo poder na economia e na sociedade.
 
Após quatro derrotas presidenciais sucessivas, sendo a última, em outubro de 2014, com seu quadro supostamente mais palatável, as elites decidiram não esperar por um quinto revés para Lula, em 2018.
 
E abriram caminho para a sua ‘noite de São Bartolomeu’.
 
Fizeram-no, como se constata na escalada vertiginosa do cerco ao PT e do atropelo ao Estado de Direito, convictas de que só escavando um fosso profundo na ordem constitucional teriam o poder necessário para a demolição requerida.
 
Qual?
 
Aquela capaz de transformar a construção inconclusa de um Brasil para todos, na recondução da ordem e do progresso para os de sempre.
 
O golpe apunhala a democracia para atingir o interesse popular.
 
Não deixam dúvida os recados emitidos para lubrificar a simpatia dos mercados à borrasca.
 
Vem aí um vergalhão de privatizações de serviços essenciais, informou, domingo, o jornal O Globo, um porta-voz credenciado do assalto.
 
Em garrafais apoteóticas, o diário dos Marinhos avisa que de creches a prisões, passando por hospitais, saneamento, desapropriações, tudo no Brasil será entregue à gestão privada.
 
Um pouco mais adiante será a vez de aleijar a soberania nacional no pre-sal, descartando uma alavanca industrializante como anacronismo populista.
 
Assim sucessivamente.
 
O Sistema Único de Saúde será descarnado para abrir espaço ao ingresso dos planos populares no mercado; a universidade pública está na fila da guilhotina e os direitos trabalhistas da CLT não terão vida longa se na 4ª feira, 31/08, a votação do impeachment consumar a degradante obra de um congresso contra o povo.  
 
Os acontecimentos em marcha vieram reafirmar a rigidez da fronteira onde acaba a tolerância do dinheiro e do mercado com o projeto de construção de uma sociedade mais justa na oitava maior economia do planeta.
 
‘A democracia prometeu mais do que o capitalismo pode conceder sem mergulhar a economia em uma crise fiscal desestabilizadora’, martelou diuturnamente o jogral midiática, em todo o ciclo introdutório à ‘noite de São Bartolomeu’.
 
O mercado entendeu que a crise econômica global –diante da qual o governo esgotou o fôlego dos contrapesos fiscais em cinco anos em resistência-- abriu a oportunidade para um acerto de contas.
 
E quer fazer o serviço completo.
 
Cortar o mal pela raiz significa estender a sanha regressiva à fonte da universalização de direitos, a Constituição Cidadã de 1988, da qual o PT se tornou o principal guardião
 
Ter um Estado que trata encargos sociais como estorvo do mercado, por mais que gere uma euforia inicial nos donos do dinheiro, não resolverá as grandes pendências nacionais emolduradas por um pano de fundo desafiador.
 
O mundo vive a mais longa, incerta e frágil convalescença de uma crise capitalista desde 1929.
 
E o que mais se  evidencia dessa arrastada UTI é a falta que faz agora tudo o que foi subtraído do Estado e do trabalho no ciclo neoliberal anterior à explosão das subprimes, em 2008 – regulações, direitos, soberania,  garantias trabalhistas, tributação da riqueza,  salários dignos,  indução pública do investimento etc.
 
Assim desprovida e descarnada, a economia global não decola. Ficções de livre comércio enfeitam essa cemitério da estagnação, em que o comércio forma um jogo de soma zero,  apenas transferindo excedente de um país para outro.
 
Não só.
 
O golpismo midiático que critica a 'irresponsabilidade  fiscal petista', omite a pressão global de gastos em uma crise que levou à queda vertical da receita, elevando de 78% para 105%  a relação dívida pública/PIB nas economias mais ricas –ao mesmo tempo em que a participação dos salários no PIB global recuou:  hoje é 10% inferior à média dos anos 80.
 
A conclusão é incontornável.
 
Falta investimento, falta demanda e emprego no capitalismo globalizado do século XXI. E é esse corner macroeconômico que o golpe quer mimetizar para barrar reformas e retificações de privilégios --tributários, entre eles-- necessárias ao passo seguinte do crescimento nacional.
 
A resposta conservadora para o impasse é a ‘noite de São Bartolomeu’: vinte anos sem crescimento real nos gastos públicos, incluindo-se a escola e a saúde, o que  num país jovem em expansão demográfica, significa na prática arrocho per capita por duas décadas em serviços essenciais.
 
Graças ao monopólio midiático, esse agendamento interditou o debate de uma delicada transição de ciclo econômico para a qual não existe solução fora da repactuação da sociedade.
 
A manipulação avaliza soluções que privilegiam os mercados, impõe uma verdadeira regressão civilizacional ao país, corrói aquilo que tão arduamente se reconquistou, a autoestima e o direito à esperança no futuro.
 
O que sobra?
 
Uma ruptura mais profunda do que a mera destituição de um Presidente da República.
 
De diferentes ângulos da economia e da democracia emergem avisos de saturação estrutural.
 
Um novo ciclo de desenvolvimento precisa ser construído. Quem o conduzirá: a democracia ou um regime de força?
 
Em 1964, a transição rural/urbana impulsionada pela ditadura militar criou uma irrepetível válvula de escape momentânea para as contradições violentas de uma sociedade que já não cabia no seu modelo anterior.
 
Mesmo com essa válvula de escape, a repressão do regime foi brutal.
 
Hoje não há fronteira geográfica ‘virgem’ para amortecer a panela de pressão da nova encruzilhada do desenvolvimento brasileiro.
 
As legiões que não cabem nele serão escorraçadas pela explosiva supressão de direitos que se anuncia, sendo atiradas a uma periferia constitucional coagidas a reagir de forma explosiva ou perecer.
 
Erra esfericamente  também quem imaginar que esse estirão pode ser mitigado com a maciça  entrega do que sobrou do patrimônio público, depois do governo do PSDB.
 
Privatizações concentram ainda mais a renda; definham adicionalmente o já enfraquecido poder indutor do investimento público, reduzem a receita do Estado. Radicalizam , enfim, o que o país mais precisa superar.
 
A reedição de um novo ‘1964’ em 2016 exigiria, ademais, uma octanagem fascista drasticamente superior à original, para prover o aparelho de Estado do poder de coerção necessário à devolução da pasta de dente que já escapou do tubo.
 
Não há uma terceira escolha.
 
Voltar às urnas na esteira de forte mobilização da sociedade; ou entregar a nação a uma ‘noite de São Bartolomeu’ de desdobramentos incontroláveis?
 
Essa é a disjuntiva.
 
A farsa do julgamento da Presidenta Dilma Rousseff, não vai muda-la, nem resolve-la.
Essa tarefa cabe à resistência democrática.
E ela terá que ser construída nas ruas, a partir de agora, com a firmeza e a determinação de uma desassombrada volta às origens, para forçar a elite a reconhecer o direito do povo ao país


31 de agosto de 2016

Adeus

Vale a pena matar a democracia por Temer? e ser sócio de um Golpe?

Mais do que simplesmente arruinarem a própria biografia, apoiando um golpe bananeiro em pleno século 21, os senadores que votarem pelo impeachment também estarão se associando a um fracasso completo; o governo provisório de Michel Temer já provou ser um fiasco na economia, onde a inflação não cede, o desemprego aumenta, o rombo fiscal dispara e as reformas prometidas foram adiadas a perder de vista; além disso, do ponto de vista criminal, não será possível "estancar essa sangria", uma vez que o próprio Temer está sendo delatado na Lava Jato, segundo revelou ontem Ela Wiecko, que era a número 2 da procuradoria-geral da República; vale a pena matar a democracia por Temer? 

brasil 247

O Brasil amanhece nessa quarta-feira 31 de agosto num Estado de Golpe

30 de agosto de 2016

De Sabatella a Dilma: sua coragem revelou a verdade sobre esse crime político

"Sua coragem e firmeza no dia de ontem teve força para revelar a verdade sobre este crime político e os impactos negativos que já estão sendo perpetrados por forças corruptas, demagogas, hipócritas e oportunistas que desejam implementar no Brasil um programa de governo reacionário, antiecológico e extremamente injusto com a classe trabalhadora", diz a atriz Letícia Sabatella, em carta aberta à presidente Dilma Rousseff; "estou ao seu lado em defesa da democracia e contra esse retrocesso, que deve ser chamado exatamente pelo o que ele é, e sem temor: um golpe parlamentar!" 

Até amanha estaremos sendo uma extensão do  www.brasil247.com

O apelo final de Dilma: votem com consciência


"É muito grave afastar uma presidente da República sem crime de responsabilidade, mesmo que o impeachment esteja previsto na nossa Constituição", disse a presidente Dilma Rousseff, no final de sua sessão de defesa, que durou mais de 14 horas; "Por isso eu peço aos senhores senadores e às senhoras senadoras que tenham consciência na hora de avaliar este processo", afirmou; Dilma fez discurso histórico em defesa não apenas de sua história de vida, como do próprio regime democrático, hoje ameaçado no Brasil; na fala inicial, disse que depois das torturas, na juventude, e da luta contra o câncer, só teme a morte da democracia.

29 de agosto de 2016

O discurso antológico de Lindbergh: eu acuso!

Assim como Émile Zola escreveu seu célebre "J'accuse", o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) também produziu um discurso histórico, o seu "Eu acuso", em que aponta as forças responsáveis pelo golpe parlamentar de 2016; "Eu acuso Eduardo Cunha e Michel Temer de liderarem uma conspiração parlamentar contra o seu mandato, que culminou naquela sessão de 17 de abril, que foi chamada de uma assembleia de bandidos comandada por um bandido", disse ele, que comparou o Senado ao tribunal de exceção que julgou Dilma quando jovem; "a Globo, que há três anos pedia desculpas ao País por seu apoio ao golpe militar de 1964, agora embarca em outro golpe";

Dilma desmascara Cássio Cunha Lima

:
Questionada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-RN), a presidente Dilma Rousseff teve um dos momentos altos do debate na sua resposta; Cunha Lima havia feito uma homenagem a representantes do Movimento Brasil Livre e disse que o impeachment nasceu das ruas, não de uma conspiração do Congresso; "Não sejamos ingênuos, senador, todos nós sabemos que esse processo nasceu de uma vingança do senhor Eduardo Cunha, a quem vocês se aliaram. E disso devem se envergonhar", disse Dilma; "E a ironia é que eu estou aqui nessa etapa não sendo julgada nem por corrupção, nem por lavagem de dinheiro como esse personagem notório"; Dilma lembrou ainda que alguns dos líderes dos protestos foram "esfuziantes" em tirar fotos ao lado de Cunha, que ainda não foi julgado.
Com informações do 247

Pré-selecionados no Fies têm até domingo para se inscrever em vagas remanescentes

As inscrições para as vagas remanescentes da edição deste segundo semestre do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) termina hoje (28). O prazo vale para estudantes graduados e não-graduados que tenham sido pré–selecionados no processo regular e não tenham firmado o contrato de financiamento pelo Fies.
Os prazos de inscrição vão até 2 dezembro e variam de acordo com a condição do estudante. Confira abaixo:
De 22 a 28 de agosto — Estudante não graduado, pré–selecionado no processo seletivo regular do Fies 2º/2016 e que não tenha firmado contrato de financiamento;
De 26 a 28 de agosto — Estudante graduado, pré–selecionado no processo seletivo regular do Fies 2º/2016 e que não tenha firmado o contrato de financiamento;
De 29 de agosto a 5 de setembro — Estudante não graduado e que ainda não está matriculado;
De 2 a 5 de setembro — Estudante graduado e que ainda não está matriculado;
De 29 de agosto a 2 de dezembro — Estudante não graduado e que já está matriculado;
De 2 de setembro a 2 de dezembro — Estudante graduado e que já está matriculado.
Segundo o Ministério da Educação, a iniciativa de oferecer as vagas remanescentes é inédita e visa a preencher 28 mil vagas que não foram ocupadas no processo regular.
A inscrição é gratuita e feita exclusivamente pela internet, na página do FiesSeleção. Em seguida, o estudante deve acessar o Sistema Informatizado do Fies e concluir sua inscrição em dois dias úteis subsequentes.
Podem concorrer às vagas remanescentes os estudantes que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média geral mínima de 450 pontos e nota na redação que não seja zero. É necessário comprovar ainda renda familiar mensal bruta de até três salários mínimos.

O Fies é o programa do Ministério da Educação que financia cursos superiores em instituições privadas com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). No total, nesta edição, foram ofertadas 75 mil vagas.
O programa oferece financiamento a uma taxa efetiva de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante.

Agência Brasil

A cara dos golpistas depois do discurso da Presidenta Dilma no Senado agora a pouco


O Pensamento de Chico Buarque traduz o que está acontecendo no Brasil


Para defender a democracia, Dilma encara seu segundo tribunal

:
Presidente afastada enfrenta nesta segunda-feira (29) o seu segundo interrogatório em defesa da democracia brasileira; corte de exceção da vez é o Senado da República, cujos integrantes seguem fielmente o roteiro já determinado do golpe, em um impeachment sem crime; é impossível não associar a inquirição atual àquela de novembro de 1970, no Rio de Janeiro, onde a jovem Dilma, com 22 anos, após 22 dias de tortura nos cárceres da ditadura, era interpelada por uma junta de covardes uniformizados, com as mãos sobre os rostos para esconder suas identidade

247

28 de agosto de 2016

Com Lula, Dilma se prepara para a batalha final

Presidente eleita Dilma Rousseff se reuniu nesta noite com o ex-presidente Lula e acertou o tom do discurso que fará, nesta segunda-feira, no Senado Federal; ela destacará que a batalha democrática é um compromisso seu desde jovem e que o golpe de 2016, que ainda pode ser revertido, na avaliação do Palácio da Alvorada, foi inflado pela mídia; Dilma também dirá que mantém o compromisso de propor uma consulta pública sobre eleições gerais; entre os golpistas, o ambiente é ruim; além das críticas de tucanos e democratas à gastança de Temer, documentários registram o golpe para a História e os dois principais jornais do mundo – Le Monde e New York Times – demonstram espanto pelo fato de Dilma estar sendo vítima de uma farsa e julgada por parlamentares corruptos

Acidentes marcam início do GP da Bélgica de Fórmula 1



Em um GP no qual o único que teve vida tranquila foi o pole position Nico Rosberg, que liderou de ponta a ponta para vencer na Bélgica, Lewis Hamilton conseguiu ótima recuperação após largar em penúltimo devido a uma punição pela troca do motor e manteve a ponta no campeonato. O inglês lidera com nove pontos de vantagem para Rosberg com oito etapas para o final do campeonato.
Quem também fez grande recuperação foi Fernando Alonso, que foi do último para o sétimo lugar com a McLaren, ganhando 15 postos na corrida. Felipe Massa foi o décimo e Felipe Nasr, o 17º, em uma prova marcada por um forte acidente com Kevin Magnussen e muitas brigas por posição, especialmente envolvendo um agressivo Max Verstappen.
A corrida começou com muita ação na pista: Verstappen não largou bem da segunda colocação e foi ultrapassado por ambas as Ferrari. O holandês tentou se recuperar colocando por dentro na primeira curva, mas foi tocado por Kimi Raikkonen que, por sua vez, ficou espremido por Sebastian Vettel. O alemão rodou e perdeu muitas posições, enquanto o finlandês ficou com o carro danificado e teve de trocar o bico. O mesmo aconteceu com Verstappen e os três acabaram indo para o fundo do pelotão.
Quem se aproveitou foi Nico Hulkenberg, que pulou para o segundo posto, atrás do pole Nico Rosberg. Felipe Massa chegou a ganhar várias posições e a andar em quinto nas primeiras voltas, mas aproveitou um Safety Car Virtual causado pelo abandono de Carlos Sainz para antecipar sua primeira parada.
O top 10 vinha com Rosberg, Hulkenberg, Ricciardo, Bottas, Perez, Grosjean, Palmer, Magnussen e Fernando Alonso, que fazia grande recuperação depois de largar em último. Depois de perder o controle a cerca de 315km/h, Magnussen teve um acidente fortíssimo na Eau Rouge. O dinamarquês saiu do carro apenas mancando, mas os danos causados à barreira de pneus fizeram com que a corrida fosse interrompida.
Como vários pilotos pararam nos boxes após a batida, Alonso, Hamilton, que largara em penúltimo, e Massa ganharam posições e pularam para quarto, quinto e sexto respectivamente, atrás de Rosberg, Ricciardo e Hulkenberg. Porém, com a bandeira vermelha, todos os pilotos puderam trocar pneus, dando vantagem a quem optou por ficar na pista logo após o acidente.
A prova foi reiniciada com Rosberg, Ricciardo, Hulkenberg, Alonso, Hamilton, Massa, Perez, Kvyat, Perez, Kvyat, Grosjean e Palmer no top 10, mas logo o piloto da Mercedes conseguiu se livrar do espanhol da McLaren. O inglês teve mais trabalho para superar Hulkenberg, mas subiu para a terceira posição na 17ª volta.
Mais atrás, Raikkonen e Verstappen voltaram a se encontrar na pista e o finlandês ficou bastante descontente com a maneira como o holandês se defendeu. Os comissários, contudo, sequer investigaram. O piloto da Red Bull também se envolveria com uma briga com a outra Ferrari, de Sebastian Vettel, novamente se defendendo de maneira agressiva.
Na 21ª volta, Hamilton inaugurou a segunda rodada de pit stops, voltando em oitavo após uma parada lenta. O inglês voltou ao terceiro posto após todas as paradas, mas era o único com os pneus macios com metade da corrida pela frente.
Assim, com 15 voltas para o fim, Rosberg mantinha uma vantagem de 10s na ponta, com Ricciardo em segundo e Hamilton em terceiro. Hulkenberg, Perez - que ultrapassou Massa e Alonso na pista - Alonso, Massa, Vettel, Bottas e Raikkonen formavam o top 10. Hamilton ainda faria uma parada com pouco mais de 10 voltas para o fim e passaria novamente Hulkenberg para garantir o pódio, atrás de Rosberg e Ricciardo. Completaram o top 10 Perez em sexto, Vettel em sexto, Alonso em sétimo, Bottas em oitavo, Raikkonen em nono e Massa em décimo.
A Fórmula 1 volta já no próximo final de semana, no GP da Itália.
Confira como ficou a classificação do GP da Bélgica após 44 voltas:
1. Nico Rosberg ALE Mercedes-Mercedes - 1h 44m 51.055s
2. Daniel Ricciardo AUS Red Bull - +14.1s
3. Lewis Hamilton ING Mercedes - +27.6 
4. Nico Hulkenberg ALE Force India - +35.9s
5. Sergio Perez MEX Force India - +40.6s
6. Sebastian Vettel ALE Ferrari - +45.3s
7. Fernando Alonso ESP McLaren-Honda - +59.4s
8. Valtteri Bottas FIN Williams -  +60.1s
9. Kimi Raikkonen FIN Ferrari - +61.1s
10. Felipe Massa BRA Williams - +65.8s
11. Max Verstappen HOL Red Bull - +71.1s
12. Esteban Gutierrez MEX Haas - +73.8s
13. Romain Grosjean FRA Haas - +76.4s
14. Daniil Kvyat RUS Toro Rosso - +87.0s
15. Jolyon Palmer ING Renault - +93.1s
16. Esteban Ocon FRA MRT - +1 lap
17. Felipe Nasr BRA Sauber - +1 lap
 
Abandonaram:
 
Kevin Magnussen DIN Renault - cinco voltas completadas
Marcus Ericsson SUE Sauber - duas voltas completadas
Carlos Sainz Jr ESP Toro Rosso - nenhuma volta completada
Jenson Button ING McLaren-Honda - nenhuma volta completada
Pascal Wehrlein GER MRT - nenhuma volta completada

Dilma: não suicido, não renuncio e não fujo

Presidente eleita por 54,5 milhões de brasileiros vai enfrentar seus algozes na segunda-feira (29) na sessão do Senado que a julga por crime de responsabilidade; condenada, terá confirmado seu afastamento, hoje provisório; desde que deixou o comando do País, há 109 dias, a “dama de ferro” do PT mantém-se firme no enfrentamento do golpe; no dia 24, em seu último ato público, Dilma bradou seu grito de guerra; “Hoje eu não tenho de renunciar, não tenho de me suicidar, não tenho de fugir para o Uruguai”, disse, em referência a presidentes que tiveram mandatos interrompidos: Getúlio Vargas, Jânio Quadros e João Goulart; Dilma vai para o campo de batalha: “A única coisa que mata as parasitas antidemocráticas é o oxigênio do debate, da crítica e da verdade”  .

brasil247

Comunicamos que estamos em manutenção

  Estamos melhorando a roupagem do Blog !  Em breve estaremos de volta . Agradecemos   compreensão !